Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).


"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
)

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Algumas provas pessoais de que a terra é plana

Facilmente, podemos captar imagens do sol ou da lua com nuvens atrás, ou reparar noutros detalhes que provam que a terra é, evidentemente plana.

A foto seguinte tirada de manhã bem cedo, desde a varanda da minha casa, há umas poucas semanas atrás, tendo uma floresta de pinheiros por diante, demonstra com clareza que o sol está dentro do planeta e não fora como a falsa ciência ensina. Podeis reparar num programa para trabalhar as imagens que a nuvem do lado posterior esquerdo vai diminuindo, passa detrás do sol e torna a aparecer. Ao contrário, as pontas dos pinheiros, e algumas pequenas pontas de nuvens, que estão por diante do sol podem ver-se.



Se na verdade a terra fosse esférica, deveriamos pesar mais durante o dia e menos de noite. Esta é uma conclusão pessoal que quero partilhar. Tendo em conta os movimentos de rotação e translação da terra, apresentados pela falsa ciência, girando em torno de si mesma e do sol temos que existem em todo este processo forças centrífugas, que impulsionam tudo para fora.

Desta forma durante o dia além da suposta força da gravidade, nos atrair para a terra, teríamos ainda a  brutal força centrífuga do movimento em torno do sol, impulsionando-nos contra a terra. o que é completamente ridículo. Na verdade pesamos sempre o mesmo!

Quanto à força gravítica da terra, a qual eu não acredito existir, como é que ela tem suficiente força como para reter oceanos, mares, lagos,  rios em seu movimento de rotação de mais de 1500 km/hora, e não consegue impedir a formação de tsunamis ou de marés?!!!!!

Por outro lado, existe uma prova clara, conclusão de um familiar meu, para a falsidade das fotos da Terra feitas pela NASA. Elas sempre surgem com um fundo negro, no entanto seja de dia ou de noite, nunca se vê o brilho do sol, seja por detrás ou de lado, cujos raios deveriam difundir-se amplamente por toda a galáxia.

Sérgio Ventura


quinta-feira, 31 de março de 2016

Terra Plana, Criada pelo Altíssimo, a Primeira Verdade de Génesis

É fascinante pensar que o planeta Terra é tão simplesmente aquilo que nos é descrito no relato bíblico, um plano circular, tendo o sol, lua e estrelas em movimento sobre o mesmo, e acima destes o firmamento, e as águas que estão sobre o firmamento!

Na verdade Pítagoras, Copérnico, e Galileu, e actualmente a NASA e muitos outros têm enganado o mundo inteiro, dizendo que a Terra é esférica e que gira à volta do sol. A falsa ciência se tornou uma verdadeira religião (heliocentrismo, adoração ao sol), uma verdadeira ditadura imposta pela maioria dos países, tendo como  principais instrumentos as diferentes escolas e universidades.

As crianças, jovens e adultos são completamente formatados e doutrinados, de tal maneira que nem sequer aprendem a pensar por si mesmos, e possam estar ao serviço desta monstruosa religião, a Ciência! 

Qual o objectivo?!

Tendo como verdade a chegada do homem ao espaço (1961), milhões ouviram Yuri Gagarin, dizer que tinha visto a Terra azul mas não tinha visto Deus, e mais tarde (1969), ter-se-ia como verdade a chegada do homem à lua. Torna-se clara a intenção de negar a existência do Criador, e a Bíblia, de igual maneira à da teoria errônea de Darwin, o evolucionismo, tão amplamente divulgada e ensinada (1838).

Quero descrever aquilo que compreendo ser a verdade sobre este assunto à luz das Escrituras. Para isso vou começar comentando detalhes de alguns versos do relato de Génesis 1 na versão ACF. Posteriormente falarei mais amplamente de outros textos, mas creio serem estes suficientes para mostrarem claramente que a terra é plana.

1 No princípio criou Deus os céus e a terra.

É importante compreendermos que estes "céus e a terra", referem-se a este mundo onde vivemos e nada mais, e isso torna-se claro mais adiante.

2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

O termo face por si só faz alusão a algo plano ou horizontal. Não havia nada senão água, ou melhor águas, pois estavam separadas, eram nuvens e vapores, e a terra não tinha ainda sua forma circular. Mas o Espírito do Altíssimo se movia sobres estas águas, ou seja Yahushua. Entendo estas palavras à luz do facto de que o Pai tudo criou por meio de Seu Filho (Pr. 8:22-30; 30:4; Jo. 1:3; II Cor. 3:17; Cl. 1:15-17; Hb. 1:2)

3 E disse Deus: Haja luz; e houve luz.

A que se refere este texto ao falar de luz, visto os luminares terem sido criados somente quatro dias depois?! Existe algo mais do nosso conhecimento que produza luz. O fogo produz luz mas então, dadas as condições era difícil conceber ou entender que fosse fogo ou algo quente, ou calor. Mas então que seria? Seriam relâmpagos, visto que está escrito que os trovões  são a voz do Altíssimo (Jó 37:2-5), a Sua própria presença, como no Sinai (Êx. 19:16) uma vez que o texto diz que Ele falou ?!
A Palavra do Altíssimo no-lo confirma: "Os seus relâmpagos iluminam o mundo; a terra viu e tremeu." Sal. 97:4
"A voz do teu trovão estava no céu; os relâmpagos iluminaram o mundo; a terra se abalou e tremeu." Sal. 77:18



4 E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.

A luz que emana do Criador já existia, creio que aqui se descreve algum elemento novo, visto ser descrita de "boa". Precisamos entender claramente a que se refere esta separação entre a luz e as trevas. Estas últimas vêm associadas com o abismo, e parece haver um diferença nítida entre este e a face das águas onde se movia o Espírito do Altíssimo. 

No livro de Jó cap. 26:10 está escrito: "Marcou um limite sobre a superfície das águas em redor, até aos confins da luz e das trevas."

Este verso faz referência a gigantescos muros de gelo que seguram as águas dos oceanos, a chamada Antártida, e que na verdade não aparece no mapa símbolo da ONU como continente, pois de facto não o é. No fim destes muros existe o grande abismo, onde termina o território da luz, e começa o das trevas.

Mas como fez o Criador separação entre ambas, pelo espaço físico que impede a entrada da luz no abismo?! Onde há luz não existem trevas, mas onde a luz não chega, ou não entra, existem! 

Creio que temos de fazer uma diferença entre trevas interiores, no mundo dos viventes, e exteriores (Mt. 25:30), que são aquelas associadas à morte e sepultura, ao inferno, ao mundo inferior e subterrâneo, desconhecido, onde à luz não é permitido entrar.

5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Mas afinal o que foi esta luz, criada no primeiro dia e que fez separação entre trevas exteriores e interiores?! Que houve que fizesse separação entre dia e noite e tarde e manhã, os relâmpagos do Altíssimo durante o dia, em Sua actividade criadora?! Será a energia eléctrica, um elemento comunicador de vida, sem o qual as plantas no 3° dia não poderiam germinar?! Os relâmpagos produzem ozono, desinfectante e protetor solar, amigo do ambiente (nas devidas propoções), sem o qual as plantas se queimariam.

E na verdade que outro elemento natural existe podendo produzir tanta luz como para se chamar dia, senão os relâmpagos?!

6 E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.

Noutras traduções encontramos firmamento, ou abôbada.

7 E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.

8 E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.

Ou seja, a esta expansão, firmanento ou abôbada chamou-se Céus, mostrando claramente que este relato refere-se a esta terra e não a outros mundos ou à criação que exista para lá da Terra, do chamado universo.

Este novo elemento não é algo absctrato, etéreo, não palpável, indefinido, mas algo firme, sólido, tão sólido que é intransponível, e por isso consegue separar as águas, e conter as águas que estão sobre ele. Desta forma podemos entender que existe um oceano por cima do que o Criador chamou de Céus. As águas que estão em baixo são os respectivos oceanos que conhecemos, e não as nuvens uma vez que até ao dilúvio não tinha chovido, nem havia temporais, ou pelo menos como as conhecemos hoje.

É bastante pertinente, o comentário da tradução francesa "La Nouvelle Bible Segond", edição de estudo ao verso 6:

"voûte ou étendue (hébreu raquia`, Ez 1.22-25; 10.1 ; Ps 19:2 ; 150.1 ; Dn 12.3 voûte celeste) ; Vg* a traduit firmamentum, qui suggère un élement solide (ferme) et qui a donné notre mot firmament. Le terme hébreu évoque une plaque ou une feuille de métal aplatie ou courbée à coups de marteau (...); ici il faut sans doute se représenter une sorte de plafond vôuté qui sépare les eaux d'en haut et les eaux d'en bas pour ménager l'espace de la vie..."

Portanto a palavra hebraica raquia sugere um elemento sólido, firme e que deu a nossa palavra firmamento, evoca uma placa ou uma folha de metal aplanada ou curvada com marteladas. Faz-se assim uma representação de uma espécie de tecto abobadado que separa as águas de cima e as águas de baixo de maneira a proporcionar um espaço para a vida.


9 E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi.

10 E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.

11 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.

12 E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.

13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.

Na verdade os oceanos tal como os conhecemos hoje, só existiram a partir do 3°dia, pois então eram águas desordenadas debaixo do firmamento. Foi criada a terra,  na forma de um só continente, com as fontes, rios e lagos, e toda a vegetação, bem como a atmosfera, e o ar que respiramos.

Entendo que neste dia se criou também o oxigénio, pois as águas se ajuntaram num só espaço, criando a atmosfera. Através dos relâmpagos, em conjunto com o oxigênio, se produziu a camada de ozono, preparando-se o caminho para as plantas suportarem a luz solar, a qual por sua vez também o produz; produziram-se também abundantes nutrientes, tão necessários ao crescimento das plantas, como é o nitrogénio ou azoto.

Até este dia havia muitos relâmpagos, não só pela actividade criadora de Yahuh e Seu Filho Yahushua, mas também em razão da desordem das águas, em forma de nuvens ou vapores, proporcionando  abundantes relâmpagos. Mas tendo-se ajuntado as águas num só lugar, tendo havido alteração das primeira condições físicas, não mais se verificariam, senão só a partir do dilúvio,  por causa do pecado, quando então a terra entrou num estado caótico e desordenado, tendo algumas semelhanças com aquele em que se encontrara no princípio.

O mundo precisaria agora de luminares que substituíssem os relâmpagos!

14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.

Foram criados luminares e foram postos no firmamento, não a 150 milhões de km (no caso do sol) ou quaisquer outras distâncias absurdas. O facto de que tanto o sol como a lua sejam chamados de luminares, parece sustentar o facto de que ambos possuiem luz própria, contrariamente ao que a falsa ciência diz.

15 E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.

Foram feitos para iluminar a terra e não um falso sistema solar. Eles estão na terra a poucos km acima de nós.

16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.

Se bem que diferenciados entre si pelo brilho ou luz que possuem, vemos claramente que sol e lua apresentam tamanhos similares. Não têm os tamanhos astronômicos que a ciência pretende, nem estes nem as estrelas, tão pouco o sol  é uma estrela, o que é completamente ridículo. Se assim fosse quando as estrelas cadentes se aproximassem da terra, apresentariam tamanhos gigantescos, o que não é o caso, pois vemos apenas pequenos corpos brilhantes, inferiores ao sol e à lua.


17 E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,

18 E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.

19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.

Temos uma clara repetição de que eles foram postos na expansão dos céus, ou seja no firmamento, tanto o sol, como a lua e as estrelas, e não a anos luz da terra como pretendem mentes fracas, loucas e enganadoras. 

Foram postos como sinais, para tempos determinados, dias e anos. E na verdade vemos como o sol, que governa o dia marca um período de 24 horas,  o dia, bem como um período de 365/366 dias, o ano. A lua que governa a noite, demarca também as noites, e os meses, e também os anos se bem que com alguma diferença, e creio que isso foi resultado do pecado. 

Acredito que a lua a partir do 4° dia começou o seu crescimento, mostrando-se como lua nova no início do primeiro sábado da criação, e com as restantes fases em paralelo com cada Sábado de cada mês, marcando os 7 dias da semana, e indicando invariavelmente cada Sábado, postos como sagrados desde a criação da Terra (Gén. 2:1-3). Assim será novamente na nova terra (Is. 66:23)!

Foram ainda postos para sinais, e tempos determinados. Ou seja temos aqui referência a sinais como aqueles narrados nas Escrituras Sagradas, como o dias em que o sol e a lua pararam nos dias de Josué (Jos. 10:12-14), e do rei Ezequias (II Rs. 20:10,11), e nas profecias referentes à 2° vinda de Yahushua (Lc. 21:25). Temos também aqui uma referência às estações do ano, as quais nos são apresentadas apenas como duas (Gén. 8:22), e invariáveis, até ao fim do mundo.

As alterações climáticas são um claro indício da proximidade do fim do mundo. 

Quanto às estações do ano a Bíblia faz menção acerca da lua (Sl. 104:19) como a razão da mesmas, e na verdade a luz da lua apresenta-se como uma luz fria, refrescando as noites e produzindo Inverno e Verão. Temos o ditado que diz que "não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro", no sentido do luar de Janeiro ser muito frio.

Analisem estas verdades em espírito de oração e sinceridade, estudem as Escrituras por vós mesmos, pois na verdade, homens ditos doutores, e escolas chamadas de superiores estão ensinando loucuras,  e as maiores parvoíces, inventadas à face da Terra plana, cegos conduzindo outros cegos!

Liberta-te dessa ditadura, dessa cegueira e vê com os teus próprios olhos, não com óculos de cinema...

A verdade virá ao de cima, e finalmente o Altíssimo e Sua Palavra serão exaltados. Existem muitos outros versos, dos quais falarei noutras oportunidades. Quero terminar com algo que me parece surpreendente e revelador.

Por que razão o céu é azul, e os mares se apresentam azuis?!

Sim, porque razão, falem os doutores e a ciência e os sábios deste mundo. Então..? Só tretas!

Não podem, porque a única explicação clara, simples e evidente que existe é o trono do Altíssimo ser azul. Será todo o firmamento de uma espécie de pedra de safira, ou essa cor simplesmente é reflectida através dele?! Olhemos o texto sagrado:

"E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade." Êx. 24:10

"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos." Sl. 19:1

"Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;". Is. 40:22

"Assim diz SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?" Is. 66:1

Esta é a razão pela qual a cor azul é a cor com maior destaque nesta terra, indicando claramente o poder e a glória do Criador.

Paz e saúde deste vosso servo,

Sérgio Ventura

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Interrogações acerca da palavra ámen

Será a palavra ámen/amém verdadeiramente de origem hebraica ou pagã?!
Haverá alguma relação entre esta palavra e ámon/ammom, um falso deus, o ídolo egípcio?!




Tradicionalmente temos a palavra amén como algo sagrado, e que obrigatoriamente deve concluir todas as nossas orações. Várias são as teorias tentando explicar que é uma palavra hebraica, que significa assim seja, ou certamente, ou em verdade. Apresenta-se a ideia de que parece originar-se no verbo hebraico 'aman, "ele confirmou...". 
fonte

No entanto, por estranho que pareça, existe uma grande semelhança com Amman ou Amã, actual capital da Jordânia. Foi fundada pelos amonitas, descendentes de Ló e sua filha mais nova (Gén. 19:38), e se chamaria Rabbath Ammon (Dt. 3:11), no tempo do antigo testamento. Se bem que o filho resultante do incesto entre Ló e sua filha, fosse Ben-Ammi, segundo está nas Escrituras Sagradas, porque não se chamaram Amminitas, mas sim Ammonitas?!

Curiosamente em egípcio a palavra amén, tem uma origem muito semelhante, amana.

Como se explica o facto de que no antigo Egipto, uma civilização pagã, se utilizar também a mesma palavra, relacionada com o culto ao sol?!

Se não vejamos.

Como se dá que uma dinastia egípcia tivesse como nome Amenófis ou em egípcio antigo Amen-Hotep (ou seja, amén está satisfeito - fonte) e que um faraó se chamasse Tutankhamen (ou seja, a imagem viva de amén -  fonte)?!

Amon ou Amén era um importante deus egípcio, o equivalente a Zeus e Júpiter, o deus dos deuses. Amon Amen

Analisemos a ocorrência desta palavra nas Escrituras Sagradas. Hebreu Grego

Como podemos confirmar nos links anteriores, a palavra ámen ocorre 30 vezes no antigo testamento, e 143 no novo testamento. É caso para perguntar, se de facto tem origem no hebraico, porquê somente ocorre 30 vezes no primeiro e 143 no segundo?!

Como se dá que sendo uma palavra de origem hebraica, não aparece senão no livro de Números, ou seja, livro posterior ao aparecimento da palavra amén no Egipto?!

Estas ocorrências encontram-se nos livros de Números, Deuterenômio, I Reis, I Crónicas, Neemias, e Salmos. Apenas 6 livros dentre os 39 livros do antigo testamento utilizam esta palavra! 

Não é isto mais do que estranho?!

Já no novo testamento, os 4 evangelhos detêm 2 terços das ocorrências, e Romanos, I e II aos Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colosenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito, Filémon, Hebreus, I e II de Pedro, Judas e Apocalipse, outro terço. É estranho que 5 livros omitam completamente esta palavra, sendo que o livro de Actos e as cartas de João, são dos mesmos autores, respectivamente, do evangelho de Lucas e do evangelho de João e Apocalipse!

Não menos estranho é o facto de que, segundo a Strong's Concordance, a oração que Yahushua ensinou, ou seja, o Pai Nosso, em Mat. 6:9-13, conter esta palavra e em Luc. 11:2-4 a omitir completamente. No entanto, na minha tradução grega do novo testamento essa omissão dá-se em ambos os textos.

De igual maneira é inconcebível, que no meu novo testamento em hebraico, e nas traduções portuguesas, e inglesa que possuo, no final da 1 e 2 epístolas de João, estar a palavra ámen, e nas minhas traduções grega, francesas, e espanhola  não existir essa palavra no lugar citado. 

Passo a referir as ditas traduções:
Novo testamento em hebreu, Le Nouveau Testament en Hébreu et Français, The Society for Distributing Hebrew Scriptures, Maio 2001; traduções de Almeida RC, ACF, RA, sendo que nesta última, no Pai Nosso de Mateus a palavra ámen está entre parêntesis mas nas cartas de João não aparece; tradução inglesa Authorized King James Version; tradução grega Novum Testamentum Graece, Nestle-Aland; traduções francesas NBS édition d'étude e Parole de Vie; tradução espanhola Nueva Reina-Valera 2000.

O mais curioso de tudo é o facto de que nas traduções francesas que possuo não existir a palavra ámem nem em Mat. 6:9-13, nem em Luc. 11:2-4, que é na verdade o texto bíblico que é a nossa oração modelo. 

A "Parole de Vie", de 2004, tem uma nota de roda pé a Mat. 6:13 que diz: " Plusieurs textes anciens ajoutent: "Car pour toujours, tu es le roi, tu es le maître et tu montres ta gloire.". Esta nota refere-se ao facto de que alguns textos antigos acrescentarem o que estamos habituados a ler em português: "...porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.". 

Ou seja, se alguns textos, ou cópias do novo testamento contém a palavra ámem, já se torna uma questão duvidosa e carente de base, uma vez que em Lucas não aparece citado em nenhuma tradução, pelo menos nas que pude analisar. Esta mesma tradução num dicionário final refere que os crentes de início se bem que utilizassem a palavra oralmente, não a traduziam por escrito.

Desta maneira pretendem dizer que mais tarde passaram a escrever esta palavra. Parece-me de igual modo um absurdo esta afirmação, semelhante àquela de se batizar no nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, quando não houve nenhuma instrução específica para o fazer, nem muito menos houve algum caso registrado na Biblía, mas sim de se batizar no nome de Yahushua. 

É inconsistente que a maioria dos escritores bíblicos, omitam a palavra ámem ou amén, e ainda assim se faça tanta teologia à volta de uma palavra, que quanto a mim foi bem forjada e enxertada.

Parece-me ainda uma blasfémia chamar Amém a Yahushua, em Apocalipse, quando se trata de um nome pagão, o de um falso deus, e que significa "o oculto"!

Infelizmente o paganismo foi introduzido nas Sagradas Escrituras, mas pouco a pouco, à medida que a luz for raiando, deve ser completamente eliminado. Se na verdade a intenção inicial fosse a de simplesmente pronunciar um "amén", ou outra qualquer palavra no sentido de se dizer, "que assim seja", ou como conclusão de uma oração, então não existe necessidade de se dizer amén como se houvesse algum poder mágico nessa palavra, muito menos estando ela associada ao paganismo.

Se investigarmos a fundo a oração na Bíblia, veremos que a maior parte das orações foram pronunciadas sem "amén".

É uma blasfémia que se tenha omitido o verdadeiro nome do Altíssimo, para se pronunciar o de um deus falso!    

Glória ao nome de Yahuh, e Seu Filho Yahushua!!

sábado, 2 de janeiro de 2016

Uma profecia curiosa

Qual não foi o meu espanto quando encontrei algo bastante interessante numa tradução francesa da Bíblia que trouxe de Collonges-Sous-Salève!




Na tradução NBS, "La Nouvelle Bible Segond", edição de estudo, na qual participaram alguns adventistas do sétimo dia, entre os quais Jean-Claude Verrecchia, professor de teologia, na equipa de redação, encontrei na pág. 1770 o seguinte texto:

"Il y a également eu des temples israélites hors du pays d'Israël, notamment en Egypte. Ainsi, on a retrouvé à Eléphantine, une île du Nil au sud de l'Egypte, à la frontière de la Nubie, des écrits en araméen indiquant que des exilés juifs (cf. Jr. 44.1), probablement une garnison des mercenaires affectés au poste-frontière, avaient construit au Ve siècle av. J.-C. un temple de Yaho (=YHWH, Ex. 3.15n; cf. Es. 19.19) qui a été détruit vers 410 av. J.-C. par la population locale."

Traduzido temos então:

"Houve igualmente templos israelitas fora do país de Israel, especificamente no Egipto. Assim, foram encontrados em Elefantina, uma ilha do Nilo no sul do Egipto, na fronteira com a Nubia, escritos em aramaico indicando que judeus exilados (cf. Jr. 44.1), provavelmente uma guarnição de mercenários designados para o posto fronteiriço, tinham construído no V século a.c. um templo de Yaho (=YHWH, Ex. 3:15n;cf. Is. 19:19) que foi destruído por volta de 410 a.c. pela população local."

Ora temos aqui uma explicação, válida, creio eu, para a profecia de Is. 19:19:

"Naquele tempo o SENHOR terá um altar no meio da terra do Egipto, e uma coluna se erigirá ao SENHOR, junto da sua fronteira."

Existe muito material na internet acerca deste assunto, no entanto apenas quero fixar-me no facto deste templo israelita ser um templo de Yaho ou Yahu, dependentemente de quem faz a transliteração. 

Seguidamente apresento uma das frases que encontrei acerca deste tema, e que me parece  interessante: 

"El autor explica que los Judios establecidos en Elefantina, Egipto, adoraban "al Dios nacional, a qui en ellos llaman Ya'u". Explica que El Templo de Elefantina no fue meramente una sinagoga o una simple casa de réunion,  sino una construction de considérable dignidade,  com un altar en el cual los sacrifícios quemados eran oferecidos al Dios Yahu, (IAO)." Gamaliel Estudillo Rodriguez, Los Enigmas Y Profundidades de la Verdad En La Bíblia, pág. 24, 2011. Ver:livro

Quanto a mim mais uma sólida prova a favor do nome Yahuh! 



domingo, 6 de dezembro de 2015

Amish, um povo que faz ver aos adventistas do sétimo dia

Os Amish são um povo de preservação de valores morais e de princípios.
São descendentes de reformadores que há cerca de 300 anos emigraram da Suíça e Alemanha em busca de liberdade. Se bem que desconhecem muitas verdades bíblicas, mantiveram-se firmes em suas convicções até ao dia de hoje.
A modéstia em seu vestuário é uma verdadeira repreensão aos adventistas do sétimo dia, os quais não demonstram nenhuma diferença de vestuário com o mundo.



Os Amish, que actualmente vivem nos Estados Unidos, Canadá, e outros lugares do mundo, são descendentes de reformadores que há cerca de 300 anos emigraram da Suíça e Alemanha em busca de liberdade. Se bem que desconhecem muitas verdades bíblicas, mantiveram-se firmes em suas convicções até ao dia de hoje.

A modéstia em seu vestuário é uma verdadeira repreensão aos adventistas do sétimo dia, os quais não demonstram nenhuma diferença de vestuário com o mundo. Mulheres ou homens semi-nus não serão vistos entre os Amish. Bikinis, ou fatos de banho de praia, calças apertadinhas, mini-saias, decotes largos, não são utilizados. As mulheres são muito práticas, modestas, e inteligentes em seu vestuário.

Por outro lado, os suspensórios, ou as jardineiras que utilizam os homens, demonstram maior inteligência em termos de saúde e trabalho, que as tradicionais calças, que apertam as barrigas dos adventistas, e negam a reforma da saúde apresentada por Ellen White.

Os Amish são na verdade, um povo de preservação de valores morais e de princípios. As crianças não frequentam as escolas públicas mas unicamente as suas próprias escolas, onde a Bíblia é a base. Estudam apenas o necessário, como preparação à vida prática,  e desde a meninice,  são preparados para o trabalho prático,  de preferência a agricultura.

Na verdade guardam o mandamento dado em Génesis 2:15  melhor que o professo povo adventista:

" E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar."

A grande maioria dos Adventistas vivem na cidade, e mesmo os que vivem no campo muitos não cultivam a terra. Parecem ter vergonha de serem agricultores, e olham com desdém e desprezo os jovens que o fazem, como se fosse um trabalho para quem não sabe fazer mais nada. Além disso, não sabem cultivar a terra e dela viver e retirar o devido proveito, de uma forma excelente e inteligente. 

Os Amish em 1975, ou seja há 40 anos atrás,  mesmo cultivando só com cavalos ou mulas, e alguma maquinaria, estavam mais avançados que muitos paises da actualidade em termos de produção agrícola. Só pelo facto de não utilizarem tratores e outras máquinas (geralmente) mas animais, no cultivo da terra, demonstram bem que guardam a terra e a protegem, e são verdadeiros ecologistas. 

Não utilizam televisão, computadores, etc., como medida de precaução à iniquidade do mundo em geral. A preservação da família é muito importante para os Amish, onde não existem registos de divórcios.

São na verdade um povo que dão um testemunho inteligente e poderoso. Lamentavelmente, desconhecem algumas verdades, e aqueles que supostamente seriam os depositários da verdade, dão um testemunho tão incoerente, que certamente não os atrai muito. No entanto muitos estão abertos ao conhecimento das Escrituras Sagradas, como foi o caso de uma família amish, Andy e Naomi, que se tornaram adventistas do sétimo dia, ver:
familia amish se torna adventista
Ver também:
The Amish: A People of Preservation
The Amish - How They Survive [documentary]
Amish, a secret life
amish - facebook


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


"Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.







Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.