A luz que emana do Criador já existia, creio que aqui se descreve algum elemento novo, visto ser descrita de "boa". Precisamos entender claramente a que se refere esta separação entre a luz e as trevas. Estas últimas vêm associadas com o abismo, e parece haver um diferença nítida entre este e a face das águas onde se movia o Espírito do Altíssimo.
No livro de Jó cap. 26:10 está escrito: "Marcou um limite sobre a superfície das águas em redor, até aos confins da luz e das trevas."
Este verso faz referência a gigantescos muros de gelo que seguram as águas dos oceanos, a chamada Antártida, e que na verdade não aparece no mapa símbolo da ONU como continente, pois de facto não o é. No fim destes muros existe o grande abismo, onde termina o território da luz, e começa o das trevas.
Mas como fez o Criador separação entre ambas, pelo espaço físico que impede a entrada da luz no abismo?! Onde há luz não existem trevas, mas onde a luz não chega, ou não entra, existem!
Creio que temos de fazer uma diferença entre trevas interiores, no mundo dos viventes, e exteriores (Mt. 25:30), que são aquelas associadas à morte e sepultura, ao inferno, ao mundo inferior e subterrâneo, desconhecido, onde à luz não é permitido entrar.
5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
Mas afinal o que foi esta luz, criada no primeiro dia e que fez separação entre trevas exteriores e interiores?! Que houve que fizesse separação entre dia e noite e tarde e manhã, os relâmpagos do Altíssimo durante o dia, em Sua actividade criadora?! Será a energia eléctrica, um elemento comunicador de vida, sem o qual as plantas no 3° dia não poderiam germinar?! Os relâmpagos produzem ozono, desinfectante e protetor solar, amigo do ambiente (nas devidas proporções), sem o qual as plantas se queimariam.
E na verdade que outro elemento natural existe podendo produzir tanta luz como para se chamar dia, senão os relâmpagos?!
6 E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
Noutras traduções encontramos firmamento, ou abôbada.
7 E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
8 E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
Ou seja, a esta expansão, firmanento ou abôbada chamou-se Céus, mostrando claramente que este relato refere-se a esta terra e não a outros mundos ou à criação que exista para lá da Terra, do chamado universo.
Este novo elemento não é algo absctrato, etéreo, não palpável, indefinido, mas algo firme, sólido, tão sólido que é intransponível, e por isso consegue separar as águas, e conter as águas que estão sobre ele. Desta forma podemos entender que existe um oceano por cima do que o Criador chamou de Céus. As águas que estão em baixo são os respectivos oceanos que conhecemos, e não as nuvens uma vez que até ao dilúvio não tinha chovido, nem havia temporais, ou pelo menos como as conhecemos hoje.
É bastante pertinente, o comentário da tradução francesa "La Nouvelle Bible Segond", edição de estudo ao verso 6:
"voûte ou étendue (hébreu raquia`, Ez 1.22-25; 10.1 ; Ps 19:2 ; 150.1 ; Dn 12.3 voûte celeste) ; Vg* a traduit firmamentum, qui suggère un élement solide (ferme) et qui a donné notre mot firmament. Le terme hébreu évoque une plaque ou une feuille de métal aplatie ou courbée à coups de marteau (...); ici il faut sans doute se représenter une sorte de plafond vôuté qui sépare les eaux d'en haut et les eaux d'en bas pour ménager l'espace de la vie..."
Portanto a palavra hebraica raquia sugere um elemento sólido, firme e que deu a nossa palavra firmamento, evoca uma placa ou uma folha de metal aplanada ou curvada com marteladas. Faz-se assim uma representação de uma espécie de tecto abobadado que separa as águas de cima e as águas de baixo de maneira a proporcionar um espaço para a vida.
9 E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi.
10 E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.
11 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.
12 E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.
Na verdade os oceanos tal como os conhecemos hoje, só existiram a partir do 3°dia, pois então eram águas desordenadas debaixo do firmamento. Foi criada a terra, na forma de um só continente, com as fontes, rios e lagos, e toda a vegetação, bem como a atmosfera, e o ar que respiramos.
Entendo que neste dia se criou também o oxigénio, o nitrogénio ou azoto, e restantes elementos do ar que respiramos, pois as águas se ajuntaram num só espaço, criando a atmosfera. Através dos relâmpagos, em conjunto com o oxigênio, se produziu a camada de ozono, preparando-se o caminho para as plantas suportarem a luz solar, a qual por sua vez também o produz; produziram-se também abundantes nutrientes, tão necessários ao crescimento das plantas, como é o azoto, através do seu respectivo ciclo.
Até este dia havia muitos relâmpagos, não só pela actividade criadora de Yahuh e Seu Filho Yahushua, mas também em razão da desordem das águas, em forma de nuvens ou vapores, proporcionando abundantes relâmpagos. Mas tendo-se ajuntado as águas num só lugar, tendo havido alteração das primeira condições físicas, não mais se verificariam, senão só a partir do dilúvio, por causa do pecado, quando então a terra entrou num estado caótico e desordenado, tendo algumas semelhanças com aquele em que se encontrara no princípio.
Dizendo isto, não estou a dizer que o mundo antes de ser criado era caótico e desordenado, mas que o mundo como que retrocedeu ao tempo da criação, quando não havia ainda separação entre águas e águas, não havia porção seca, nem seres vivos.
Creio que o Criador de uma forma ordenada, inteligente, criou todas as coisas a partir de algo que em si mesmo era belo, e cheio de sabedoria.
O mundo precisaria agora de luminares que substituíssem os relâmpagos!
14 E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.
Foram criados luminares e foram postos no firmamento, não a 150 milhões de km (no caso do sol) ou quaisquer outras distâncias absurdas. O facto de que tanto o sol como a lua sejam chamados de luminares, parece sustentar o facto de que ambos possuiem luz própria, contrariamente ao que a falsa ciência diz.
15 E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.
Foram feitos para iluminar a terra e não um falso sistema solar. Eles estão na terra a poucos km acima de nós.
16 E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.
Se bem que diferenciados entre si pelo brilho ou luz que possuem, vemos claramente que sol e lua apresentam tamanhos similares. Não têm os tamanhos astronômicos que a ciência pretende, nem estes nem as estrelas, tão pouco o sol é uma estrela, o que é completamente ridículo. Se assim fosse quando as estrelas cadentes se aproximassem da terra, apresentariam tamanhos gigantescos, o que não é o caso, pois vemos apenas pequenos corpos brilhantes, inferiores ao sol e à lua.
17 E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra,
18 E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom.
19 E foi a tarde e a manhã, o dia quarto.
Temos uma clara repetição de que eles foram postos na expansão dos céus, ou seja no firmamento, tanto o sol, como a lua e as estrelas, e não a anos luz da terra como pretendem mentes fracas, loucas e enganadoras.
Foram postos como sinais, para tempos determinados, dias e anos. E na verdade vemos como o sol, que governa o dia marca um período de 24 horas, o dia, bem como um período de 365/366 dias, o ano. A lua que governa a noite, demarca também as noites, e os meses, e também os anos se bem que com alguma diferença, e creio que isso foi resultado do pecado.
Acredito que a lua a partir do 4° dia começou o seu crescimento, mostrando-se como lua nova no início do primeiro sábado da criação, e com as restantes fases em paralelo com cada Sábado de cada mês, marcando os 7 dias da semana, e indicando invariavelmente cada Sábado, postos como sagrados desde a criação da Terra (Gén. 2:1-3). Assim será novamente na nova terra (Is. 66:23)!
Foram ainda postos para sinais, e tempos determinados. Ou seja temos aqui referência a sinais como aqueles narrados nas Escrituras Sagradas, como o dias em que o sol e a lua pararam nos dias de Josué (Jos. 10:12-14), e do rei Ezequias (II Rs. 20:10,11), e nas profecias referentes à 2° vinda de Yahushua (Lc. 21:25). Temos também aqui uma referência às estações do ano, as quais nos são apresentadas apenas como duas (Gén. 8:22), e invariáveis, até ao fim do mundo.
As alterações climáticas são um claro indício da proximidade do fim do mundo.
Quanto às estações do ano a Bíblia faz menção acerca da lua (Sl. 104:19) como a razão da mesmas, e na verdade a luz da lua apresenta-se como uma luz fria, refrescando as noites e produzindo Inverno e Verão. Temos o ditado que diz que "não há luar como o de Janeiro, nem amor como o primeiro", no sentido do luar de Janeiro ser muito frio.
Analisem estas verdades em espírito de oração e sinceridade, estudem as Escrituras por vós mesmos, pois na verdade, homens ditos doutores, e escolas chamadas de superiores estão ensinando loucuras, e as maiores parvoíces, inventadas à face da Terra plana, cegos conduzindo outros cegos!
Liberta-te dessa ditadura, dessa cegueira e vê com os teus próprios olhos, não com óculos de cinema...
A verdade virá ao de cima, e finalmente o Altíssimo e Sua Palavra serão exaltados. Existem muitos outros versos, dos quais falarei noutras oportunidades. Quero terminar com algo que me parece surpreendente e revelador.
Por que razão o céu é azul, e os mares se apresentam azuis?!
Sim, porque razão, falem os doutores e a ciência e os sábios deste mundo. Então..? Só tretas!
Não podem, porque a única explicação clara, simples e evidente que existe é o trono do Altíssimo ser azul. Será todo o firmamento de uma espécie de pedra de safira, ou essa cor simplesmente é reflectida através dele?! Olhemos o texto sagrado:
"E viram o Deus de Israel, e debaixo de seus pés havia como que uma pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade." Êx. 24:10
"Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos." Sl. 19:1
"Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar;". Is. 40:22
"Assim diz SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?" Is. 66:1
Esta é a razão pela qual a cor azul é a cor com maior destaque nesta terra, indicando claramente o poder e a glória do Criador.
Paz e saúde deste vosso servo,
Sérgio Ventura