NOTA IMPORTANTE:
Antes destes acontecimentos terem lugar, e muito em breve, ocorrerá a vinda de Satanás a esta Terra, personificando a Yahushua, o Ungido (erradamente chamado Jesus Cristo, ver http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/06/este-e-o-meu-nome-eternamente.html)! Sim, ainda antes da lei dominical. Ver: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/04/alerta-satanas-aparece-como-benfeitor.html
Durante este estudo das sete trombetas veremos que terríveis pragas terão lugar no nosso planeta, ainda antes do fim do tempo da graça. Estas são uma clara advertência a um mundo que se esqueceu do seu Criador, que está finalizando Sua obra de intercessão pela humanidade no santuário celestial. É de notar que mesmo antes das trombetas haverão outras pragas, mas não com a mesma intensidade.
“As pragas do Altíssimo já estão caindo sobre a terra, arrebatando os edifícios mais sumptuosos como por um sopro de fogo do céu. Esses juízos não farão com que os cristãos professos caiam em si? O Altíssimo permite que sobrevenham para que o mundo se acautele, para que os pecadores temam e tremam diante d’Ele.” Eventos Finais, pág. 26.
“O Altíssimo tem um propósito ao permitir que ocorram essas calamidades. Elas constituem um de Seus meios para chamar homens e mulheres à razão. Mediante actuações incomuns da Natureza, o Altíssimo expressará a instrumentalidades humanas em dúvida o que Ele revela claramente em sua Palavra.” Ibidem.
O Dia da Expiação
“Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação (…). Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada a Yahuh.” Lev. 23:24, 27 (ARA)
Nesse dia, simbolicamente, o santuário era purificado de todo o pecado acumulado ao longo do ano. Cada vez que alguém pecava, e confessava o seu pecado, impondo as mãos sobre a cabeça do cordeiro, no pátio do templo, esse pecado era então simbolicamente transferido para o santuário, através do sangue desse mesmo animal, pelo sacerdote.
“O pecador arrependido trazia a sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. Pela sua própria mão era então morto o animal, e o sangue era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca que continha a lei que o pecador transgredira. Por esta cerimónia, mediante o sangue, o pecado era figuradamente transferido para o santuário. (…)
Tal era a obra que dia após dia continuava, durante o ano todo. Os pecados de Israel, sendo assim transferidos para o santuário, ficavam contaminados os lugares santos, e uma obra especial se tornava necessária para sua remoção. O Altíssimo ordenara que se fizesse expiação por cada um dos compartimentos sagrados, assim como pelo altar, para o purificar "das imundícies dos filhos de Israel", e o santificar. Lev. 16:19.
"E Arão porá ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniquidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem designado para isso. Assim aquele bode levará sobre si todas as iniquidades deles à terra solitária." Lev. 16:21 e 22. Antes que o bode tivesse desta maneira sido enviado não se considerava o povo livre do fardo de seus pecados. Cada homem deveria afligir sua alma, enquanto prosseguia a obra da expiação. Toda ocupação era posta de lado, e toda a congregação de Israel passava o dia em humilhação solene perante o Altíssimo, com oração, jejum e profundo exame de coração.
Importantes verdades concernentes à obra expiatória eram ensinadas ao povo por meio deste serviço anual. Nas ofertas para o pecado apresentadas durante o ano, havia sido aceito um substituto em lugar do pecador; mas o sangue da vítima não fizera completa expiação pelo pecado. Apenas provera o meio pelo qual este fora transferido para o santuário. Pela oferta do sangue, o pecador reconhecia a autoridade da lei, confessava a culpa de sua transgressão, e exprimia sua fé nAquele que tiraria o pecado do mundo; mas não estava inteiramente livre da condenação da lei. No dia da expiação, o sumo sacerdote, havendo tomado uma oferta para a congregação, ia ao lugar santíssimo com o sangue e o aspergia sobre o propiciatório, em cima das tábuas da lei. Assim se satisfaziam os reclamos da lei, que exigia a vida do pecador. Então, em seu carácter de mediador, o sacerdote tomava sobre si os pecados e, saindo do santuário, levava consigo o fardo das culpas de Israel. À porta do tabernáculo colocava as mãos sobre a cabeça do bode emissário e confessava sobre ele "todas as iniquidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, segundo todos os seus pecados", pondo-as sobre a cabeça do bode. E, assim como o bode que levava esses pecados era enviado dali; tais pecados, juntamente com o bode, eram considerados separados do povo para sempre. Este era o cerimonial efectuado como "exemplar e sombra das coisas celestiais". Heb. 8:5.” Patriarcas e Profetas, pág. 354-356, (cap. O tabernáculo e seus serviços).
O Antítipo do Dia da Expiação
“Porque o Ungido não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face do Altíssimo…” Hb. 9:8,9,11,24.
No grande dia da paga final, os mortos devem ser "julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras". Apoc. 20:12. Então, pela virtude do sangue expiatório do Ungido, os pecados de todo o verdadeiro arrependido serão eliminados dos livros do Céu. Assim o santuário estará livre ou purificado, do registro de pecado. No tipo, esta grande obra de expiação, ou cancelamento de pecados, era representada pelas cerimônias do dia da expiação, a saber, pela purificação do santuário terrestre, a qual se realizava pela remoção dos pecados com que ele ficara contaminado, remoção efetuada pela virtude do sangue da oferta para o pecado.
Assim como na expiação final os pecados dos verdadeiros arrependidos serão apagados dos registros do Céu, para não mais serem lembrados nem virem à mente, assim no serviço típico eram levados ao deserto, para sempre separados da congregação.
Em Daniel 8:14 encontramos a profecia: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs [2300 anos, contados a partir de 457 a.c até 1844 d.c. (Dan 8:17,26; 9:24,25,26)], e o santuário será purificado.” Esta profecia indica-nos o tempo exacto em que o Ungido passou do lugar santo ao lugar santíssimo do santuário celestial – terça-feira, 22 de Outubro de 1844. Nesse dia teve início o juízo investigativo, o antítipo do dia da expiação. Passarei a explicar.
“O anúncio de que o templo do Altíssimo se abrira no Céu, e de que fora vista a arca de Seu concerto, indica a abertura do lugar santíssimo do santuário celestial, em 1844, ao entrar o Ungido ali para efectuar a obra finalizadora da expiação.” O Grande Conflito, pág. 433.
Ellen White deixa claro nesta citação do Grande Conflito, que Apocalipse 11: 19 se refere à passagem de Yahushua do lugar Santo para o lugar Santíssimo. Ora, esta passagem se encontra mesmo no final da descrição da sétima trombeta, o que nos indica que as sete trombetas “tocaram”, no decorrer da história, até 1844, advertindo e apontando para o dia da expiação no lugar santíssimo do santuário celestial, a começar com o juízo investigativo dos mortos inscritos no livro da vida.
O testemunho de Ellen White e a história confirmam o cumprimento passado das predições feitas há muito pela Palavra do Altíssimo, no que respeita às trombetas de Apocalipse 8-11.
“No ano de 1840 outro notável cumprimento de profecia despertou geral interesse. Dois anos antes, Josias Litch, um dos principais ministros que pregavam o segundo advento, publicou uma explicação de Apocalipse 9, predizendo a queda do Império Otomano. (…) O acontecimento cumpriu exactamente a predição.” O Grande Conflito, pág. 334.
Não só no livro de Joel, mas também noutros livros como Jeremias e Sofonias: “Não posso calar-me, porque ouves, ó minha alma, o som da trombeta, o alarido de guerra. Golpe sobre golpe se anuncia, pois a terra toda já está destruída…” Jer. 4: 19, 20
“Aquele dia é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e de desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e densas trevas, dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas.” Sof. 1: 15, 16
É certo que estes textos tiveram uma aplicação no passado, no entanto, todos eles convergem especialmente para o fim deste mundo, advertindo para o fim do tempo de graça concedido pelo Altíssimo ao Seu povo e a toda a humanidade.
• Como nos dias de Noé
Que encontramos nos dias de Noé que possamos relacionar com as sete trombetas?
Referindo-se aos antediluvianos, Ellen White escreveu: “O seu tempo estava quase a expirar. Noé tinha fielmente seguido as instruções que recebera do Altíssimo. (…) E agora o servo do Altíssimo fez o seu último e solene apelo ao povo. Com um desejo angustioso, que as palavras não podem exprimir, solicitou que buscassem refúgio enquanto ainda se poderia achar. (…) Subitamente veio silêncio sobre a turba zombadora. Animais de toda a espécie, os mais ferozes bem como os mais mansos, foram vistos vindo das montanhas e florestas, e encaminhando-se silenciosamente para a arca.” Patriarcas e Profetas, pág. 97.
Desta forma podemos concluir que, assim como antes que o fim do tempo da graça terminasse para os antediluvianos, lhes foram feitas as últimas advertências, por meio dos animais, durante os sete dias em que eles entraram na arca, também para a última geração nesta terra haverão 7 advertências finais antes que se feche para sempre a porta da graça. Assim como Noé e sua família passaram por um período de 7 dias, de prova e angústia, antes do dilúvio, e depois mais 40 dias de terrível tempestade e angústia, também nós passaremos por um período de grande angústia – a angústia de Jacó – depois que tenham começado a cair as primeiras das 7 últimas pragas.
• As 7 trombetas ainda soarão
Tal como antes do dilúvio e antes da queda de Jericó, o Altíssimo fará suas advertências, não só por meio de seus servos mas também por meio das sete trombetas que tocarão antes que termine o tempo da graça do Altíssimo para a última geração.
De uma boa compreensão do português, podemos concluir que, para haver sete últimas pragas, antes, têm que haver as primeiras pragas. As 7 trombetas são também consideradas pragas (ver Apoc. 9:18, 20).
Escatologicamente, as 7 trombetas, tal como as 7 últimas pragas, devem-se interpretar literalmente, apesar da existência de algumas expressões simbólicas, as quais em alguns casos, são explicadas pelo próprio texto. (Apoc. 9:1,11; 9:3,8,9,11; 16: 13,14).
Não faz sentido que, perante dois acontecimentos escatológicos, interpretemos um de uma forma literal e outro de uma forma simbólica, como que tendo uma aplicação unicamente histórica.
Comparação dos Dois Eventos
Ao chegarmos à sétima trombeta, podemos compreender claramente que é chegado o fim do tempo da graça para este mundo. A arca da aliança será vista novamente no céu, pois chegou ao fim a intercessão do Ungido, e Ele então sai do santuário. Nas 7 últimas pragas, o limite da cólera do Altíssimo foi atingido, por isso se fala de taças derramadas, pois a medida está completa e transborda (Apoc. 15: 1; 16: 1).
O Fim do Tempo da Graça Para o Professo Povo do Altíssimo
Temos nestes versos um pequeno vislumbre daquilo que se passará no santuário celestial imediatamente antes do toque das 7 trombetas no fim do tempo. O fim da intercessão pelos santos e do respectivo juízo investigativo, e a intercessão por meio do castigo por aqueles que não tiveram os mesmos privilégios quanto ao conhecimento da verdade.
O altar de ouro, no lugar santo, onde era aspergido uma pequena parte do sangue do animal morto (Lv. 4:17,18), servia para queimar e oferecer o incenso, símbolo das orações dos santos. Sobre o altar, estava um incensário que continha brasas, e todos os dias de manhã e à tarde era ali oferecido incenso. No dia da expiação, o sumo-sacerdote também oferecia incenso no lugar santíssimo:
“Tomará também o incensário cheio de brasas de fogo do altar, de diante de Yahuh, e os seus punhos cheios de incenso aromático moído, e o levará para dentro do véu. E porá o incenso sobre o fogo perante Yahuh, e a nuvem do incenso cobrirá o propiciatório, que está sobre o testemunho, para que não morra.” Lv. 16:12.
Devemos ter em mente que, numa aplicação escatológica das trombetas, Yahushua não se encontra mais no lugar santo mas no santíssimo, continuando a interceder por Seu professo povo e investigando os casos de cada um, desde os mortos até aos vivos. Na aplicação histórica das trombetas Yahushua, estando no lugar santo a interceder por Seu professo povo, judeus e gentios convertidos ao Ungido, estava ainda a interceder por mais uma geração do povo judeu, que não tinha culpa do pecado de seus pais. Mas havendo essa geração rejeitado o Salvador como seus pais o fizeram, logo a graça terminou para eles e foram castigados com “fogo” lançado do altar. Jerusalém foi então destruída, cerca de 40 anos depois, uma geração (Lc. 21:32; O Grande Conflito, pág. 25).
Assim, este anjo representado como estando no lugar santo, oferecendo muito incenso pelos santos, isto é, intercedendo por eles, é na realidade o Ungido, Miguel, o “Anjo de Yahuh”. Presentemente, Ele está intercedendo, mas no lugar santíssimo para ali fazer expiação pelos santos vivos. Quando terminar, Ele tomará o incensário de ouro, enchê-lo-á de brasas, e lançá-lo-á na terra, simbolizando ao mesmo tempo, o final da intercessão pelos santos já inscritos no livro da vida, e o início de uma intercessão especial em forma de castigo para advertir o povo do Altíssimo que ainda está em Babilónia (Ap.18:4).
Yahushua disse: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te.” Apoc. 3: 19 (ARA)
“Caiu, caiu a grande Babilónia”. “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” Apoc. 18:2,4 (ARC).
"Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa do Altíssimo; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho do Altíssimo?" I Pe. 4;17.
"Vi anjos indo aceleradamente de um lado para o outro no Céu. Um anjo com um tinteiro de escrivão ao lado voltou da Terra, e referiu a Yahushua que sua obra estava feita, e os santos estavam numerados e selados [ver Ez. 9:3,4; Test. Igr., vol. 3, pág. 265-267]. Então vi Yahushua, que havia estado a ministrar diante da arca, a qual contém os Dez Mandamentos, lançar o incensário. Levantou as mãos e com grande voz disse: "Está feito." Eventos Finais, pág.197.
• Os 144 mil
Como parte da descrição da quinta trombeta está escrito: “... e foi-lhes dito que não causassem dano à erva da terra, nem a qualquer coisa verde, nem a árvore alguma e tão somente aos homens que não têm o selo do Altíssimo sobre a fronte. ” Apoc. 9:4 (ARA)
Também aqui se faz alusão ao selo do Altíssimo colocado nas frontes dos 144.000. Existe uma relação entre estes dois textos. Ambos, de uma forma directa ou indirecta, fazem referência aos selados do Altíssimo que estarão vivos por ocasião da vinda de Yahushua, em número de 144.000, provenientes das 12 tribos de Israel. (Faltam as tribos de Dã e Efraim, pois foi em seu território que foram colocados os bezerros de ouro - I Reis 12: 29. No entanto, houve sempre um remanescente fiel - II Cr. 11:16.) O Altíssimo prometeu congregar de novo o Seu povo, os israelitas fiéis - Is. 11:12; Apoc. 7:3,4. Essas promessas ainda não se cumpriram. Isto confirma mais uma vez a escatologia das 7 trombetas, uma vez que o selamento dos 144 mil é um acontecimento dos últimos dias.
Nas trombetas – as 7 primeiras pragas – os 4 ventos já terão sido soltos, pois os santos já foram selados e as árvores, a terra e o mar já foram atingidos por esses juízos.
As 7 trombetas, tal como as 7 últimas pragas, são juízos do Altíssimo enviados à Terra, mas os que têm o selo do Altíssimo não os sofrerão (Ap. 9:4; 16:2; Sl. 91:1, 10), tal como os israelitas no passado foram poupados de sofrer as pragas do Egipto (Êx. 8:22,23; 9:4-6, 26).
"Os que se estão unindo com o mundo, estão-se amoldando ao modelo mundano, e preparando-se para o sinal da besta. Os que desconfiam do eu, que se humilham diante do Altíssimo, e purificam a alma pela obediência à verdade, estão recebendo o molde divino, e preparando-se para receber na fronte o selo do Altíssimo. Quando sair o decreto [dominical], e o selo for aplicado, seu carácter [dos 144000], permanecerá puro e sem mácula para toda a eternidade.
Agora é o tempo de preparar-nos. O selo do Altíssimo jamais será colocado à testa de um homem ou mulher impuros. Jamais será colocado à testa de um homem ou mulher cobiçosos ou amantes do mundo. Jamais será colocado à testa de homens ou mulheres de língua falsa ou coração enganoso. Todos os que recebem o selo devem ser imaculados diante do Altíssimo - candidatos para o Céu. Pesquisai as Escrituras por vós mesmos, para que possais compreender a terrível solenidade do tempo presente." Testemunhos Selectos, Vol. 2, pág. 71.
"A grande questão que está tão próxima [o cumprimento da lei dominical] eliminará aqueles a quem o Altíssimo não designou, e Ele terá um ministério puro, leal, santificado e preparado para a chuva serôdia." Eventos Finais, pág. 155.
"Os lugares vagos nas fileiras serão preenchidos pelos que foram representados pelo Ungido como tendo chegado na hora undécima. Há muitos com quem o Espírito do Altíssimo está lutando. O tempo dos juízos destruidores da parte do Altíssimo [para o Seu professo povo] é o tempo de misericórdia para aqueles que [agora] não têm oportunidade de aprender o que é a verdade [referência às trombetas que são também pragas, depois da lei dominical]. Yahuh olhará para eles com ternura. Seu coração compassivo se enternece, e a mão de Yahuh ainda está estendida para salvar, enquanto a porta é fechada para os que não querem entrar [os adventistas do sétimo dia infiéis]. Será admitido um grande número de pessoas que nestes últimos dias ouvirem a verdade pela primeira vez." Idem, pág. 157.
Os 144000 são um número literal (Ver Primeiros Escritos, pág. 15), são descendentes das 12 tribos de Israel espalhadas por toda a terra (quer tenham consciência disso ou não), que tendo também feito parte da igreja adventista do sétimo dia, a abandonaram finalmente por sua apostasia. Estes, de uma maneira especial, alcançarão um relacionamento muito íntimo com o Ungido e a perfeição.
Muitos entre os remanescentes adventistas serão selados, mas nem todos farão parte do grupo dos 144000. Crianças, idosos e outros serão chamados ao descanso (Eventos Finais, pág. 119, 120), pois não estarão preparados para suportar o tempo de angústia. Todos os salvos terão sido selados, mas os 144000 serão um grupo especial que reflectirá o carácter do Ungido. São aqueles que gemem e estão em agonia pelos pecados em Jerusalém - a professa igreja do Altíssimo (Testemunhos Para a Igreja Vol. 3, pág. 265-267).
“Um anjo que volta da Terra anuncia que a sua obra está feita; o mundo foi submetido à prova final, e todos os que se mostrarem fiéis aos preceitos divinos receberam "o selo do Altíssimo vivo". Cessa então Yahushua de interceder no santuário celestial. Levanta as mãos, e com grande voz diz: "Está feito."” Eventos Finais, pág. 197.
É importante compreendermos e retermos alguns pontos:
a) A sacudidura ocorre, de uma forma especial, ao sair o decreto dominical nos Estados Unidos.
b) Pouco tempo depois, ao se tornar esse decreto universal, termina definitivamente o tempo da graça para os adventistas do sétimo dia em geral, ou seja, para todos aqueles que conheceram toda a verdade. Ainda que em apostasia, esta igreja e suas diversas ramificações têm sido advertidas por movimentos ou minorias quanto aos seus erros e pecados, tais como os que já mencionámos antes.
c) Só então começarão a tocar as trombetas, e a cair os respectivos juízos misericordiosos do Altíssimo.
d) Só depois das trombetas terminará o tempo da graça para o mundo em geral.
Paralelo Com Daniel 12
“O tempo em que o sacrifício contínuo for retirado” em Daniel, é um claro paralelo com a descrição do incensário ser lançado na terra com fogo, em Apocalipse. É uma referência ao fim da intercessão pelos santos, o fim do tempo da graça para os professos adventistas do sétimo dia. "Posta a abominação desoladora”, é uma clara referência ao decreto dominical.
A partir do instante em que saia o decreto dominical nos Estados Unidos, haverá 1290 dias (tempo de graça restante), ou seja, 3 anos e 7 meses.
Sendo que no passado, o fim dos 1260 dias corresponde ao fim do tempo de perseguição papal, da tortura e morte, no futuro corresponderá ao fim do tempo de graça para o mundo, e à saída de Yahushua do lugar santíssimo, pois a partir desta altura não haverão mais mártires (Eventos Finais, pág. 227). Haverá perseguição, mas nenhum dos 144000 será ferido ou morto.
“Apareceram sinais e prodígios, prenunciando desastre e condenação. Ao meio da noite, uma luz sobrenatural resplandeceu sobre o templo e o altar. Sobre as nuvens, ao pôr-do-sol, desenhavam-se carros e homens de guerra reunindo-se para a batalha.
A grande porta oriental, tão pesada que dificilmente podia ser fechada por uns vinte homens, e que se achava segura por imensas barras de ferro fixas profundamente no pavimento de pedra sólida, abriu-se à meia-noite, independente de qualquer agente visível. - História dos Judeus, de Milman, livro 13.” O Grande Conflito, pág. 27.