Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).
"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
)

NOTA IMPORTANTE

Notará o leitor que nos textos bíblicos e citações de Ellen White (ou de outros autores eventualmente) utilizados neste blogue, tomamos a liberdade de substituir algumas palavras, especificamente as que têm que ver com o nome ou referências ao Altíssimo e a Seu Filho. Assim, onde apareciam, por exemplo, as palavras Deus, Jeová, Jesus, Cristo, colocámos em seu lugar, respectivamente, Altíssimo/Criador/Soberano, Yahuh, Yahushua, Ungido. Também a palavra SENHOR (maiúsculas) foi substituída por Yahuh, pois no hebraico era o tetagrama que se encontrava e não a palavra que agora aparece na maioria das Bíblias.

Não é nossa intenção alterar mas sim preservar a Palavra do Altíssimo. As alterações,essas infelizmente já foram feitas há muito, e nomes falsos, pagãos, permeiam as Bíblias. Para um maior esclarecimento acerca das razões para este procedimento, aconselhamos a leitura do artigo "Este é o Meu nome eternamente" (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/06/este-e-o-meu-nome-eternamente.html).

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Anjos sobre a cena do batismo de Yahushua

"Anjos do Altíssimo pairaram sobre a cena de Seu [de Yahushua] batismo; o Espírito Santo desceu sob a forma de uma pomba e resplandeceu sobre Ele; e, ficando o povo grandemente admirado, com os olhos fixos nEle, ouviu-se do Céu a voz do Pai, dizendo: "Tu és o Meu Filho amado, em Ti Me comprazo." Primeiros Escritos,pág. 153.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Como o Altíssimo Operou no Dia de Pentecostes

"Quando a verdade em sua simplicidade é vivida em cada lugar, então Deus operará por meio de seus anjos como Ele operou no dia de Pentecostes, e corações serão transformados tão decididamente que haverá uma manifestação da influência da genuína verdade, como é representado na descida do Espírito Santo." {SpTB07 63.4}


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Ministério dos Anjos Versus Trindade

Quando a minha filha mais velha era apenas uma criança de 5 anos, um dia perguntou, enquanto a minha esposa lhe contava a história da rebelião de Lúcifer em flanelógrafos, “se há três senhores no céu, onde está o Espírito Santo?”. A minha esposa ficou bastante perturbada e não sabia ao certo o que responder. Estudou melhor esta história nos livros de Ellen White e de facto não encontrou uma 3ª pessoa diferente do Pai ou do Filho. Além deles, só os anjos! Mas como se sentiu mal de pensar estas coisas, tanto ela como eu não prosseguimos esta pesquisa. Somente 5 anos depois desta experiência rejeitaríamos por completo esta doutrina pagã. Nas minhas orações, e estudo da Bíblia tornou-se completamente uma absurdo que se atribuísse ao Espírito Santo as mesmas funções que aos anjos. Se bem que o puzzle não estivesse completamente montado, a balança pendia para a verdade e finalmente rejeitei a trindade.

Folheto de 28 páginas pronto para imprimir. Analisa o absurdo que é o atribuir a uma 3ª pessoa de uma trindade as funções desempenhadas pelos anjos e mostra como o Altíssimo se comunica connosco e derrama sobre nós as Suas bênçãos através deles. Quem estiver interessado pode pedir o PDF por email.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Em Nome de Yahushua

domingo, 20 de novembro de 2011

Educação obrigatória - um instrumento nas mãos da ditadura moderna

Interessante análise acerca do que na realidade está por detrás da obrigatoriedade do ensino. Embora para nós, adoradores de Yahuh, o problema vá muito além do ponto de vista do autor, seja no Brasil ou em qualquer outro país do mundo, há muita verdade neste artigo de Sérgio F. Mendes. 


"Segundo a Constituição Federal, a educação básica é direito social da criança e dever do Estado. O que também é corroborado pela legislação-eco: Estatuto da Criança e do Adolescente, Diretrizes Curriculares Nacionais, Parâmetros, etc. Há uma complexa trama legal envolvendo e enumerando as atribuições da União, Estados e Municípios sobre o tema.
Segundo os mesmos documentos, a função da Educação é formar o cidadão e prepará-lopara o mundo do trabalho. Um cidadão consciente de seu papel dentro da sociedade, o que, em tese, já inclui e a necessidade (e o direito) ao trabalho.
Pela lei, o mundo seria ideal. O que acontece na realidade é o descaso do Estado brasileiro. Descaso? Talvez não.
A educação obrigatória é uma ideia que vem no bojo da Revolução Francesa. A educação, o acesso ao conhecimento, é considerado, desde então, um direito social. Pelo bem da república, o cidadão tem de ser instruído.
Como de boas intenções o inferno está cheio, a educação obrigatória subvencionada pelo Estado acabou por servir como instrumento de manipulação pelo mesmo. As classes dominantes nacionais impunham seus pontos de vista da administração pública e o nacionalismo aos cidadãos. Com isso, esperavam manipular a opinião pública (ou criando um cidadão perfeito), que segundasse as opiniões e ações do Estado, fosse partindo para colonizar terras distantes ou servindo nas guerras.
Apesar da roupagem mais democrática usada a partir da segunda metade do século XX e dos pedagogos e suas teorias, a educação está longe de servir ao enriquecimento cultural do indivíduo e continua servindo a intenções do Estado ou do Superestado.
Pela legislação brasileira, o pai que não matricula seu filho em um estabelecimento oficial de ensino, seja público, seja particular, incorre no delito de privação intelectual, para usarmos o termo da moda. Em poucas palavras, se você não pôr seu filho na escola, pode acabar na cadeia.
E por que alguém não colocaria seu filho na escola? A pública responde por si. O mecanismo de proteção absurda criada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente colocam direções e professores sob a lança de uma lei injusta: não podem punir, não podem expulsar alunos problemáticos. Estão amarrados por uma legislação que, querendo-se humanista, democrática, condena todos os alunos ao cárcere coletivo.
Qualquer uma dessas punições aplicadas a alunos podem ser imediatamente revertidas por juízes da vara de infância. Professores e diretores que não podem punir mais alunos-problema e têm de, por lei, mantê-los dentro do estabelecimento, acabam simplesmente fazendo vista grossa à coisa. O que é compreensível. Em alguns casos, acabam por concordar com as medidas legais por terem sido imbuídos de uma nociva pedoburocracia.
O que se tornou a escola hoje? Simplesmente um repositório, uma grande creche onde ficam as crianças e os adolescentes largados ali para que seus pais tenham um pouco de sossego ou para que eles “não fiquem nas ruas”. Em suma, a educação obrigatória não ensina mais nada, as crianças não aprendem mais nada: a escola tornou-se um aparelho social físico, como uma creche ou um manicômio.
Além disso, a pedagogia ensina que é feio que algumas crianças sobressaiam-se às outras. O ensino é nivelado por baixo, uma vez que não existe mais aquela separação das crianças mais rápidas das mais lentas; as maiores beneficiadas era justamente as últimas, pois o professor poderia realmente dedicar-se àqueles alunos com maior afinco. Hoje, o professor (já relegado à condição de educador) acaba tendo que se dividir entre alunos com níveis cognitivos muito díspares. Isso não torna o trabalho do professor, torna-o impossível.
Esses são os casos naturais. Há coisa pior ainda: vários alunos têm consciência dos seusdireitos. Extrapolam, batem, matam, não se preocupam em estudar: sabem que serão ‘promovidos’ e que é uma questão de tempo para que ele se livre da escola. Que instituição é essa que, engessada, não consegue cumprir a função para a qual existe?
Que pai fica tranquilo em saber que o filho está na escola? E por que essa escola péssima é, ainda por cima, obrigatória?
Esse cenário desmotiva os professores. Que professor quer dar aula para esse tipo de aluno? Qual consegue? Alguns, sem opção, canalhamente aceitam o estado de coisas. Outros chegam a crer piamente na enfiada pedagógica, creditando a si o fracasso da escola.
Os pedagogos falam muito em fracasso escolar. O fracasso não é do aluno: é da instituição.
E mesmo fracassada, a escola continua obrigatória. Por que? Parece que a coisa foi feita para ser exatamente do jeito que é: a escola cria elementos refratários à cultura (os que saem com alguma afinidade a ela são os defeitos do sistema) e simplesmente vão ser mão de obra barata. Alguns nem a essa subcondição chegam e terminam como mendicantes ou assaltantes.
E isso é proposital: mão de obra barata, salários achatados, pais que não têm como oferecer condições culturais boas para seus filhos, escola pública novamente. Um círculo vicioso.
Além do mais, numa forçada e prejudicial pseudoigualdade, as crianças são prejudicadas: a escola nega-se a separar antes (e até mesmo com a possibilidade de remediar), o que a sociedade vai fazer depois. O resultado nefasto vai se mostrar na vida em sociedade. E o pior, com a educação negada na escola, será incapaz de ver sua própria condição social e não terá meios para livrar-se dela; apelará a deuses, apelará à violência; será fustigado por uma sociedade consumista.
O Estado brasileiro, incompetente, omisso, conivente com a situação estabelecida, percebam, não permite o ensino em casa, como existe em vários países do Norte. O Estado brasileiro chama para si uma tarefa para a qual tem menos competência do que pais realmente bem intencionados. Menos não: nenhuma competência. O Estado quer nossos filhos sob a sua asa apenas para transformá-los em mão de obra baratam gente sem a menor cultura.
Por que não podemos educar nossos filhos em casa? Bastaria um exame comprobatório pelo Estado e pronto. Por que temos de expô-los a uma instituição falsa, com falsos propósitos? É um crime maior ainda colocá-los na escola… Há interesses em jogo e gente bem grande por trás disso."

domingo, 13 de novembro de 2011

Viver os Princípios da Saúde

História de vida de uma família que rejeitou determinado tratamento de quimioterapia a Safira, uma menina de 6 anos, e que resolutamente enfrentaram a perseguição tanto do IPO, como da “protecção de menores” e do tribunal. Lições a retirar. Os remédios naturais ao alcance de todos.

Interessante Testemunho de Safira
Esta família procurou segundo os seus conhecimentos, oferecer o melhor tratamento possível a Safira, na qual foi diagnosticado um cancro nos rins. Após a operação ao órgão afectado, rejeitaram determinado tratamento de quimioterapia que reconheceram ser prejudicial para Safira e com possíveis efeitos irreversíveis na sua saúde geral, caso esta os conseguisse suportar.
Declararam ao IPO que não iriam comparecer com Safira nos tratamentos de quimioterapia, e que Safira seria tratada por meio de uma alimentação saudável e homeopatia. Depois de lhes ter sido comunicado, pelos órgãos referidos anteriormente, que o tratamento mencionado era de carácter obrigatório, ou correriam o risco de que lhes fosse retirada a filha, fugiram e viveram uma vida de nómadas, tanto em Portugal como no estrangeiro, a fim de evitarem ser encontrados.
Safira acabou por ser tratada pela imunoterapia, com vacinas dendríticas na Alemanha, e ao que tudo indica, com sucesso. Entretanto, os organismos já mencionados foram forçados a interromper tal perseguição inútil, uma vez que Safira foi tratada com sucesso. Apresento seguidamente o texto do blogue da SIC onde se faz a apresentação deste caso:

Grande Reportagem no domingo e debate na segunda!

Domingo, dia 30 de Outubro, no ‘Jornal da Noite’ 

Os pais de uma menina de seis anos, a quem foi diagnosticado um tumor no rim, rejeitaram a quimioterapia pós-operatória imposta pelo IPO. 
O caso seguiu para tribunal que decidiu forçar os tratamentos. Os pais tiveram de fugir de casa para que a sentença não fosse aplicada. Este é um trabalho de reportagem de Pedro Coelho e José Silva (imagem), com Patrícia Fonseca (Visão), Edição de Imagem de Ricardo Tenreiro e Grafismo de Isabel Cruz. Poderá encontrar em anexo uma sinopse mais alargada desta ‘Grande Reportagem’. 

Segunda feira, dia 31 de Outubro, debate sobre ‘Grande Reportagem’ Safira 
Debate conduzido por Clara de Sousa, no ‘Jornal da Noite’ Este caso lança dois tipos de dúvidas: uma clínica e outra legal. A clínica: será a quimioterapia a única terapêutica com resultados efetivos no combate ao cancro? Não seria mais eficaz poder associá-la a outros tratamentos, ainda em fase experimental, como a utilização de células do sistema imunitário? Até que ponto é que a atribuição do prémio Nóbel da medicina 2011 não vem abrir uma janela de oportunidade a essa associação, tornando esse tipo de terapias, ainda não convencionadas, ao alcance dos cidadãos? 
Cada doente tratado com quimioterapia custa em média aos Estados 50 mil euros – não estará o tratamento do cancro muito refém da indústria farmacêutica? A questão legal: um adulto pode recusar qualquer tipo de tratamento, mas uma criança (os pais dela) não. Este caso levanta a dúvida relativa ao direito à escolha: pode o IPO sobrepor-se aos pais quando os pais dizem que vão à procura de uma solução cientifica, mesmo que não convencionada, em substituição da quimioterapia? Pode a justiça fazer copy paste dos argumentos científicos do IPO (que se prova não serem inteiramente verdadeiros) e, sem ouvir os argumentos dos pais, tomar a decisão de os obrigar a levar a filha ao tratamento de quimioterapia; e se o não fizerem correrem o risco de perder a guarda da menina? Afinal nunca esteve em causa uma situação de emergência (caso de morte iminente), ainda que a juíza, influenciada pelos argumentos do IPO, tenha atuado exclusivamente nesse sentido? São estas as grandes questões a que este debate, conduzido por Clara de Sousa, tentará dar resposta. 
Se ainda for possível, reveja este caso nos seguintes vídeos:

Lições a Retirar
O meu interesse não é tanto comentar esta notícia mas sim realçar aspectos que julgo serem importantes para todas as famílias, pais e mães que procurem viver os princípios do Altíssimo, e infundi-los nos filhos.
Em 1º lugar, o meu elogio aos pais de Safira na medida em que, apesar de muito possivelmente terem sido considerados loucos, e sem bom senso, tanto pela família, amigos e opinião pública, foram ousados em se afirmar pelos seus valores, na medida em que preferiram uma perseguição moderna por parte da chamada democracia, ou antes, ditadura moderna, a serem escravos voluntários da mesma.
É lamentável que a igreja adventista do sétimo dia tendo sido em tempos passados aquele povo que sustinha em seus punhos a bandeira dos tratamentos naturais e de um estilo de vida saudável, tenha deixado de o fazer.
Em 12/11/2011 sonhei que estava junto com minha esposa mostrando a uma determinada pessoa aquilo que fora uma clínica adventista. Era um complexo de vários edifícios completamente abandonados e vazios, onde em vão tentamos encontrar alguém. À medida que mostrava cada edifício chorava profundamente por terem sido abandonados e esquecidos.
Compreendi que este sonho, onde vi edifícios desconhecidos, que se pareciam a um sanatório ou clínica abandonada no campo, e minha profunda tristeza por isso, representa o abandono dos princípios da saúde e dos remédios naturais por parte da igreja adventista e seus membros. É para mim uma profunda tristeza pensar que o povo que deveria ser o exemplo na saúde, tenha abandonado princípios sagrados e se tenha tornado escravo de uma medicina contrária a esses mesmos princípios. De igual forma é triste ver familiares reféns de uma medicina inferior, não só pelas consequências em termos de saúde, mas porque é uma verdadeira negação da fé nos princípios da saúde revelados pelo Criador.
Na verdade, os adventistas têm nas prateleiras livros de Ellen White que demonstram muito bem como nos havemos de tratar e alimentar. Vergonhosamente estes deixaram de pôr em prática tais ensinos, e de os defender com aquele valor com que o fizeram nos finais do séc. 19:
“Muitos adventistas escolhem e aconselham a dieta vegetariana porque a vêem como mais saudável e, portanto, vantajosa para o corpo terreno - o que é, consequentemente, uma motivação de saúde. Entretanto, são poucos os adventistas que seguem esta dieta.” http://pt.wikipedia.org/wiki/Vegetarianismo
Deixou de haver diferença entre os adventistas e as outras pessoas. De uma forma geral, uns e outros são escravos da grande máfia moderna, a medicina convencional e as farmacêuticas. Se um adventista tiver um cancro é tratado da mesma maneira, no mesmo lugar, e com o mesmo tratamento, seja de radioterapia, quimioterapia ou qualquer outro. Isto é uma clara negação de Ellen White, e dos princípios do Altíssimo expressos na Bíblia.
Isto para não dizer que já não há sequer espaço para a fé, pois para o mundo isso é uma loucura e uma vergonha, e “coitadinhos” dos adventistas que têm que dar “bom testemunho”, e não querem melindrar ninguém, e que se uniram ao mundo e são também escravos do sistema. São uns cobardes que não dão luta e à menor ameaça cedem logo à correnteza…
A unção não passa de um rito destituído de sentido, pois nada altera no restante do processo em caso de doença, ou seja, quem decide ser ungido não deixa de fazer o tratamento proposto pela medicina convencional, mostrando assim em quem deposita a sua fé, mas raras vezes é efectuada, e quase que é preciso preencher um “requerimento” à administração em Lisboa e com o “imprimatur do papa” adventista em Portugal.
Apesar dos “ruídos” das expos-saúde, a igreja adventista deixou-se ultrapassar em muitas matérias tal como a saúde. Lamentavelmente, há até no mundo homens e mulheres que em questão de sabedoria e prática dos tratamentos naturais, estão bem mais avançados. Mas o Criador, Yahuh dos Exércitos, serve-se hoje de homens e mulheres que estejam dispostos a servi-Lo em espírito e em verdade, em qualquer lugar deste mundo, e muitas vezes até daqueles que, não O conhecendo, ou pelo menos não conhecendo toda a verdade, actuam segundo o melhor conhecimento que têm, sendo correctos em suas consciências.
O caso de Safira é uma repreensão aos adventistas do sétimo dia, e um exemplo, no sentido da coragem, ousadia e afirmação que aqueles deveriam ter pelos princípios da fé e da saúde, por uma alimentação e estilo de vida saudáveis, por tratamentos naturais, renúncia ao apetite e rejeição de toda a substância nociva para a nossa saúde.
Está escrito: “Mais importa obedecer ao Altíssimo que aos homens” (At. 5:29). Onde estão aqueles que, como os discípulos, terão a coragem de se afirmar pela verdade diante das autoridades deste mundo, sob pena de serem perseguidos e prejudicados?!
“A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exacto; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é recto, ainda que caiam os céus.” Educação, pág. 57.
Não estou a defender princípios homeopáticos ou vacinas dendríticas, nem me irei pronunciar sobre tais coisas, mas antes valores e princípios de saúde mais elevados, mais simples, e ao alcance até dos pobres.

Remédios Naturais ao Alcance de Todos
Existem 7 remédios naturais à disposição de todo o ser humano: Fé e confiança no Criador, temperança, exercício físico, água, luz solar, ar puro e descanso. Nestes simples remédios encontra-se a cura para todos os males da humanidade, até mesmo a morte.  
Quanto à fé e confiança no Altíssimo, seja em caso de doença ou em qualquer outra circunstância, devemos sempre em 1º lugar apresentar nosso problema ao nosso Pai celestial. Está escrito:
“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor; E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.”
Tiago 5:14-16
Em relação à temperança, compreenda-se que além de uma alimentação saudável, ela envolve abster-nos de toda a substância nociva à nossa saúde, sejam drogas como o tabaco, álcool, café (cafeína), chá preto e verde, guaraná, chocolate, medicamentos, vacinas, anestesias, tratamentos medicinais com produtos químicos nocivos como a quimioterapia, bem como uma vasta gama de químicos utilizados nos produtos alimentares, etc. É de notar o testemunho de Yahushua quando pendurado no madeiro, que rejeitou até mesmo vinagre ou vinho, conforme a interpretação, que lhe poderia aliviar a dor, sabendo que o mesmo lhe poderia prejudicar a mente e prejudicar o plano da salvação da humanidade (Mt. 27:34; ver também O Desejado de Todas as Nações: http://www.ellenwhitebooks.com/?l=4&p=746).
Poderíamos ainda mencionar a importância de procurarmos em cada aspecto da nossa vida, viver da forma mais natural e ecológica possível, como por exemplo, evitarmos utilizar produtos plásticos na confecção dos alimentos. Outro exemplo é a agricultura biológica, que envolve não só o cuidado da nossa saúde pela alimentação, mas também pelo exercício físico, e ainda o cuidado da natureza.
Menciono ainda a gravidez livre de ecografias, etc, o parto natural, etc. De notar que a contracepção é condenada biblicamente, bem como a masturbação e o excesso sexual, causadores de inúmeras doenças na humanidade.
A medicina moderna erra bastante ao optar preferencialmente pelo tratamento, em detrimento da prevenção das doenças. Não existe apoio bíblico para transfusões de sangue, nem para as operações ao corpo humano, pois isso não faz parte dos ideais do nosso Pai. O Criador é o grande médico que nos pode curar, e além dos tratamentos por Ele autorizados, tanto internamente como externamente, devemos rejeitar tudo o resto. Se a humanidade seguisse os princípios de vida natural e simples propostos por Yahuh, não veríamos a onda de miséria e sofrimento que existem na actualidade. 
Quanto à alimentação, é de notar que quando falo de uma alimentação saudável, refiro-me à alimentação vegetariana, composta à base de frutas, cereais e nozes, hortaliças, em que, na medida do possível, devido ao avanço das doenças, se devem evitar produtos ovo-lácteos. Está escrito:
“E disse Yahuh: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.” Gênesis 1:29
“Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio.” Provérbios 15:17
Quero ainda englobar todos os produtos naturais como o mel, azeite, sumo de uva, etc. Evitar a doçaria, sobretudo quando houver mistura de leite, açúcar e ovos. Deve-se ainda evitar a mistura de frutas e verduras. As refeições devem ser o mais simples e natural possível, haver um intervalo de 5 a 6 horas entre as mesmas, e 2 refeições por dia são preferíveis a 3, como limite, evitando comer entre as refeições. Deve haver regularidade no comer e no descansar.
Quero dar um destaque especial ao consumo de frutas frescas no tratamento do cancro, bem como ao jejum, o qual no devido tempo tem grandes benefícios. Convém dizer que tanto as frutas como as hortaliças deterioradas são de igual forma prejudiciais como a carne e o peixe, causadores de tumores, câncer e outras doenças malignas, sendo que as mesmas devem ser frescas e da melhor qualidade possível:
A intemperança no comer é muitas vezes a causa da doença, e o que a natureza precisa mais é ser aliviada da indevida carga que lhe foi imposta. Em muitos casos de doença, o melhor remédio é o paciente jejuar por uma ou duas refeições, a fim de que os sobrecarregados órgãos digestivos tenham oportunidade de descansar. Um regime de frutas por alguns dias tem muitas vezes produzido grande benefício aos que trabalham com o cérebro. Muitas vezes um breve período de inteira abstinência de comida, seguido de alimento simples e moderadamente tomado, tem levado à cura por meio dos próprios esforços recuperadores da natureza. Um regime de abstinência por um ou dois meses, havia de convencer a muitos sofredores que a vereda da abnegação é o caminho para a saúde. A Ciência do Bom Viver, pág. 235. 
Em relação ao exercício físico, quero destacar o exercício ao ar livre como a caminhada, o cultivo da terra, a jardinagem, e as actividades que nos coloquem em contacto com a natureza. O propósito não deve ser a musculação no sentido da vaidade e exaltação do indivíduo, mas a manutenção da saúde do nosso corpo nas melhores condições possíveis. Não se deve abusar das forças físicas. Contudo, deve-se ter em mente que muitas vezes a dor que sentimos ao fazer um certo esforço, é apenas um sinal da nossa debilidade e definhamento muscular. Ou seja, pelo facto de não se utilizarem determinados músculos eles se tornam fracos e portanto isto é um sinal de que deveremos continuar esse esforço a fim de os fortalecer.
A água deve ser com abundância, tanto por dentro como por fora, na temperatura adequada à época. A água fria no fim dos banhos é um tónico que fortalece a nossa resistência ao frio, enquanto os banhos de imersão em água quente com frequência podem até diminuí-las. Dependendo dos casos, a hidroterapia, seja com água fria ou quente, é um verdadeiro remédio.
Quero destacar o ar puro, que é aquele que podemos respirar 24/24 horas, e por isso devemos expor o nosso organismo ao ambiente mais natural possível, ou seja, ao ar livre e sem poluição.
Quanto à exposição à luz solar, o cuidado e a maneira em que os antigos o faziam tem muito a nos ensinar, pois não se expunham desnecessariamente nos termos em que se faz hoje em dia nas praias. Por outro lado, passavam mais tempo ao ar livre do que hoje, mas buscando as horas mais frescas do dia e protegiam-se, com roupa, do sol directo nos braços, etc. (Interessante notar que antigamente não se viam pessoas em manga curta e calções, por exemplo, mas os membros andavam mais protegidos). A luz solar é um verdadeiro desinfectante das casas, das roupas e até actua como detergente nas roupas a corar.
Quanto ao descanso, como diz o ditado: “deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer”. Se não descansarmos bem, não poderemos viver bem!
Isto é apenas um resumo dos 7 remédios naturais. Aconselho o estudo dos livros “Conselhos Sobre o Regime Alimentar” e “Conselhos Sobre Saúde”. E também o livro que conhecemos hoje como “A Ciência do Bom Viver”, mas que na realidade teve o nome original de “Ministério da Cura”.
Apelo a uma verdadeira reforma da saúde entre todos aqueles que buscam servir ao Altíssimo de todo o seu coração, buscando viver o estilo de vida mais aproximado possível que viveremos na Nova Terra. Acredito que se estas regras reveladas a Ellen White forem postas em prática, multidões, entre os quais aqueles que se consideram povo do Altíssimo e que não têm posto em prática estes ensinamentos, encontrarão o tratamento e a cura para as suas diversas doenças, se tão-somente tiverem a coragem, a ousadia de o fazer, e sobretudo a fé:
“Será, pois, que, se ouvindo estes juízos, os guardardes e cumprirdes, Yahuh teu Altíssimo te guardará a aliança e a misericórdia que jurou a teus pais; E amar-te-á, e abençoar-te-á … E Yahuh de ti desviará toda a enfermidade; sobre ti não porá nenhuma das más doenças dos egípcios, que bem sabes, antes as porá sobre todos os que te odeiam. ” Deuteronómio 7:12-15

sábado, 5 de novembro de 2011

Curiosidades da King James

Tenho recebido vários emails de pessoas que acham que se Yahuh e Yahushua fossem os verdadeiros nomes do Pai e do Filho respectivamente, então isso teria sido revelado a Ellen White, e nesse caso ela não teria usado os nomes Jeová e Jesus, como fez. Quero apresentar algumas curiosidades da King James que nos permitem concluir que é um absurdo que muitos se agarrem ao nome Jeová e Jesus só porque Ellen White os utilizou em seus escritos.

Como já mencionei noutros artigos, houve aspectos da verdade que ficaram estabelecidos para os pioneiros desde o início de sua experiência pós-desapontamento de 1844, enquanto outros não. Ellen White só conheceu a verdade da reforma da saúde quase 20 anos depois de ter iniciado o seu ministério profético. Ou seja, durante estes anos sendo profetisa de Yahuh, esteve em transgressão das leis da saúde, não tendo compreendido que as mesmas estavam registadas nas páginas sagradas.
Embora ela, seu marido e os pioneiros em geral tivessem rejeitado a trindade, por ser uma doutrina pagã, e apesar de que ela sabia que algumas palavras da Bíblia foram alteradas, no entanto, nunca compreendeu que Mat. 28:19 foi alterado e que o baptismo em nome da trindade também era um erro de origem católica. Temos que reconhecer que a reforma ainda não terminou, pois além de que a igreja adventista tenha apostatado, e nos seja imperativo sair dela e abandonar muitos erros, existem muitas outras verdades a recuperar e a descobrir tal como o verdadeiro nome do Criador, do qual está escrito ser eterno (Êx. 3:15).
(Ver:
Quero apresentar algumas curiosidades da King James que nos permitem concluir que é um absurdo que muitos se agarrem ao nome Jeová e Jesus só porque Ellen White os utilizou em seus escritos. Ela serviu-se da versão bíblica autorizada existente em seu tempo. Analisemos dois versos:
“Which also our fathers that came after brought in with Jesus into the possession of the Gentiles, whom God drave out before the face of our fathers, unto the days of David; {that...: or, having received}” At. 7:45 (King James).
“For if Jesus had given them rest, then would he not afterward have spoken of another day. {Jesus: that is, Joshua}” Hb. 4:8 (King James).

Este é um caso insólito e ao mesmo tempo muito interessante!
No novo testamento da King James o nome Jesus é atribuído a Josué em duas situações distintas. Como explicar ou que conclusões retirar?!
Ao traduzirem do grego, como ambos os nomes se escrevem da mesma maneira, meteram-nos iguais. Isto leva-nos a fazer algumas perguntas. Porque é que estes nomes em grego são iguais, mas aparecem diferentes no novo testamento hebraico que possuo?! E porque é que nos antigos e novos testamentos em português são diferentes?! Isto faz lembrar as contas de certos políticos ou os negócios dos aldrabões.
Se as Bíblias foram traduzidas do grego, onde os nomes Josué e Jesus aparecem escritos da mesma maneira, como é que em português aparecem diferentes?! E como é que nomes pressupostamente diferentes em hebraico, se de facto são diferentes, resultaram em nomes iguais no grego? Isto não faz sentido nenhum! É caso para dizer “cheira a esturro” ou “aqui há gato”…
Na verdade estas aberrações só demonstram o erro e o engano de muitos daqueles que lidaram com o texto bíblico ao longo da história. O nome Josué, tal como aparece nas Bíblias em português, no antigo testamento, foi traduzido várias vezes da mesma palavra hebraica da qual se traduz Jesus no novo testamento hebraico/francês que possuo.
Na verdade, depois do cativeiro o nome hebraico de Josué sofreu alterações, mas nem por isso meteram outro nome diferente. Então porque é que o mesmo nome aparece num lado Josué e no outro Jesus?! Se no grego o nome é igual, obviamente que no hebraico também o é. Então porquê tamanha incoerência dentro duma mesma língua?! Na verdade, nem Josué, nem Jesus, que são duas transliterações diferentes e aberrantes duma mesma palavra hebraica, estão correctos.
Por outro lado, a famosa versão King James de 1611, não tinha as palavras Jesus ou Joshua (Josué) no novo testamento, mas sim Iesus.
Vejamos:

No antigo testamento aparece “Ioshua”:

No novo testamento, tanto em Actos como em Hebreus, aparece “Iesus”:


Ou seja, se Ellen White tivesse vivido uns anos antes, não teria adoptado em seus escritos a palavra Jesus, mas Iesus. Qual a mais fiel, a que Ellen White usou ou a de 1611?! Obviamente a de 1611. A prova é que à medida que o tempo avança, a tradução “evolui” negativamente, na medida em que perde a sua originalidade e é alterada, e neste caso vemos que em poucos anos um nome próprio, pressupostamente o do nosso Salvador, sofreu uma alteração drástica. Não é de admirar que mudanças maiores tenham ocorrido, ao ponto do nome Yahushua ser completamente eliminado, e de se ter colocado um nome híbrido, Jesus, a partir de outro nome também já alterado. Na verdade Ioshua é uma transliteração mais correcta da palavra hebraica da qual se traduziu Josué ou Jesus que não passam de invenção e desvio da verdade
Em que é que ficam os “aferrados” da King James, Jesus ou Iesus?! Porventura quererão os “aferrados” de certas palavras de Ellen White continuar a utilizar a palavra Jesus?! Então os de língua inglesa terão que continuar a usar expressões inglesas antigas que ela usou em seus livros, e que segundo esse modo de pensar são imutáveis ou sagradas!!!
Infelizmente, muitos estão mais agarrados à letra do que ao verdadeiro espírito de Ellen White. Mais depressa se agarram ao facto de que utilizou esta ou aquela palavra do que aos princípios que viveu e ensinou. Demonstram o mesmo espírito farisaico dos dirigentes religiosos no tempo de Yahushua. Servem-se de miudezas para rejeitarem grandes verdades, apegando-se às tradições e rudimentos do mundo.
Coam um mosquito e engolem um camelo!
Devemos dispor-nos a abrir o nosso coração a toda a verdade, mesmo as inconvenientes, a fim de entender correctamente a Palavra do Altíssimo:
Onde quer que os corações se abram para receber a verdade, o Ungido está pronto a instruí-los. Revela-lhes o Pai, e o serviço aceitável Àquele que lê o coração. Para esses não usa Ele de parábolas. Diz-lhes como à mulher junto à fonte: “Eu o sou, Eu que falo contigo.” João 4:26.Ciência do Bom Viver, pág. 28.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Coerentes com a Verdade

Adaptado da resposta a um leitor acerca de algumas dúvidas relacionadas com o facto de se orar ou não com alguém que invoque o Criador com um nome que não Lhe é próprio.


Quando compreendi estas verdades partilhei-as com os familiares adventistas, os quais as rejeitaram abertamente. Existe uma certa tolerância que podemos ter até um certo limite, que é quando partilhamos uma verdade e ela é completamente rejeitada. A partir daí seremos incoerentes se nos permitimos ou damos à liberdade de permanecer e compactuar com o erro.

Poderá fazer sentido participar numa oração onde cada um escolhe o nome que quer, e onde uns crêem na trindade e outros não?! Isso é ecumenismo e sincretismo!

Quantos católicos não oram aos por eles chamados santos da forma mais sincera e pura em seu conhecimento e consciência? Mas irei eu participar do erro pela ignorância do meu vizinho ou familiar?! Penso que seria retroceder em nossa experiência e ter por insignificantes, verdades mais valiosas que os mais valiosos tesouros. Tal como na trindade, muitos preferem permanecer no erro a admitir reformas em sua vida que o exponham à família, igreja e sociedade como um louco. Todas as nossas decisões terão uma consequência eterna para a nossa vida.

Não me estou a referir a pequenas variações que possam haver na escrita ou pronúncia do nome do Altíssimo, mas de erros gravíssimos. A Palavra de Yahuh nos adverte:

"E em tudo o que vos tenho dito, guardai-vos; e do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça da vossa boca." Êx. 23:13.

"Nossa condenação no Juízo não será resultado de havermos estado em erromas do fato de termos negligenciado as oportunidades enviadas pelo Céu, para conhecer a verdade.”O Desejado de Todas as Nações, págs. 489, 490.

Os meus sinceros desejos que todas as dúvidas dos leitores sejam desvanecidas e que o verdadeiro nome do Altíssimo seja louvado,

Sérgio Ventura

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Cristo – um Título Falso

Adaptado da resposta a um leitor acerca de suas dúvidas sobre o artigo “Este é o Meu Nome Eternamente”

Embora não tenha comentado o nome Cristo, mas apenas Jesus, desde então, e por não encontrar suficientes argumentos para endossar a palavra Cristo, passei a utilizar a palavra Ungido, o verdadeiro significado da palavra hebraica, adaptada para o português como Messias.

Se estiver aberto a conhecer a verdade, todas as suas dúvidas se desvanecerão. Porque será que no antigo testamento, de uma forma geral, não aparece a palavra Messias mas Ungido e no novo testamento aparece Cristo em vez de Ungido?!
 
Sendo que Messias significa Ungido, porque é que a palavra Ungido aparece de preferência a Messias? Porque é que no novo testamento os tradutores optam antes por colocar a palavra “aportuguesada” Cristo para definir Ungido? Não faz sentido!

Se a regra que os tradutores aplicam ao antigo testamento fosse aplicada ao novo, então não teríamos as palavras Cristo e cristãos, mas Ungido e ungidos respectivamente, tal como se faz referência em I Cr. 16:22.

Porque é que em Actos 4:26 aparece Ungido em vez de Messias ou Cristo?!

Acredito que a palavra Cristo tem também alguma origem pagã, e que Ungido é o mais correcto. Afinal de contas se não é um nome próprio, mas um título ou adjectivo porquê a insistência numa palavra que nem sequer é hebraica ou a palavra original utilizada nos primórdios da igreja?!

Existem algumas teorias que associam a palavra Cristo ao paganismo se bem que com pouco fundamento. Para mim os argumentos que apresentei em cima são suficientes.” 


No entanto, além da possível associação que se faz entre Cristo e krishna, existem muitos sites que apresentam a palavra Cristo como um título antigo para o deus sol, o que me parece bastante bem fundamentado, já que a adoração ao sol foi completamente infiltrada entre os chamados cristãos. Em alguns sites ligados às religiões nórdicas como os celtas, druidas, Yule, etc., encontrei a declaração: “"Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o Deus Sol”.


Não tenho dúvidas nenhumas que tanto Jesus como Cristo são palavras pagãs, muito concretamente relacionadas com divindades pagãs e a adoração ao sol.

Não esqueçamos que o Altíssimo esclarecerá o Seu povo que busca a verdade com todo o seu coração:

Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos,
Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento;
Se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz,
Se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares,
Então entenderás o temor de Yahuh, e acharás o conhecimento do Altíssimo.
Porque Yahuh dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento.
Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Provérbios 2:1-7

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Vaticano Apela Para Nova Ordem Mundial

“Para o Vaticano importa alcançar uma nova ordem económica mundial, baseada na ética e na procura do bem comum, dedicada “aos princípios de subsidiariedade e de solidariedade”.

Através desta nota, o Conselho Pontíficio para a Justiça e a Paz, pretende contribuir para o debate do G20, marcado para dias 3 e 4 de Novembro em Cannes, França.

Para o Vaticano importa alcançar uma nova ordem económica mundial, baseada na ética e na procura do bem comum, dedicada "aos princípios de subsidiariedade e de solidariedade". 

Lembrando Encíclicas de três Papas, João XXIII, Paulo VI e Bento XVI, o cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, Presidente do Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, sublinhou que o documento propõe "a formação de uma
Autoridade publica de competência universal, necessariamente super partes"(supranacional).

Este orgão deverá fazer prevalecer sempre o diálogo da razão política e jurídica com vista ao fim dos conflitos e injustiças sociais, nomeadamente "uma reforma dos sistemas financeiro e monetário internacionais que responda às exigências de todos os povos", acrescentou o cardeal.

Banco central mundial

Esta autoridade, inspirada na ONU, deveria "por-se ao serviço dos diferentes países membros, segundo o principio da subsidariedade" e "encorajar formas inéditas de solidariedade fiscal mundial", particularmente em favor das economias emergentes.

O Vaticano prõe ainda o estabelecimento de um "Banco central mundial" que governe as instituições financeiras existentes, as quais, refere, estão desatualizadas e são muitas vezes ineficazes ao lidar com as crises.

Pretende-se "ultrapassar esta situação que vê os estados lutarem permanentemente uns contra os outros", refere o documento.

O cardeal Turkson sublinhou "a autoridade deverá ter como fim específico o bem comum e deverá trabalhar e ser estruturada não como uma alavanca adicional de poder dos mais fortes sobre os mais fracos. Neste sentido deverá desenvolver um papel super partes, através do primado do direito da pessoa, de forma a favorecer o desenvolvimento integral de toda a comunidade humana, entendida - neste quadro - como a "comunidade das Nações"."


O Vaticano defendeu ainda a introdução de um imposto sobre as transações financeiras. E condicionou a recapitalização dos bancos com fundos públicos à adoção de "comportamentos virtuosos e com o objetivo de desenvolver a economia real".  

Apelo Inspirado na Encíclica
Caritas in Veritate, de Bento XVI


Na apresentação do documento, o cardeal Peter Kodwo lembrou ainda as recomendações da Encíclica de Bento XVI
Caritas in Veritate, de 2009, a qual alertava para os perigos de um sistema capitalista desregrado e para a necessidade de uma renovação cultural.

"A complexidade e gravidade da actual situação económica é uma preocupação justa, mas devemos assumir com realismo e esperança a nova responsabilidade a que nos chama o cenário de um mundo necessitado de uma profunda renovação cultural e da redescoberta dos valores de fundo sobre os quais contruir um futuro melhor" escrevia então o Papa.

Segundo o cardeal Peter Turkson, o documento hoje apresentado tem por objectivo "fazer de novo as forças, em particular as financeiras, serem instrumentos fundamentais ao serviço do progresso e do desenvolvimento geral da economia real".

O documento abre com uma citação de Paulo VI, da Encíclica
Populorium progressio, de 1976, em plena guerra fria: "A actual situação do mundo exige uma acção conjunta baseada numa visão clara de todos os aspetos económicos, sociais, culturais e espirituais", sublinhando ainda que o papel da Igreja, sob o impulso do Espírito Santo, é unicamente servir o bem comum, seguindo o exemplo de Cristo.

 

Não são necessários grandes comentários. Afinal de contas este é um tema que tem vindo a ser progressivamente agitado por diferentes políticos internacionais como o presidente Bush. A igreja católica, apesar das fortes críticas por causa dos seus vergonhosos casos de pedofilia, emerge como uma força espiritual que contagia de “esperança” os governantes e as multidões. Depois de tantos fracassos no mundo da política e perante a catastrófica situação económica mundial, importa encontrar uma solução rápida, “mesmo que seja do Vaticano”!  
O papa Bento XVI insurge-se assim como alguém que não só apela para a Nova Ordem Mundial, mas como um líder mediador entre as nações para o bem comum. Passo a passo, o controle da igreja católica sobre as nações se estabelece, anunciando-se um decreto dominical mundial.
A ameaça sobre o povo do Altíssimo Criador é clara!
Aliás, se analisarmos as “cruzadas” ocidentais no mundo muçulmano a pretexto do bem comum durante o corrente ano 2011, vemos como a opinião pública foi forjada por meio das televisões, a fim acatarem as decisões dos líderes mundiais e matarem se necessário for aqueles que são considerados terroristas, rebeldes ou que pressupostamente afectem o bem comum.
Ou seja, a morte de Kadafhi, e a queda do seu governo, conforme é noticiada, é um símbolo do que se fará a qualquer que desafiar esta Nova Ordem Mundial.
Não é esta notícia uma ameaça aos fiéis de Yahuh?
Não sabemos nós que os guardadores do Verdadeiro Sábado serão acusados de serem terroristas e causadores de desgraças mundiais por não guardarem o domingo?! 
Firmemo-nos sobre a Rocha enquanto podemos…

A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


Podemos Ir a Yahushua e Receber Não Só Perdão Mas Também Salvação de Todo o Pecado

"Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." I Jo 1:9.



YAHUSHUA "salvará o Seu povo dos seus pecados." Mat. 1:21. Este presente está disponível a cada um de nós. Amén!


Condições para ser justificado por Yahushua

Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.



Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.




Quem pode medir os resultados?

Se tens apreciado estes artigos, partilha 1assimdizosenhor.blogspot.pt com os teus irmãos.







" ...a obra da graça no coração é pequena ao princípio. É dita uma palavra, um raio de luz projectado na alma, exercida uma influência que é o início da nova vida; e quem pode medir os resultados?" Ellen White (P.J. pág. 78)