Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).


"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
)

sábado, 5 de março de 2011

Pai e Filho no Sinai…

Na proclamação dos 10 mandamentos no Sinai, tanto o Pai como o Filho estavam presentes. E não só no Sinai...  Não deveriam os trinitários achar estranho que desde o tempo anterior ao início do pecado, e em diversas situações, até à Nova Jerusalém, apenas a presença do Pai e do Filho é mencionada?! "E ao transcorrerem os anos da eternidade, trarão mais e mais abundantes e gloriosas revelações de Deus e de Cristo."
É muito interessante pensarmos que na proclamação dos 10 mandamentos no Sinai, tanto o Pai como o Filho estavam presentes. Este facto é atestado pelos seguintes versos bíblicos e declaração de Ellen White:
“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o SENHOR [Jeová] teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.”
“Eis que eu envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado.
Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques à ira; porque não perdoará a vossa rebeldia; porque o meu nome está nele.” Êx. 20:1; 23:20,21 (Ver também: Êx. 3:2,4,7,8; At. 7:30,31,35,38; I Cor. 10:3,4. Nestes textos é referido o Anjo de Jeová, Cristo, bem como o próprio Jeová, o Pai, e ainda a voz de Jeová, e é dito de Jeová, “desci”.)

“Quando eles [israelitas] chegaram ao Sinai, Ele [Deus] aproveitou a ocasião para refrigerar-lhes o espírito com relação a Suas reivindicações. Cristo e o Pai, lado a lado no monte, proclamaram com solene majestade os Dez Mandamentos, colocando no centro do decálogo o mandamento do sábado.” Historical Sketches of the Foreign Missions of the Seventh-day Adventists, (1866), pág. 231, par. 4.
Paradoxalmente, esta última frase encontra-se citada no livro Evangelismo, (publicado quase 80 anos depois do livro mencionado acima), na pág. 616, entre várias daquelas frases desafortunadamente usadas para defender a trindade. O facto de o Pai estar ao lado do Filho não constitui nenhum argumento a favor de tal doutrina, pelo contrário.
O facto de não se mencionar uma 3ª pessoa diferente do Pai e do Filho, como crêem os trinitários, num momento tão importante como este, em que foram proclamados os 10 mandamentos no monte Sinai, só demonstra que tal doutrina não tem base nenhuma nem na Bíblia ou em Ellen White.
Mas, não deveriam os trinitários achar estranho que antes do pecado, no conselho de Deus quanto à criação deste mundo, na criação propriamente dita, no Éden, na visão de Jacó, na proclamação dos 10 mandamentos no Sinai, na encarnação de Jesus, no Seu baptismo, no Seu ministério em geral, na transfiguração, entre os gregos, na Sua cruxifição, ressurreição, ascensão, no ministério celestial, na Sua Vinda, na Sua coroação, na Nova Jerusalém, e durante toda a eternidade, apenas a presença do Pai e do Filho é mencionada??!!!!!!!!!
Antes do pecado:
“Antes da manifestação do mal, havia paz e alegria por todo o Universo. Tudo estava em perfeita harmonia com a vontade do Criador. O amor a Deus era supremo; imparcial, o amor de uns para com outros. Cristo, o Verbo, o Unigênito de Deus, era um com o eterno Pai - um na natureza, no caráter e no propósito - e o único Ser em todo o Universo que poderia entrar nos conselhos e propósitos de Deus. Por Cristo, o Pai efetuou a criação de todos os seres celestiais. "NEle foram criadas todas as coisas que há nos céus ... sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades (Col. 1:16); e tanto para com Cristo, como para com o Pai, todo o Céu mantinha lealdade.” Grande Conflito, (cap. 29), pág. 496.
Deus e Cristo sabiam, desde o princípio, da apostasia de Satanás e da queda de Adão mediante o poder enganador do apóstata.” Mensagens Escolhidas, vol. 1 pág. 250.
Planeamento e criação do mundo:
“Pai e Filho empenharam-Se na grandiosa, poderosa obra que tinham planejado - a criação do mundo. (…) 
Depois que a Terra foi criada, com sua vida animal, o Pai e o Filho levaram a cabo Seu propósito, planejado antes da queda de Satanás, de fazer o homem à Sua própria imagem. Eles tinham operado juntos na criação da Terra e de cada ser vivente sobre ela. E agora, disse Deus a Seu Filho: "Façamos o homem à  Nossa imagem." Gên. 1:26. Redimidos, pág. 17.
No Éden:
“Adão e Eva estavam encantados com as belezas de seu lar edênico. Eram deleitados com os pequenos cantores em torno deles, os quais usavam sua brilhante e graciosa plumagem, e gorjeavam seu feliz, jubiloso canto. O santo par unia-se a eles e elevava sua voz num harmonioso cântico de amor, louvor e adoração ao Pai e a Seu amado Filho pelos sinais de amor ao seu redor.” Redimidos, pág. 19 (ou História da Redenção, págs. 22 e 23).

Na escada de Jacó:

"E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela;


E eis que o SENHOR [Jeová] estava em cima dela, e disse: Eu sou o SENHOR Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência;" Gén. 28:12,13.
 
"A escada mística que lhe fora revelada no sonho era a mesma a que Cristo Se referiu em Sua conversa com Natanael. Disse Ele: "Vereis o céu aberto, e os anjos de Deus subirem e descerem sobre o Filho do homem." João 1:51. Até o tempo da rebelião do homem contra o governo de Deus, tinha havido livre comunicação entre Deus e o homem. Mas o pecado de Adão e Eva separou a Terra do Céu, de modo que o homem não podia ter comunhão com seu Criador. Todavia, o mundo não foi deixado em uma solitária desesperança. A escada representa Jesus, o meio designado para a comunicação. Não houvesse Ele com Seus próprios méritos estabelecido uma passagem através do abismo que o pecado efetuou, e os anjos ministradores não podiam ter comunhão com o homem decaído. Cristo liga o homem em sua fraqueza e desamparo, à fonte do poder infinito." Patriarcas e Profetas, pág. 184.
 
Ou seja, nesta visão os céus foram abertos e unicamente estão representados o Pai, em cima das escadas, e Seu Filho, a escada, por meio do qual os anjos sobem e descem!  

No Sinai:
Quando a lei foi pronunciada, o Senhor, o Criador do céu e da terra, estava ao lado de seu Filho, envolto em fogo e fumaça sobre o monte. Não foi aqui que a lei foi dada pela primeira vez, mas foi proclamada, para que os filhos de Israel, cujas idéias se tinham tornado confusas em sua associação com os idólatras, no Egito, pudesse ser lembrado de seus termos, e compreender o que constitui a verdadeira adoração a Jeová.

Que condescendência esta, que
o Deus infinito estivesse lado a lado com seu Filho, enquanto a lei, que é o fundamento de seu governo, foi dada. Ele daria a seu povo um inteligente conhecimento da sua vontade. Ele não ordena aos homens que lhe obedeçam, quando eles não entendem o que ele exige. Aqui foi revelada a sua sabedoria, poder e amor. O homem era tão querido ao Criador do mundo que ele falou com ele através de Jesus Cristo, com uma voz audível, dando provas inequívocas de sua presença e majestade.” Signes of the Times, 15 Outubro de 1896, par. 4 e 5.
Na encarnação:
“Para que a família humana não tivesse qualquer desculpa por causa da tentação, Cristo tornou-se um com eles. O único ser que era um com Deus viveu a lei na humanidade, desceu para a vida humilde de um trabalhador comum, e trabalhou na bancada de carpinteiro com seu pai terreno.” The Signs of the Times, 14 de Outubro, 1897, par. 3.

“Disse-lhe, então, o anjo: Maria, (…)
E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e por-lhe-ás o nome de Jesus.
Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; (…)
E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?
E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.” Lc. 1:30-35.

Os trinitários vão dizer que o Espírito Santo está presente. Sim, e o que é o Espírito Santo? O Espírito de Deus, a Sua virtude, poder, glória, a Sua sombra (Ap. 7:15). Se o Espírito Santo fosse uma pessoa separada do Pai e do Filho, então Jesus seria filho do Espírito Santo, e os títulos de Pai e Filho seriam uma farsa, como de facto acreditam os trinitários, ou então como (des)argumentam alguns deles, Jesus é Filho do Pai, do Espírito Santo e até dEle próprio. Isto é cegueira absoluta!

No baptismo:
“E, sendo Jesus baptizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mt. 3:16,17.

Deus manifestou a Sua presença por meio daquela pomba (Ler em O Desejado de Todas as Nações, cap. 74, pág. 591, 592, novamente surge esta pomba, descrita como a glória divina, que resplandece do anjo Gabriel), e de Sua glória que irradiou sobre o rosto de Cristo, bem como, mais tarde, derramou o Seu Espírito com línguas de fogo, sobre os discípulos. O facto do Espírito Santo não ser nomeado em diversas circunstâncias chave, e determinadas descrições que lhe estão associadas, demonstra bem que não é uma pessoa como o Pai e o Filho. Podemos ler sobre os 7 Espíritos de Deus (Ap. 1:4; 4:5), mas não sobre 7 Deuses ou 7 Cristos!

Tão pouco existe referência alguma ao diálogo entre o Pai e o Espírito Santo ou o Filho e o Espírito Santo. Apenas entre o Pai e o Filho e vice-versa.

Na transfiguração:
“E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi.” Mc. 9:7.

Entre os gregos:
“Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora.
Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.
Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão. Outros diziam: Um anjo lhe falou.” Jo. 12:27-29.

Uma misteriosa nuvem pareceu envolver o Filho de Deus. Sua sombra foi sentida pelos que O rodeavam. (…)
Ao ser ouvida a voz, um clarão irrompeu da nuvem, circundando a Cristo, como se os braços do Poder Infinito se atirassem em torno dEle qual muralha de fogo. Com espanto e terror contemplou o povo esta cena. Ninguém ousou falar. Lábios cerrados e respiração suspensa, quedaram todos, olhos fixos em Jesus. Dado o testemunho do Pai, ergueu-se a nuvem dispersando-se no céu. Por então cessara a comunhão visível entre o Pai e o Filho. (…)
A voz de Deus se fizera ouvir no batismo de Jesus, ao princípio de Seu ministério, e outra vez no monte da transfiguração. Agora, ao fim desse ministério, era ouvida pela terceira vez, por maior número de pessoas, e sob circunstâncias especiais.”O Desejado de Todas as Nações, págs. 624,625.
Na crucifixão:
“E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona, escurecendo-se o sol;
E rasgou-se ao meio o véu do templo.
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.” Lc. 23:44-47.

“A nuvem escura da transgressão humana colocou-se entre o Pai e o Filho. A interrupção da comunhão entre Deus e Seu Filho provocou um estado de coisas nas cortes celestiais que não podem ser descritas pela linguagem humana. A Natureza não pôde testemunhar uma tal cena como a de Cristo morrendo em agonia, enquanto carregava a pena da transgressão do homem. Deus e os anjos se vestiram de trevas, e esconderam o Salvador do olhar da multidão curiosa enquanto ele bebia os últimos goles da taça da ira de Deus (Letter 139, 1898).” Bible Commentary, vol. 5, pág. 1108, par. 3.
Na ressurreição:

“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” Rm. 6:4.
E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do Céu, chegou.” Mat. 28:2. Vestido com a armadura de Deus, deixou este anjo as cortes celestiais. Os brilhantes raios da glória divina o precediam, iluminando-lhe o caminho. (…)
Os soldados o vêem removendo a pedra como se fora um seixo, e ouvem-no exclamar: Filho de Deus, ressurge! Teu Pai Te chama. Vêem Jesus sair do sepulcro, e ouvem-nO proclamar sobre o túmulo aberto: "Eu sou a ressurreição e a vida." Ao ressurgir Ele em majestade e glória, a hoste angélica se prostra perante o Redentor, em adoração, saudando-O com hinos de louvor.O Desejado de Todas as Nações, pág. 779,780.
Na ascensão:
Todas as hostes celestes rodeiam o seu Chefe regressado e esperam vê-l’O tomar assento no trono do Pai
Jesus, porém, não pode aceitar ainda a coroa de glória e as vestes reais. Tem uma requisição a fazer ao Pai relativamente aos Seus escolhidos na terra. (…) 
Antes de serem lançadas as bases da Terra, o Pai e o Filho haviam concordado em salvar o homem caso ele fosse vencido por Satanás. (…)

A resposta do Pai a este apelo traduz-se nesta proclamação:
Todos os anjos de Deus O adorem.” Heb. 1:6.” Vida de Jesus, pág. 128, 129 (cap. 30, “O Salvador Assumpto”). 

No ministério celestial:
“Mas ele [Estevão], estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus;
E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.” At. 7:55,56.

Reparem nas semelhanças da visão de Estevão, com a visão que Ellen White nos relata em Primeiros Escritos, pág. 54. Ambos viram a Jesus, mas de Deus, o Pai, apenas a Sua glória.
“Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade,
Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem.” Hb. 8:1,2.
Na segunda vinda:
“Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos.” Lc. 9:26.
Na coroação:
“Satanás parece paralisado ao contemplar a glória e majestade de Cristo. Aquele que fora um querubim cobridor lembra-se donde caiu. Ele, um serafim resplandecente, "filho da alva" quão mudado, quão degradado! Do conselho onde tantas honras recebera, está para sempre excluído. Vê que agora um outro [anjo Gabriel] se encontra perto do Pai, velando Sua glória. Viu ser colocada a coroa sobre a cabeça de Cristo por um anjo de elevada estatura e presença majestosa, e sabe que a exaltada posição deste anjo poderia ter sido sua.” O Grande Conflito, pág. 669.
Na Nova Jerusalém:
“E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro.
E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão.” Ap. 22:1,3.

“E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas acções de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.” Ap. 5:13.
E ao transcorrerem os anos da eternidade, trarão mais e mais abundantes e gloriosas revelações de Deus e de Cristo.” O Grande Conflito, (último capítulo) pág. 684.
Amén!

Prevenção e Cura por Métodos Racionais

É mais do que tempo para que todo o homem e mulher que ama ao Senhor Jeová, se abstenha completamente do uso da farmácia, drogas e medicamentos, e de alimentos prejudiciais. Quantos, mesmo entre aqueles que se consideram o povo de Deus, confiam mais nos médicos e remédios deste mundo do que em Cristo, nosso Salvador e Médico dos médicos!  Há um longo caminho de fé, submissão, renúncia e sacrifício, mas todo aquele que o empreender não se arrependerá.  ESTÁS DISPOSTO A ISSO?!


É mais do que tempo para que todo o homem e mulher que ama ao Senhor Jeová, se abstenha completamente do uso da farmácia, drogas e medicamentos, e de alimentos prejudiciais, como é o caso da carne e do peixe, de alimentos industrializados, refinados e artificiais. Deus nos chama a fazer uma alimentação natural, simples, em quantidades moderadas,  como aquela que experimentaram Adão e Eva no jardim do Éden. Chama-nos ainda a sair de lugares onde abundam a poluição, a confusão, a criminalidade, o mundanismo e a corrupção.

É nosso dever procurar viver em lugares o mais natural possível, onde nos seja possível cultivar e sobreviver da terra – o melhor exercício físico – colher o fruto das árvores, contemplar as flores e pássaros, beber água pura, e respirar ar puro; desfrutar adequadamente da luz solar e do descanso e restauração que tais lugares nos podem proporcionar. Se queremos andar com Deus como Enoque andou, é prioritário retirarmo-nos definitivamente para o campo e montanhas, onde encontraremos a paz e quietude necessárias para ouvir a voz de Deus. 

Finalmente, apelo de uma maneira especial a todos os doentes e aflitos de toda a espécie de doenças, que olhem para o seu estado presente como uma advertência e um urgente chamado. Quantos, mesmo entre aqueles que se consideram o povo de Deus, confiam mais nos médicos e remédios deste mundo do que em Cristo, nosso Salvador e Médico dos médicos.

A cura é possível, e somente por métodos naturais simples. Na natureza encontram-se os melhores médicos ao vosso dispor, a custo zero. Tão somente precisamos de confiar inteiramente em Cristo, por meio do qual Deus nos oferece todas as dádivas do céu (Fil. 4:19).

Há um longo caminho de fé, submissão, renúncia e sacrifício, mas todo aquele que o empreender não se arrependerá. ESTÁS DISPOSTO A ISSO?!

“Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.

Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares.” Jos. 1:8,9.

Convido-vos a analisar profundamente cada frase que seleccionei do capítulo “Prevenção e Cura por Métodos Racionais” do livro Medicina e Salvação, de Ellen White:

    
“A diferença entre prevenção e cura não tem sido considerada suficientemente importante. Ensinai ao povo que é melhor saber como manter-se bem do que como curar as enfermidades. Nossos médicos devem ser sábios educadores, advertindo a todos contra a condescendência própria, mostrando que a abstinência das coisas que Deus proibiu é o único modo de evitar a ruína do corpo e da mente. Manuscrito 99, 1902.”
    “O Criador do homem dispôs a maquinaria viva de nosso corpo. Toda função é maravilhosa e sabiamente desempenhada. E Deus Se encarregou de manter esta máquina humana em saudável função se o instrumento humano obedecer a Suas leis e cooperar com Deus. Cada lei que governa a maquinaria humana deve ser considerada tão verdadeiramente divina em sua origem, carácter e importância, como a Palavra de Deus. Cada descuido, acção desatenta, qualquer abuso para com o maravilhoso mecanismo do Senhor, por desconsiderar Suas leis específicas na humana habitação, é uma violação da lei de Deus.”
    “O primeiro trabalho de um médico deve ser educar o doente e o sofredor na justa direcção que ele deve seguir para evitar a doença. 
    Pode ser efectuado o maior bem procurando esclarecer a mente de todos a quem possamos ter acesso, quanto ao melhor modo a seguirem para prevenir a doença e o sofrimento, e constituições alquebradas, e mortes prematuras. Aqueles, porém, que não gostam de empreender trabalho que lhes sobrecarregue as faculdades físicas e mentais, estarão prontos a receitar drogas, as quais lançam no organismo humano a base para um mal duas vezes maior do que aquele que pretendem haver curado. 
    O médico que tiver força moral para arriscar sua reputação esclarecendo o entendimento por meio de fatos simples, mostrando a natureza da doença e a maneira de evitá-la, e o costume perigoso de recorrer a drogas, terá uma difícil escalada, mas viverá e deixará viver. ... Caso seja um reformador, ele falará claramente com relação aos falsos apetites e à ruinosa condescendência consigo mesmo no que respeita a vestir, comer e beber, à sobrecarga de efectuar grande quantidade de trabalho em determinado tempo, coisas que têm influência prejudicial no temperamento, nas faculdades físicas e mentais. ... 
    Hábitos adequados, correctos, observados inteligente e perseverantemente, removerão a causa das doenças, e não haverá necessidade de recorrer às drogas fortes. Muitos prosseguem de um passo a outro com suas condescendências não naturais, o que conduz a um estado de coisas tão antinaturais quanto possível.” 
    “O uso de chá, café e narcóticos, ópio e fumo, tem acarretado sobre os seres humanos enfermidades de toda classe e de todo tipo. Essas danosas condescendências têm de ser sustadas, e não somente uma, mas todas; pois todas são maléficas e ruinosas às faculdades físicas, mentais e morais, e devem ser interrompidas do ponto de vista da saúde. O comum uso da carne tem tido influência destruidora sobre as qualidades morais, bem como sobre a constituição física. 
    Agravos da saúde numa variedade de formas, se se pudesse determinar a causa, revelariam o resultado certo do uso da carne como alimento. O abandono do uso da carne, com pratos saudáveis preparados com gosto para tomar o lugar de alimentos cárneos, poria um número bem grande de doentes e sofredores numa melhor posição de recobrar a saúde, sem o uso de drogas. Mas se o médico encoraja um regime cárneo a seus doentes, estará então criando a necessidade do uso de drogas. ... 
    As drogas têm sempre a tendência de debilitar e destruir as forças vitais, e a natureza torna-se tão claudicante em seus esforços, que o enfermo morre, não porque tivesse de morrer, mas porque a natureza foi violentada. Tivesse a natureza sido deixada sozinha, e teria dedicado os seus melhores esforços para salvar a vida e a saúde. A natureza não necessita de nenhum desses auxílios que, dizem muitos, lhe têm dado. Aliviai os fardos que lhe foram impostos, segundo o costume e as modas deste século, e vereis em muitos casos a natureza endireitar-se a si mesma. O uso de drogas não é favorável nem natural em relação às leis da vida e da saúde. A medicação por meio de drogas dá à natureza dois pesos para conduzir, em lugar de um. Ela fica com duas sérias dificuldades para vencer, em lugar de uma.”
    “Eles [os médicos] lhes devem chamar a atenção de modo especial para as leis estabelecidas por Deus, as quais não podem ser impunemente violadas. Eles se detêm muito nos efeitos da doença, mas, em regra geral, não despertam a atenção para as leis que devem ser sagrada e inteligentemente obedecidas, a fim de evitar as enfermidades.” 
   “…se seu próprio apetite não é limitado a um regime simples, saudável, descartando em grande medida o uso de carnes..., mais depressa ele disciplinará e educará o gosto e o apetite de seus pacientes no amor a coisas que ele aprecia, do que lhes ensinará os saudáveis princípios da reforma de saúde. Receitará carnes para os pacientes, quando esta é a pior dieta que poderiam ter. Ela estimula, mas não comunica forças. 
    A natureza necessitará de alguma assistência para pôr as coisas em seu devido lugar, e esta assistência pode encontrar-se nos remédios mais simples, especialmente aqueles que a própria natureza provê: ar puro, e com o precioso conhecimento de como respirar; água pura, com o conhecimento de como aplicá-la; abundância de luz solar em cada cômodo da casa, se possível, e com o conhecimento inteligente de que vantagens se podem tirar de seu uso. Todos esses são poderosos em sua eficiência, e os pacientes que tiverem alcançado o conhecimento de como comer e vestir-se de modo saudável, podem viver para o conforto, a paz e a saúde, e não serão induzidos a pôr em seus lábios drogas que, em lugar de ajudar a natureza, paralisam suas faculdades. Se os enfermos e sofredores fizerem apenas o melhor que sabem com relação a viver os princípios da reforma de saúde perseverantemente, em nove casos de cada dez ficarão livres de seus males.
    “Os que pecam contra o conhecimento e a luz, e recorrem à habilidade de um médico na administração de drogas, estarão perdendo de contínuo sua segurança à vida. Quanto menor for a dosagem de drogas, mais favorável será sua recuperação à saúde. Drogas, em lugar de ajudar a natureza, estão de contínuo paralisando os seus esforços. ... 
    Eles não analisam os seus anteriores hábitos no comer e beber, e não anotam de modo especial seus hábitos errôneos que por anos têm estado a lançar as bases da enfermidade. Médicos conscienciosos devem estar preparados para esclarecer os que são ignorantes, e devem com sabedoria dar suas receitas, proibindo em seu regime aquilo que sabem ser errado. 
    “Quando, partindo de uma consciência esclarecida, fizerem do melhor modo aquilo que sabem fazer, a fim de preservar a saúde, podem então em fé olhar para o Grande Médico, que é o restaurador tanto do corpo como da alma. 
    “… [os médicos] sabem muito bem que o uso de drogas pode produzir no momento resultados favoráveis, mas implantarão no organismo aquilo que produzirá grandes dificuldades no futuro, e de que talvez jamais se recuperarão durante o transcurso de toda a sua vida. A natureza precisa ter uma oportunidade de realizar o seu trabalho. Devem-se remover as obstruções, dando-lhe a oportunidade de exercer suas forças restauradoras, o que ela certamente fará, se se removerem os abusos e for-lhe dada uma justa oportunidade.”
    “Os doentes devem ser ensinados a confiar nas grandes bênçãos que Deus proveu na natureza; e os mais eficazes remédios para as enfermidades são água de boa qualidade, a abençoada luz solar dada por Deus e que deve penetrar nos quartos dos doentes, a vida ao ar livre tanto quanto possível, com saudáveis exercícios, o comer e o beber alimentos preparados do modo mais saudável. ... 
    Há em nosso mundo muitos, muitos afligidos com o veneno do tabaco. ... O médico, se não é um neófito, pode fazer um retrospecto dos efeitos até sua verdadeira causa, mas não ousa proibir o seu uso, porque tolera-o em si mesmo. Alguns, de modo inseguro, indeciso, aconselham os usuários de fumo a utilizar menos deste narcótico; mas não lhes dizem: Esse hábito vos está matando. Receitam drogas para curar uma enfermidade que é o resultado da condescendência com apetites pervertidos, e dois males são produzidos em vez de remover-se um. 
    Milhares precisam ser instruídos paciente, bondosa e ternamente, mas de modo decidido, de que nove décimos de suas queixas são criadas por sua própria conduta. ... 
    
    “Alguns não têm a coragem moral de perseverar no temor do Senhor. Há mesmo entre os que têm entendimento das leis da vida e da saúde, uma constante e egoísta tolerância em relação às coisas que são prejudiciais tanto à alma como ao corpo. Há intemperança no comer, e na multiforme variedade de alimentos tomados numa só refeição. Há na preparação do alimento misturas não saudáveis que fermentam no estômago, e causam grande incômodo. E contudo eles prosseguem, continuando sua tolerância, o que lança o fundamento para numerosas dificuldades. Se tais pessoas tivessem domínio próprio, e aprimorassem o gosto para comer somente o que o sofrido estômago pode assimilar, e assimilará, evitariam grandes despesas com contas de médicos, e se poupariam grandes sofrimentos. ... 
    “A graça de Deus é sempre reformatória. Todo ser humano está numa escola, onde deve aprender a abandonar toda prática nociva e obter o conhecimento do que pode fazer por si mesmo. Os que não atendem a essas coisas, que não tomam precauções em relação a obter ar puro para respirar e água pura para beber, não podem ficar livres de enfermidades. Seu organismo é poluído e a estrutura humana é danificada. 
    Tais pessoas são descuidadas, indolentes, presunçosas e autodestruidoras. O conhecimento se espalha ao longo do seu caminho, mas eles recusam apoderar-se dos raios de luz, dizendo que confiam em Deus. Mas fará Deus aquilo que deixou para que eles façam? Suprirá sua negligência? Fechará os olhos a sua voluntária ignorância e fará grandes coisas por eles, restaurando alma, corpo e espírito, enquanto eles desatendem aos mais simples agentes, cujo uso lhes propiciaria saúde? Enquanto dia a dia condescendem com o apetite mediante o comer aquilo que produz enfermidades, podem esperar que o Senhor opere um milagre para restaurá-los? Esta não é maneira do Senhor agir. Fazendo isto eles tornam o Senhor absolutamente igual a eles mesmos. Fé e obras vão juntas. ...” 
    “Que essas pessoas descubram os seus ídolos e os lancem fora. Separem-se de todo hábito não saudável no comer e beber. Que ponham sua prática diária em harmonia com as leis da Natureza.”   
    “Nosso povo deve tornar-se esclarecido no tratamento de enfermidades sem o auxílio de drogas venenosas. Muitos devem procurar obter a instrução que os capacitará a combater enfermidades em suas variadas formas, mediante os métodos mais simples. Têm ido para a sepultura em virtude do uso de drogas venenosas, milhares que poderiam ter sido restaurados à saúde mediante métodos simples de tratamento. O tratamento pela água, sábia e habilidosamente aplicado, pode ser o meio de salvar muitas vidas.” 
     A medicação por drogas deve ser abandonada. (…) Muitos têm sido tratados com drogas e o resultado tem sido a morte. Nossos médicos, por praticarem medicação com drogas, têm perdido muitos casos que não precisavam ter sido fatais se tivessem deixado suas drogas fora do quarto do enfermo.
    “Não deve ser introduzida no organismo humano coisa alguma que deixe atrás um efeito maléfico. (…)    
    Os nomes complicados dados a medicamentos são usados para encobrir o assunto, de modo que ninguém saiba o que lhes é administrado, a menos que consulte um dicionário. ... 
    “Milhares de pessoas enfermas poderiam recuperar a saúde se, em vez de dependerem da farmácia para viver, desfizessem-se de todas as drogas, e vivessem com simplicidade, sem usar chá, café, licores [alcóol] nem condimentos que irritam o estômago e o enfraquecem, deixando-o incapaz de digerir sequer os alimentos simples, sem estímulos. O Senhor está disposto a fazer Sua luz brilhar em raios claros, distintos, a todos quantos se achem fracos e débeis. 
    Verduras, frutas e cereais devem compor nosso regime alimentar. Nem um grama de carne deve entrar em nosso estômago. O comer carne é antinatural. Devemos voltar ao propósito original de Deus na criação do homem. Manuscrito 115, 1903.” 
    “Em relação àquilo que podemos fazer por nós mesmos: Há um ponto que requer cuidadosa, meditada consideração. Preciso familiarizar-me comigo mesmo. Preciso ser sempre um estudioso de como cuidar deste edifício, o corpo que Deus me deu, de modo que o preserve nas melhores condições de saúde. Preciso alimentar-me com aquilo que for para o meu melhor bem fisicamente, e devo tomar especial cuidado em vestir-me de tal modo que promova uma saudável circulação do sangue. Não devo privar-me de exercício e ar. Devo desfrutar toda a luz solar que me for possível. Devo ter sabedoria para ser um fiel guarda de meu corpo. 
    Eu estaria fazendo uma coisa muito pouco sábia se entrasse num quarto frio quando estou transpirando; estaria me mostrando um mordomo imprudente se me permitisse sentar-me onde houvesse uma corrente de ar, e assim expor-me a um resfriado. Eu não seria sábio se me sentasse com os pés e membros frios, e assim permitisse que o sangue afluísse das extremidades para o cérebro ou para os órgãos internos. Devo proteger sempre os meus pés em tempo frio. Devo comer regularmente do mais saudável alimento, que me proporcione a melhor qualidade de sangue, e não devo trabalhar com intemperança, se estiver em meu poder evitá-lo. E quando violo as leis que Deus estabeleceu em meu ser, devo arrepender-me e reformar-me, e colocar-me na mais favorável condição, sob o cuidado dos médicos providos por Deus: ar puro, água pura, e a preciosa e restauradora luz solar.”
    “Se negligenciarmos fazer aquilo que está ao alcance praticamente de cada família, e pedirmos ao Senhor que alivie nossas dores, quando somos demasiado indolentes para fazer uso dos remédios que estão ao nosso alcance, isto é simples presunção. (…) Deus opera e o homem coopera com Deus. (…) Deus faz que cresça a erva no campo para uso do homem, e se compreendermos a natureza dessas raízes e ervas, e fizermos correto uso delas, não haverá necessidade de correr para o médico tão freqüentemente, e as pessoas estariam em muito melhor condição de saúde do que estão hoje. Carta 35, 1890.” 
    “Para assegurar ao doente as mais favoráveis condições de cura, o quarto que ocupa deve ser amplo, iluminado e alegre, com os meios para uma ventilação perfeita. Escolher-se-á para quarto do enfermo o aposento da casa que melhor satisfaça esses requisitos. Muitas casas não oferecem condições para conveniente ventilação e é difícil consegui-la; mas tentem-se os possíveis esforços para permitir que o quarto do doente seja atravessado dia e noite por uma corrente de ar puro. Quanto possível deve manter-se uma temperatura igual.”    
    “Nos esforços feitos para restauração dos enfermos à saúde, deve fazer-se uso das belas coisas da criação do Senhor. Observar as flores, colher nas árvores o fruto maduro, ouvir o cântico feliz dos pássaros - tudo isto tem um efeito peculiarmente estimulante sobre o sistema nervoso. Da vida ao ar livre, homens, mulheres e crianças obterão o desejo de ser puros e inocentes. Pela influência das activantes, vivificantes, revivescentes propriedades dos grandes recursos medicinais da Natureza, as funções do corpo são fortalecidas, o intelecto é despertado, a imaginação ativada, a disposição reavivada. A mente é preparada para apreciar as belezas da Palavra de Deus.
    “Encorajai os pacientes a viver fora das portas. Imaginai planos para mantê-los fora, onde se familiarizarão com Deus por meio da Natureza. Ao fazerem exercícios ao ar livre, terá início a restauração do corpo, mente e alma. A vida ao ar livre, longe das cidades congestionadas, é um restaurador da saúde. O ar puro tem em si saúde e vida. Ao ser respirado, exerce revigorante efeito sobre todo o organismo. ...” 
    “A vida ao ar livre é um bem para o corpo e a mente. É o remédio de Deus para restauração da saúde. Ar puro, água boa, luz solar, belos arredores - esses são os Seus meios para restauração dos doentes à saúde, pelos meios naturais.
   “Por que privar os pacientes das bênçãos restauradoras da saúde, que se encontram na vida ao ar livre? Fui instruída de que ao ser o enfermo encorajado a deixar os seus aposentos e passar tempo ao ar livre, cuidando das flores, ou fazendo algum outro trabalho leve e agradável, sua mente será desviada do eu para alguma coisa mais salutar. Exercícios ao ar livre devem ser prescritos como uma necessidade benéfica e vitalizante. Quanto mais tempo puderem os pacientes ser mantidos fora das portas, menos cuidados requererão
    Quanto mais aprazíveis forem seus arredores, mais esperançosos eles serão. Cercai-os com as belas coisas da Natureza, colocando-os onde possam ver as flores crescerem e ouvir o canto dos pássaros, e seu coração se abrirá em cânticos em harmonia com o canto dos pássaros. Fechai-os em quartos, ainda que elegantemente mobiliados, e eles se tornarão irritáveis e sombrios. Dai-lhes as bênçãos da vida ao ar livre, pois assim sua alma será alevantada, inconscientemente, e, em grande medida, conscientemente. Alívio virá ao corpo e à mente. ...”
    “Nosso Redentor está constantemente trabalhando para restaurar no homem a imagem moral de Deus. E embora a criação toda gema sob a maldição, e os frutos e as flores nada sejam em comparação como o que serão na Terra renovada, mesmo hoje os doentes podem encontrar saúde, alegria e satisfação no campo e no pomar. Quão restaurador é isto! Que preventivo contra enfermidades! As folhas da árvore da vida são para a saúde dos crentes, arrependidos filhos de Deus, que se servem da bênção a ser encontrada nas árvores, nos arbustos e nas flores, embora maculada pela maldição como se encontra a Natureza. Manuscrito 41, 1902.”


Se estas palavras não se tornarem uma realidade na nossa vida no tempo presente, tão pouco o serão no céu. Somos responsáveis pela luz e oportunidade que temos hoje, tanto para connosco como para com aqueles que nos rodeiam. O nosso testemunho de vida deve ser um positivo contraste com a sociedade actual. Se assim não acontecer, somos os mais miseráveis de todos os homens!

Estas foram as palavras de Ellen White num tempo muito distante da nossa realidade actual. Distante, não tanto porque já passaram mais de 100 anos, mas porque a rápida evolução e modernização nestas últimas décadas provocaram mudanças inimagináveis no mundo em geral, no estilo de vida de cada um, e consequentemente na saúde e bem-estar.

Ao analisarmos o estilo de vida que a sociedade moderna nos impõe, parece impossível colocar estas máximas em prática. Sim! Será assim, a menos que acima da nossa reputação, acima da nossa condescendência e comodismo, acima da nossa vontade e fraqueza, acima dos nossos valores e interesses, ponhamos o desejo de nosso Pai celestial para as nossas vidas em primeiro lugar.

Se então o estar na natureza e dela desfrutar era importante, muito mais hoje, em que cada vez mais o homem, tão degradado, tende a afastar-se dela e a destruí-la. Escapemos para o monte! Fujamos para o mais retirado recanto natural! Não importa as consequências temporais. Vale a pena, pelo nosso bem, e pela nossa família. Deus proverá (Gén. 22:8).

É urgente!

A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


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"Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.







Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.