Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).


"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lua Nova e Dias de Festa

A igreja adventista ensina que a lua nova, bem como outras festividades que foram ordenadas por Yahuh ao Seu povo, já não vigoram nos nossos dias, ou seja, que já não temos obrigação de guardá-las. Terá esta ideia algum apoio bíblico, ou será mais uma tradição da IASD?


E assim, cada mês, à lua nova, e cada semana, aos sábados, todos virão prostrar-se diante de mim, diz Yahuh.” Is. 66:23 (VC).
Há bem pouco tempo me perguntei a mim mesmo o porquê de estar registado em Isaías o facto de que no céu, além do sábado semanal, o 7ª dia, se irá também guardar a lua nova ou início de mês bíblico.
Afinal, não ensina a igreja adventista do 7º dia que segundo Colossenses 2:16, não precisamos mais de guardar a lua nova? Então que sentido faz que no paraíso se guarde? Guardava-se, depois aboliu-se, e entretanto será novamente guardada?!
Muito sinceramente, esta não é a maneira de actuar do Altíssimo, pois a Sua Palavra permanece para sempre. Se o sábado, o 7º dia, será guardado na nova Terra, ao lado da lua nova ou início de mês, é porque esse dia já era observado antes das leis cerimoniais terem sido dadas, e portanto nunca foi abolido.
Vamos ao texto bíblico:
Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,
Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.” Col. 2:16,17.

Segundo a interpretação tradicional da igreja adventista do 7º dia, a palavra “sábados” refere-se aos sábados cerimoniais, expressão não bíblica, contudo isso não faz qualquer sentido, pois os mesmos já estão implicados na expressão “dias de festa”, na qual estão incluídos os 7 sábados ou santas convocações anuais. Normalmente o título “As festas solenes de Yahuh”, ou algo semelhante, acompanha o início do cap. 23 de Levítico, onde os mesmos são descritos.

Nesta expressão, Paulo refere-se aos sábados semanais. Não foi a 1ª vez que a expressão “sábados” se aplicou aos sábados semanais:
Cada um temerá a sua mãe e a seu pai, e guardará os meus sábados. Eu sou Yahuh vosso Deus.”; “Guardareis os meus sábados, e o meu santuário reverenciareis. Eu sou Yahuh.”; “Guardareis os meus sábados, e reverenciareis o meu santuário. Eu sou Yahuh.” Lev. 19:3,30; 26:2.
Ao contrário daquilo que se tem ensinado, nestas passagens bíblicas o apóstolo Paulo não põe em causa a validade dos sábados semanais, nem da lua nova, ou dias de festa. Aqueles que assim pensam deveriam também ter deixado de comer ou beber, pois também está escrito “ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber”!

Paulo estava-se simplesmente a referir à forma como esses dias eram observados. Que havia de comum em todos eles até Yahushua, o Cordeiro do Altíssimo, ter sido morto? Holocaustos, ofertas, comida e bebida, os quais apontavam sobretudo para a Sua morte, mas também para realidades do reino do Altíssimo. Mas, sem as antigas ofertas cerimoniais, o que é que existe nos sábados, na lua nova ou início de mês, que aponte para o Ungido?

Antes de haver pecado já havia “sábados” e “lua nova”! (Gen. 1:14; 2:1-3)

Se a lua nova tivesse perdido todas as razões que existiam para ser observada, pela morte de Yahushua, que sentido haveria então, em ser guardada na Nova Jerusalém?!

Mais adiante retomarei o assunto da lua nova, mas, e que dizer “dos dias de festa”? Se Paulo se estivesse a referir à abolição dos mesmos, que sentido teria que ele se apressasse, a fim de celebrar a festa do Pentecostes (um dos 7 sábados ou santas convocações de Lev. 23) em Yahushalaym (Jerusalém), muitos anos depois da morte do Ungido?!

“Porque já Paulo tinha determinado passar ao largo de Éfeso, para não gastar tempo na Ásia. Apressava-se, pois, para estar, se lhe fosse possível, em Jerusalém no dia de Pentecostes.” At. 20:16.
Desta forma, é importante revermos em linhas breves o significado de cada um destes sábados, ou das festas em que estavam inseridos, ao longo da história, a fim de compreendermos o porquê de devermos continuar a guardá-los. Já não com sacrifícios e ofertas cerimoniais, os quais foram abolidos pela morte do Cordeiro, e eram sombras de algo superior no futuro, mas celebrando as realidades concernentes ao reino do Altíssimo e ao plano da salvação.
Ainda assim devemos ter em mente o profundo significado da expressão “são sombras das coisas futuras”. Paulo não disse que eram ou tinham sido sombra das coisas futuras, mas “são”. Isto é uma evidência clara de que mesmo depois da morte do Cordeiro do Altíssimo, a qual veio abolir as cerimónias sacrificais, as expressões “dias de festa”, “lua nova” e “sábados” referem-se a festividades vigentes para o povo de Yahuh e ainda apontam por sua vez para realidades futuras e superiores.

As 7 Santas Convocações ou Sábados Anuais
Ora, os 7 sábados, ou dias de festa, são: o e o dia da festa dos pães ázimos, ou seja o 15º e o 21º dia do 1º mês, chamado de abib; a festa das semanas, mais conhecida como Pentecostes, que era celebrada 7 semanas depois do dia em que se oferecesse as primícias da cevada, ou seja, 7 semanas depois do 16º dia do mesmo mês, que era o 2º dia da festa dos pães ázimos, o “dia seguinte ao sábado”; o dia do 7º mês, a festa das trombetas, o 10º dia desse mesmo mês, o dia da expiação, e o 15º e o 22º dia desse mesmo mês, respectivamente, o primeiro e o oitavo dia da festa das colheitas, dos tabernáculos, ou tendas (Ver, Êx. 12:15-18; 23:14-17, 34:18, 22-24; Lv. 23; Dt. 16:1-17).

A Páscoa e a Ceia do Senhor
A Páscoa não faz parte destas santas convocações ou sábados, no entanto era uma festa muito importante, celebrada imediatamente antes da festa dos pães ázimos, ou seja, “à tarde, ao pôr do sol” ou como reza o texto hebreu, “entre as duas tardes”, ou seja, “à hora nona”, por volta das 3 da tarde do 14ª dia do primeiro mês, o momento exacto do sacrifício da tarde, da morte dos cordeiros pascais e também o tempo da morte de Yahushua, o cordeiro do Altíssimo.
Assim como os hebreus celebraram durante séculos a libertação do Egipto, hoje nós devemos celebrar uma libertação superior: a vitória que Yahushua nos concede sobre o pecado e, pela fé, a libertação final deste mundo de pecado. Por isso também Yahushua deu orientações específicas quanto à nova maneira de a celebrar, não na semelhança do passado, mas por meio do lava-pés e da santa ceia (Mt. 26:20-30; Jo. 13:1-17). Nesta nova instituição, os elementos relembram toda a atitude e sacrifício do Salvador em nosso favor, como nosso exemplo, e sua morte até que Ele venha. Nessa ocasião sabemos que, com o Ungido, iremos todos juntos beber do fruto da vide (Mat. 26:29), na ceia das bodas do Cordeiro (Ap. 19:7-9), bem como comer do fruto da árvore da vida, do maná, e variadíssima qualidade de frutos (Primeiros Escritos, pág. 19, 20), experiência essa que, creio, se celebrará por toda a eternidade, pela eterna redenção e união de Yahushua com Seu povo, no reino de Seu Pai e Seu.

A Festa dos Pães Ázimos
Quanto à festa dos pães ázimos (ou asmos), o povo devia observá-la “por estatuto perpétuo”, disse Yahuh, “porque naquele mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egipto” (Êx. 12:17). O povo fazia uma consagração ao Altíssimo, despojando-se de elementos símbolos do pecado, como o fermento do pão. Durante esta festa eram dedicadas a Yahuh, as primeiras espigas verdes da cevada, as chamadas primícias, simbolizando uma entrega sem reservas e dependência no Criador. Mais tarde, estes símbolos se encontraram com realidades superiores. Depois que Yahushua morreu e ressuscitou, os discípulos precisaram despojar-se naquela festa dos pães ázimos de todo o preconceito e ideias falsas quanto ao Ungido e Sua obra, “do fermento dos fariseus”, bem como de todo pecado em Seus corações.
Por outro lado, na manhã da ressurreição e seguintes dias, os discípulos puderam testemunhar não só da ressurreição de Seu mestre, bem como daqueles que foram as primícias da ressurreição (Mt. 27:52,53).
Assim nós hoje deveríamos celebrar a festa dos pães ázimos, no sentido de que nosso Salvador nos liberta do pecado, e que em Sua vinda nos libertará definitivamente de nossas tendências pecaminosas. Por outro lado, nós devemo-nos limpar do fermento velho (I Cor. 5:7), consagrar toda a nossa vida a Yahuh para o servir, e celebrar não só a ressurreição de nosso Salvador, mas também de todos aqueles que ressuscitaram com Ele, como uma certeza ou garantia de que pela fé haveremos também de ressuscitar na manhã da Sua vinda.

A Festa das Semanas
Em relação ao Pentecostes (50), nome grego para a festa das semanas ou das primícias da sega do trigo (Êx. 34:22), ou seja dos primeiros pães de trigo, podemos dizer que não só deveríamos dar graças ao Altíssimo por Seu sustento, pelo pão de cada dia, mas também por Yahushua, o pão da vida (Jo. 6:35). Por outro lado, deveríamos celebrar as primícias do derramamento do Espírito Santo sobre aqueles cerca de 120 discípulos, e as primícias da conversão à pregação dos apóstolos, cerca de 3000 almas. Ora, tudo isto aponta para o derramamento da chuva serôdia, nos últimos dias, sobre os 144000 selados de Yahuh (Ap. 7:3,4), os quais irão dar a última advertência a toda a humanidade, e milhares se converterão na última hora (Mt. 20:1-16).

A Festa das Trombetas
 A festa das trombetas deve-nos trazer à lembrança que se aproxima o fim do tempo da graça para o professo povo do Altíssimo, e que a qualquer momento o nosso nome pode passar a exame. Traz ênfase ao facto de que devemos estar prontos a comparecer diante do tribunal divino, e de que nossa vida deve ser posta em ordem. Durante séculos as trombetas tocaram (Ap. 8-11) prevendo a passagem do nosso sumo-sacerdote Yahushua do lugar santo para o santíssimo, iniciando assim o juízo investigatório e a expiação por Seu povo.
Em breve, as 7 trombetas do Apocalipse tornarão a soar, não como uma advertência para o professo povo do Altíssimo, pois então para estes terá terminado o tempo da graça, mas para o mundo em geral, alertando que também para estes se aproxima o julgamento final.

O Dia da Expiação
Assim também, no 10º dia do 7º mês devemos meditar de uma forma especial em que a qualquer instante será feita expiação pelo nosso caso. No dia 22 de Outubro de 1844, iniciou-se a expiação por cada um daqueles que aceitou pela fé o sangue de Yahushua, como o único meio de salvação. Ou seja, o anti-tipo do dia da expiação teve lugar a partir dessa data não devendo portanto ser passada por alto, fazendo presente a todos nós a realidade de que nessa data começou a purificação do lugar santíssimo do santuário celestial, de que cada um de nós será julgado, e de que só por meio do sangue do Ungido hasteado nas nossas vidas seremos absolvidos. No tipo, depois de concluída e aceite a expiação, o sumo-sacerdote aparecia vitorioso diante do povo em angústia, expectante e ansioso pelo qual intercedera. Assim, este dia deve trazer-nos à memória a vinda de Yahushua e Seu Pai depois de terminar o tempo da graça e concluída para sempre Sua obra no santuário celestial. Os 144000 serão livres de todos os seus temores e angústias na hora de maior aflição, à meia-noite, tal e qual na libertação do Egipto, na grande batalha do Armagedom (Ap. 16:16-21; acerca deste tema,
ver também: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/07/armagedom-o-que-e-e-quando-sera.html). Então Yahushua aparecerá diante de Seu povo reunido no monte das oliveiras, ainda que permanecendo nos ares (I Tes. 4:17). Por outro lado, à semelhança do passado, os pecados serão transferidos para o bode emissário, o próprio Satanás, o qual carregará com eles, sendo enviado a vaguear nesta Terra, transformada num autêntico deserto, durante 1000 anos (Ap. 20:2).

A Festa dos Tabernáculos
Por fim, a festa dos tabernáculos ou tendas, ou ainda das colheitas, celebra os 40 anos em que Yahuh conduziu e sustentou Seu povo no deserto (Dt. 8:2,3; I Cor. 10:3,4), o qual viveu em tendas até chegar à Canaã terrestre. Celebra também todas as bênçãos e providências anuais do Altíssimo. Ora, tudo isto é um símbolo da forma como o Altíssimo tem conduzido, sustentado e abençoado Seu povo como um todo, e a cada família individualmente, ano após ano, no deserto que é este mundo de pecado, na viagem para a Canaã celeste.
Pessoalmente creio que os primeiros 7 dias da festa em que habitavam em tendas (Lv. 23:42) representam literalmente, a viagem até à santa cidade. O 8º dia, santa convocação, representa a festa das bodas do Cordeiro na santa Yahushalayim.
É interessante notar que a própria Ellen White destaca a importância destas festas na vida espiritual e apela a guardar estas festas, destacando a festa dos tabernáculos:
Nestas assembléias anuais o coração de velhos e jovens se animava no serviço do Altíssimo, ao mesmo tempo em que a associação da gente das várias regiões do país fortalecia os laços que os ligavam ao Altíssimo e uns aos outros. Bom seria que o povo de Yahuh na atualidade tivesse uma Festa dos Tabernáculos - uma jubilosa comemoração das bênçãos do Altíssimo a eles. Assim como os filhos de Israel celebravam o livramento que o Altíssimo operara a seus pais, e sua miraculosa preservação por parte dEle durante suas jornadas depois de saírem do Egito, devemos nós com gratidão recordar-nos dos vários meios que Ele ideou para nos tirar do mundo, e das trevas do erro, para a luz preciosa de Sua graça e verdade. (…)
A festa dos tabernáculos não era apenas comemorativa, mas também típica. Não somente apontava para a peregrinação no deserto, mas, como festa da ceifa, celebrava a colheita dos frutos da terra, e indicava, no futuro, o grande dia da colheita final, em que o Senhor da seara enviará os Seus ceifeiros para ajuntar o joio em feixes para o fogo, e colher o trigo para o Seu celeiro. Naquele tempo os ímpios todos serão destruídos. Eles se tornarão “como se nunca tivessem sido”. Obadias 16. E toda voz, no Universo inteiro, unir-se-á em jubiloso louvor ao Altíssimo. Diz o escritor do Apocalipse: “Ouvi a toda a criatura que está no céu, e na Terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam acções de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.” Apoc. 5:13.Patriarcas e Profetas, pág. 540, 541.

Lua Nova ou Início do Mês
A lua nova torna-se assim uma oportunidade de nos consagrarmos ao Altíssimo a cada mês, como o Sábado o é a cada semana. Seguidamente apresento alguns versos bíblicos sobre a importância de se guardar este dia como um verdadeiro sábado:
“Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades, e nos princípios de vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial perante vosso Altíssimo: Eu sou o Yahuh vosso Altíssimo.” Núm. 10:10.

“Eis que estou para edificar uma casa ao nome de Yahuh meu Altíssimo, para lhe consagrar, para queimar perante ele incenso aromático, e para a apresentação contínua do pão da proposição, para os holocaustos da manhã e da tarde, nos sábados e nas luas novas, e nas festividades Yahuh nosso Altíssimo; o que é obrigação perpétua de Israel.” II. Cr. 2:4.

Ouvi isto, vós que anelais o abatimento do necessitado; e destruís os miseráveis da terra,
Dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o grão, e o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganosas…” Am. 8:4,5.

(Ver também Núm. 28:11; I Sm. 20:5; I Cr. 23:31; Ed. 3:5; Ne. 10:33; Is. 1:13-14; Ez. 45:17, 46:6; Os. 2:11).

Lamentavelmente o professo povo do Altíssimo tem dado muita importância a festas mundanas em detrimento das que Ele ordenou. De uma forma geral, o povo está disposto a consagrar um mês do ano para férias, divertimentos egoístas e inúteis, interesses mundanos, mas não para Yahuh. Em vez disso celebram aniversários, cujo centro da festa é a pessoa que fez anos e não o Criador que tudo dá; feriados, como o natal e ano novo, dias do pai ou da mãe, etc.

É de vital importância compreendermos estes assuntos, e seu valor na nossa espiritualidade e relação com o Altíssimo. Ser-nos-á de grande benefício observar as festas e dias prescritos por Yahuh, como um alto privilégio e símbolo de Seu verdadeiro povo. Num artigo posterior gostaria de analisar também a importância de guardarmos a festa do Purim, à luz do significado que tem nos nossos dias.



Façamos planos para guardar a lua nova no início do próximo mês (lunar), e posteriormente as festas do mês de Outubro. Façamos destes dias oportunidades e momentos únicos com nosso Pai, como um verdadeiro antegozo da salvação e da eternidade!




Anexo

Apresento seguidamente alguns comentários adventistas em espanhol, que apresentam algumas evidências a favor do que anteriormente apresentei:

“En comida o en bebida (2:16). 

Las palabras griegas pósis y brósis empleadas aquí no se refieren tanto a lo que se come y se bebe como a la forma de comer y beber. Parecen estar involucrados aquí reglamentos en cuanto a cómo y cuándo comer o dejar de comer. 

Hay un estrecho paralelismo entre esta frase y los preceptos del vers. 21: "No manejes, ni gustes, ni aun toques". Los judíos en general ayunaban dos veces a la semana (Luc. 18: 12); la secta judía de los esenios era aún más dada al ayuno. La Didajé, un escrito cristiano de comienzos del siglo II, insta a los cristianos a ayunar el miércoles y el viernes a diferencia de los judíos que ayunaban el lunes y el jueves (Didajé 8: 1). Posiblemente el problema de la "diferencia entre día y día" de Rom. 14: 5 tuviera que ver con problemas de ayuno.* El asunto de comer o no comer parece haber tenido cierta relevancia en esos tiempos. Evidentemente los falsos maestros estaban imponiendo restricciones alimentarias, añadidas sin duda a la de la ley mosaica, que sólo hacía distinción entre alimentos limpios e inmundos (Lev.11) y no decía nada en cuanto a bebidas. 

Días de fiesta, luna nueva o días de reposo (2:16). 

Dentro del marco de las enseñanzas de los falsos maestros de Colosas -que evidentemente enseñaban el ritualísmo y el ascetismo como medio de obtener la salvación- 216 es natural que figuraran los días de culto. La serie de fiestas que aquí se presenta aparece, aunque no siempre en el mismo orden ni con las mismísimas palabras, al menos siete veces en el AT (1 Crón. 23: 31; 2 Crón. 2: 4; 8: 13; 31: 3; Neh. 10: 33; Eze. 45: 17; Ose. 2: 11). En todos los casos parece referirse a una misma serie de días de culto: las fiestas anuales (pascua, Pentecostés, día de la expiación), el novilunio (primer día del mes) y el sábado semanal. Si en este pasaje sábbata se refiere a las fiestas ceremoniales, sería la única vez que aparece con ese sentido en el NT. El contexto sugiere más bien que aquí sábbata es el sábado, séptimo día de la semana, día de reposo. 

Surge la pregunta: si los sábados de Col. 2: 16 no son sábados ceremoniales, si se habla de sábados semanales, ¿significa esto que Pablo elimina aquí la observancia del sábado? ¡De ningún modo! La vigencia del cuarto mandamiento ni entra en cuestión. Se habla sólo de una falsa observancia del sábado. Los falsos maestros estaban imponiendo reglas y requisitos inventados por ellos, que iban más allá de lo que el mismo judaísmo exigía (2: 20-23). Por la Epístola a los Gálatas, sabemos que la herejía que se propagaba en Galacia inducía a guardar "los días, los meses, los tiempos y los años" (cap. 4: 10). 

Al parecer, Pablo, tanto en Gálatas como en Colosenses, no habla de guardar o no guardar las fiestas, siendo que él mismo se proponía asistir a la celebración de Pentecostés en Jerusalén (Hech. 20: 16). Tampoco podría entenderse que había repudiado la observancia del sábado, pues no hay mención de cosa tal y él mismo lo guardó. Sí está hablando de la imposición de reglamentos humanos en cuanto a la celebración del culto a Dios en el día sábado, los novilunios y las fiestas anuales.” 

“Los hebreos heredaron los elementos del calendario de sus antepasados semíticos, quienes desde tiempos inmemoriales habían calculado sus meses según la Luna. Suponemos que para Abrahán, como también para sus vecinos mesopotámicos de Ur, cada nuevo mes, y en consecuencia el primer día del mes, comenzaba con la aparición de la luna nueva al atardecer, y sus descendientes no tendrían por qué cambiar su práctica. Aun mientras estuvieron en Egipto, no hubo necesidad de que abandonasen su día, que computaban de atardecer a atardecer, ni su mes lunar, para adoptar el calendario solar egipcio de 365 días, porque estos barbudos pastores semitas, que eran abominación para los egipcios, vivían aparte en Gosén siguiendo sus propias costumbres.”
“Los judíos, como muchas de las naciones que los circundaban, observaban un calendario lunar, en el cual el primer día del mes comenzaba con la noche en la que aparecía la creciente de la luna nueva. El primer día del mes, llamado "nueva luna", era un día de fiesta especial que incluía ofrendas (Núm. 28: 11-15) y se tocaban trompetas al ofrecerse ofrendas y sacrificios (Núm. 10: 10).”
“Ver com. cap. 2: l. No se dice por qué Pablo deseaba tanto estar en Jerusalén para Pentecostés. La reunión de todos los cristianos de origen judío de toda Palestina que estaban allí en esa ocasión tal vez habría hecho posible una distribución más eficiente de las ofrendas de socorro que estaba llevando a Jerusalén. O tal vez esta fiesta tenía un significado especial para él debido al derramamiento del Espíritu en el día de Pentecostés. De todas maneras él no había completado su viaje antes de la pascua (cap. 20: 6), y como iba hacia Jerusalén era natural que deseara estar allí para la próxima fiesta.” 
“La fiesta de Pentecostés se parecía mucho a una fiesta de cosecha. Hasta Pablo, que poco se interesaba en festividades como éstas (Rom. 14: 5), tenía deseos de celebrar la fiesta de Pentecostés en Jerusalén a pesar de sus viajes misioneros en Asia y Grecia (Hech. 18: 21; 20: 16).” 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

National Back to Church Sunday




Mais uma iniciativa pró-dominical nos Estados Unidos a 18 de Setembro de 2011. É um projecto ecuménico aberto a todas as igrejas, cujo objectivo é preparar os norte-americanos para a obrigatoriedade do descanso dominical.


Esta iniciativa promove não só a assistência regular dos membros de igrejas aos serviços religiosos de domingo, como também que estes convidem outras pessoas para os acompanharem. Esta campanha ao estilo adventista, segundo as estimativas, envolverá 10000 igrejas nos Estados Unidos. É um projecto ecuménico aberto a todas as igrejas, cujo objectivo é preparar os norte-americanos para a obrigatoriedade do descanso dominical. “5241 Churches Participating and Counting! Register your church now for 2011” é um dos slogan’s que podemos encontrar, e que quer dizer “5241 igrejas participando e contadas! Regista a tua igreja agora para 2011”.

http://backtochurch.com/




A participação da IASD está prevista, se é que não estão já a participar. Vejam:


As dificuldades económicas, tanto nos Estados Unidos como na Europa, fazem prever que algo de envergadura mundial irá acontecer a todo o instante. A queda da União Europeia é iminente. Um governo económico mundial ou uma nova ordem mundial é a solução apresentada por muitos magnatas do mundo da política e economia. Acredito que tudo está pronto para a saída da lei dominical, o tecido está “alinhavado”. Não esqueçamos que Satanás aparecerá ainda antes, como o grande médico, dando o impulso final para a obrigatoriedade do descanso dominical.

terça-feira, 12 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

Um Governo Económico Mundial

Joseph Deiss, presidente da assembleia geral da ONU propõe a criação de um governo económico mundial.


“04 de julio, 2011 - El presidente de la Asamblea General de la ONU, Joseph Deiss, ha asegurado que el movimiento de los indignados pone de relieve la necesidad de crear un gobierno económico mundial.
En una intervención ante el Consejo Económico y Social, reunido en Ginebra, Deiss señaló que es necesario preguntarse ¿cómo asegurar que la educación se traduce en integración en el mercado laboral?

La respuesta a esa pregunta es la creación de un sistema de gobierno económico mundial.
“En los comienzos del siglo XXI nos encontramos ante la necesidad de lidiar con desafíos globales y hallar el equilibrio entre el mundo más sostenible y el crecimiento económico”, expresó Deiss.

Ese sistema de gobierno económico mundial, según el presidente de la Asamblea General debe ser representativo, eficaz y coherente.

Por eso el Consejo Económico y Social tiene que representar un papel esencial en ese sistema de gobierno mundial.”

http://www.un.org/spanish/News/fullstorynews.asp?newsID=21304&criteria1=desarrollo&criteria2=educacion

Ora, se isto se concretizar, não será nem mais nem menos, que um avanço bastante significativo para o estabelecimento da lei dominical a curto prazo.


Maranata!

sábado, 9 de julho de 2011

Armagedom. O que é e quando será?!

Existe muita ficção à roda daquilo que possa ser o Armagedom. A resposta está em apenas 5 versos de Apocalipse, além da análise de factos bíblicos que nos dão pistas muito interessantes e que nos permitirão chegar a conclusões surpreendentes e seguras.
“E o sexto anjo derramou a sua taça sobre o grande rio Eufrates; e a sua água secou-se, para que se preparasse o caminho dos reis do oriente.

E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs.

Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Altíssimo Todo-Poderoso.

Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas.

E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom.” Ap. 16: 12-16.

Em primeiro lugar, acredito que esta sexta praga, bem como as restantes que se incluem nas sete últimas pragas, sucederão depois do fim do tempo da graça e devem interpretar-se literalmente.


Depois do Fim do Tempo da Graça

Quanto ao sucederem depois do fim do tempo da graça, é-nos dito em Ap. 15:1 acerca das referidas pragas: “…porque nelas é consumada a ira do Altíssimo”. Por isso, são chamadas as últimas pragas, nas quais não haverá mistura de misericórdia, como no caso das trombetas (Ap. 8-11; ver: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/03/as-7-trombetas-e-o-fim-do-tempo-da.html).

Nas advertências feitas nas mensagens dos três anjos, está escrito:

“E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira do Altíssimo, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” Ap. 14: 9, 10.

Qual é o conteúdo do cálice da ira do Altíssimo? Vinho que não será diluído em água. Que quer isto dizer? A ira do Altíssimo não será “diluída” ou amenizada, mas será finalmente “dada a beber” aos adoradores da besta e da sua imagem,  tal como vinho em fermentação, fervilhante.

Por outro lado, podemos ler algo que denota claramente o fim do tempo da graça. O último verso do texto correspondente ao toque da última trombeta (Ap. 11:19), a qual precede imediatamente o fim do tempo da graça (ver: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/03/as-7-trombetas-e-o-fim-do-tempo-da.html), coincide com o tempo imediatamente anterior ao derramamento das pragas:

“E depois disto olhei, e eis que o templo do tabernáculo do testemunho se abriu no céu.

E os sete anjos que tinham as sete pragas saíram do templo, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos com cintos de ouro pelos peitos.” Ap. 15: 5,6 (Ver também Ap. 16:1).

Estes são os mesmos sete anjos que tocaram as trombetas (Ap. 8:2), e que agora vão derramar as taças “cheias da ira do Altíssimo”.

Quem são estes sete anjos?

Serão os 7 espíritos, as 7 estrelas, os 7 anjos, e os 7 trovões que são mencionados em Ap. 1:4; 4:5; 5:6; 1:16,20; 10:3,4?

É interessante notarmos o facto de que ao João se dirigir às 7 igrejas que estão na Ásia, ele mencionar o Pai, os 7 espíritos que estão diante do Seu trono, e o Seu Filho, o Cordeiro. Não faz sentido que estes 7 espíritos não sejam diferentes do Pai, ou do Filho, pois João transmite “graça e paz” de sua parte. Tão pouco estou a dizer que se trata de uma 3ª pessoa, mas como o texto diz, são “sete espíritos”. Ou seja, esta expressão é uma clara referência ao ministério dos 7 anjos que estão “diante do Altíssimo” (8:2), “ diante do Seu trono” (1:4), pelos quais o Altíssimo, de uma forma especial, manifesta Seu poder, bênçãos, presença e vontade, Seu Espírito Santo.

O texto fala-nos claramente de 7 espíritos, e portanto creio que são literais! Sete espíritos, ou seja, 7 anjos (ver Heb. 1:13,14 – os anjos são espíritos ministradores…) que têm uma responsabilidade especial; 7 mensageiros escolhidos, 7 súbditos de Yahushua, no templo de Yahuh. Assim se poderão entender de uma forma ainda mais clara as expressões “esses são os sete olhos de Yahuh, que percorrem por toda a terra” (Zac. 4:10), e ainda, “são os sete espíritos do Altíssimo enviados a toda a terra” (Ap. 5:6). Acima destes 7 anjos estão ainda Gabriel, e um 2º anjo, os quais são os dois ungidos que também estão diante do Altíssimo (Zac. 4:14; ver: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/05/quem-sao-os-dois-ungidos-que-estao.html).


Pragas Literais

Quanto ao serem as pragas literais, as pragas que no passado caíram sobre o Egipto (Êx. 7-12) foram literais e são idênticas as estas. A forma como Ellen White descreve as 7 últimas pragas, atesta que se tratam de acontecimentos literais, ou seja, ela não põe em dúvida a realidade dos relatos. Ela apresenta-os tal e qual eles são, como sendo de facto literais. Urias Smith em seu livro As Profecias do Apocalipse, no cap. XVI, pág. 312, apresenta o relato das sete últimas pragas “como estritamente literal”. Paradoxalmente, ele considera “o grande rio Eufrates” simbólico!

Os argumentos apresentados não são muito consistentes. Na verdade, se para Ciro entrar em Babilónia foi necessário literalmente desviar o curso do rio Eufrates, secando-o a partir desse ponto, porque é que neste caso não deveria ser o rio literalmente seco?!

É também dito que como na quarta praga os rios se secarão, não faz sentido que o Eufrates subsista. No entanto Ellen White é categórica em afirmar que as pragas não serão universais (Eventos Finais, pág. 212; O Grande Conflito, págs. 628 e 629), portanto este argumento cai por terra.

Quanto ao facto de que se interprete a secagem do rio Eufrates como sendo a queda do império Otomano, não faz qualquer sentido, pois já este império caiu. A Turquia tão-pouco pode constituir um obstáculo entre os reis do oriente e Israel, visto não ocupar essa área actualmente. Não se pode contudo ignorar o facto de que os muçulmanos construíram uma de suas mais importantes mesquitas no monte do templo em Jerusalém, chamado também de esplanada das mesquitas, lugar que ocupam até agora.

Segundo a interpretação de Urias Smith de Dan. 11:45 (pág. 318 do livro que acima referi), o governo turco colocaria as suas tendas “entre o mar grande e o monte santo e glorioso; mas chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra”. Ora, se compreendemos que a ocupação religiosa dos muçulmanos seja retirada do monte do templo em Jerusalém, como um dos sinais que antecede o fim do tempo da graça, [pois o verso seguinte diz que “naquele tempo se levantará Miguel” (Dn. 12:1)], como poderia a mesma coisa repetir-se durante as 7 últimas pragas, uma vez que são acontecimentos posteriores?!

Por outro lado, um estudo aprofundado de Apocalipse permite-nos concluir que no tempo das 7 últimas pragas todos os reinos estarão submissos ao papado (Ap. 13:12), portanto o Armagedom não será um conflito entre as diferentes nações deste mundo, mas entre os súbditos de Satanás e os fiéis de Yahushua que estarão a viver sobre a terra, ou seja os 144 mil. Então, os reis da terra aí mencionados, provavelmente serão os 10 reis de Ap. 17.

Creio não fazer sentido que todas as pragas se devam interpretar de uma forma literal, enquanto uma delas se deva interpretar simbolicamente. Não há nenhum elemento explicativo no texto bíblico que nos permita chegar a essa conclusão. A mesma questão se coloca quanto à expressão “grande rio Eufrates” em Ap. 9:14.

Essa região está carregada de simbolismo histórico desde o início da humanidade (Gén. 2:14), devido a factos reais que sucederam, sobretudo relacionados com a nação que se tornou num símbolo da oposição ao povo do Altíssimo, ou seja, Babilónia. Acredito que o Eufrates possa ser um símbolo “vivo”, como o foi aquela figueira que Yahushua amaldiçoou (Mt. 21:19). O facto deste rio se secar parece-me ser um sinal que antecipará a destruição da Babilónia espiritual, e a libertação do povo de Yahuh. Ap. 16:12 é uma clara referência ao que sucedeu na antiga Babilónia, quando os reis da Média e da Pérsia, desviaram o curso do rio Eufrates, secando este rio na grande cidade da Babilónia. Assim puderam conquistar esta cidade.

Alguns Termos Simbólicos

Nesta sexta praga, alguns termos são simbólicos, os quais são explicados no próprio texto. Não faz sentido que três espíritos, literalmente, ou seja, em seu aspecto exterior, semelhantes a rãs, venham a enganar os reis da terra. Isto significa a operação dos demónios por meio de agentes humanos. A água simboliza povos e nações (Ap. 17:15), e essas rãs que andam na água, ou seja, o espiritismo, o catolicismo e o protestantismo apóstata, vão enganar e hipnotizar os reis da terra.
   
Os três espíritos de demónios irão congregar os reis da terra para uma batalha, no lugar que em hebreu se chama Armagedom. Este lugar corresponde ao vale de Josafat, perto de Jerusalém (Joel cap. 3:1,2,11,12,14).

É preciso que compreendamos que esta batalha não ocorrerá durante a sexta praga, mas ocorrerá “naquele grande dia do Altíssimo Todo-Poderoso”. Que dia é este?! Esta é uma clara referência ao dia da vinda de Yahushua, Seu Pai, e Seus anjos.

Na sétima praga, Yahuh ferirá os ímpios com uma grande saraiva (Ap. 16:17-21).


A Segunda e Terceira Vindas

Para mim, existe um paralelo bastante significativo e que, creio, nos elucidará acerca dos eventos futuros. Na 1ª vinda de Yahushua, Sua presença se limitou quase exclusivamente a Israel. Os acontecimentos mais marcantes de Sua vida e ministério, nascimento, apresentação, 1ª Páscoa, baptismo, 1ª e 2ª purificação do templo, rejeição final pelo povo Judeu, Seu julgamento, crucificação, morte, ressurreição e ascensão, ocorreram na região da Judéia, mais especificamente, em Jerusalém e arredores.

É imperativo notar de uma maneira especial o monte das Oliveiras, onde se encontrava o jardim do Getsémani, onde Yahushua passou muitas noites em oração, e onde se deu o maior conflito entre as forças do bem e do mal, entre Yahushua e Satanás. Desta tremenda batalha, o primeiro saiu vitorioso, tendo suado gotas de sangue (Mc. 14:32-42; Lc. 22:44).

Yahushua ascendeu ao céu estando neste monte (At. 1:9-12), e acerca dEle os dois homens vestidos de branco – que eram os dois anjos mais honrados do Céu* – disseram, que “há-de vir como para o céu o vistes ir” (*Ver DTN, cap. 87). Ou seja, assim como Ele foi elevado às alturas, e ocultado por uma nuvem, no monte das Oliveiras, da mesma forma virá numa nuvem e se revelará nas alturas ou “nos ares” (I Tes. 4:17), no mesmo monte.

E sobre o mesmo monte, descerá Yahushua depois do milénio, com a santa cidade e os remidos, e o fenderá ao meio (Zc. 14:4). Novamente haverá peleja entre Yahuh e os ímpios, como no Armagedom:

“E Yahuh sairá, e pelejará contra estas nações, como pelejou, sim, no dia da batalha.” Zc. 14:3.

“No Jardim de Getsêmani, ao sopé do Olivete, [Yahushua] orara e Se angustiara sozinho. Desse monte devia ascender ao Céu. No cume do mesmo pousarão Seus pés quando vier outra vez. Não como varão de dores, mas como glorioso e triunfante rei estará sobre o Monte das Oliveiras, enquanto as aleluias dos hebreus se misturarão com os hosanas dos gentios, e as vozes dos remidos, qual poderosa hoste, hão de avolumar-se na aclamação: “Coroai-O Senhor de todos.””  O Desejado de Todas as Nações, pág. 830.

Quando Yahushua ascendeu aos céus, fê-lo junto com as primícias da ressurreição, remidos que ressuscitaram juntamente com Ele, e que são símbolo daquela grande multidão que ressuscitará ao som da voz do Arcanjo e da trombeta do Altíssimo, os quais, juntamente com os remidos vivos, serão arrebatados pelos anjos, de todas as partes da Terra, e levados ao Seu encontro nos ares (I Tes. 4:16, 17).

Poderá parecer estranho eu afirmar que a 2ª vinda de Yahushua seja sobre o monte das Oliveiras, se bem que não tocará no solo, permanecendo nos ares. Mas pensem: se é literal que os reis da Terra se congregarão perto de Jerusalém para lutar contra os 144000, então é porque é lá que eles estarão, caso contrário não faria sentido que todos os ímpios fossem aí congregados.

“Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.
Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão as águias. (…)
… e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.
E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.” Mt. 24:27,28,30,31.

Yahuh Congregará o Restante de Israel

Depois das 7 trombetas e das 5 últimas pragas, creio que a população da Terra terá sido drasticamente reduzida aos mais fortes e resistentes, e possivelmente apenas homens. Somente os homens eram convocados para uma batalha!

Também creio que os 144000 assinalados das 12 tribos de Israel (Ap. 7:4) sejam apenas homens e que eventualmente venham a ser conduzidos por Yahuh a congregar-se nesse lugar, cumprindo a profecia de que os remanescentes de Israel fossem ajuntados de todas as partes da terra (Dt. 30:1-5; Is. 43:5-7; Jr. 29:14; 31:7,8; 32:37; Ez. 36:22-28; Mq. 2:12), esperando o livramento do Altíssimo, como no passado Josafat e seu exército, enquanto o louvavam (II Cr. 20:21,22).

“Certamente te ajuntarei todo, ó Jacó; certamente congregarei o restante de Israel.” Mq. 2:12

“E há de ser que naquele dia o Senhor tornará a pôr a sua mão para adquirir outra vez o remanescente do seu povo, que for deixado, da Assíria, e do Egito, e de Patros, e da Etiópia, e de Elã, e de Sinar, e de Hamate, e das ilhas do mar.
E levantará um estandarte entre as nações, e ajuntará os desterrados de Israel, e os dispersos de Judá congregará desde os quatro confins da terra.” (ACF);

Yahuh fará secar o golfo do mar do Egito; com um forte vento varrerá com a mão o Eufrates, e o dividirá em sete riachos, para que se possa atravessá-lo de sandálias.
Haverá uma estrada para o remanescente do seu povo que for deixado na Assíria, como houve para Israel quando saiu do Egito.” (NVI) Is. 11: 11,12, 15, 16.”

É interessante notar nestes textos que o Eufrates se secará, não só para dar passagem “aos reis da terra” como vimos em Apocalipse, mas para que haja “uma estrada para o remanescente do seu povo” que vem do Oriente!

No momento mais difícil do tempo da grande angústia, na hora mais negra e de maior aflição, o Altíssimo se manifestará:

É à meia-noite que o Altíssimo manifesta o Seu poder para o livramento de Seu povo. O Sol aparece resplandecendo em sua força. Sinais e maravilhas se seguem em rápida sucessão. Os ímpios contemplam a cena com terror e espanto, enquanto os justos vêem com solene alegria os sinais de seu livramento. Tudo na Natureza parece desviado de seu curso. As correntes de água deixam de fluir. Nuvens negras e pesadas sobem e chocam-se umas nas outras. Em meio dos céus agitados, acha-se um espaço claro de glória indescritível, donde vem a voz do Altíssimo, como o som de muitas águas, dizendo: “Está feito.” Apoc. 16:17.” O Grande Conflito, pág. 636.

Mas será à meia-noite literal? “É à meia-noite que o Altíssimo manifesta o Seu poder”. Se os fiéis vivos se encontrassem em lugares distintos da Terra, como poderia ser meia-noite em todo o lugar?! Compreendendo que todos estarão juntos num só lugar é mais fácil compreender esta declaração:

“Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei; e em Jerusalém vós sereis consolados.” Is. 66:13.

Este tema é terrivelmente solene!

O Armagedom será para nós um dia de livramento ou de castigo. Yahushua, enquanto efectua a expiação no lugar santíssimo, ainda está intercedendo por nós, apresentando Seu próprio sangue diante do Pai. Em qualquer instante a nossa vida estará para sempre selada para o Altíssimo ou reservada para o fogo do inferno. A decisão está nas nossas mãos.

“Como no serviço típico o sumo-sacerdote despia suas vestes pontificais e oficiava vestido de linho branco dos sacerdotes comum, assim Cristo abandonou Suas vestes reais e se vestiu de humanidade, oferecendo-Se em sacrifício, sendo ele mesmo o sacerdote, Ele mesmo a vítima. Como o sumo sacerdote depois de realizar esse serviço no santo dos santos (santíssimo) deixava este lugar e se apresentava ante a expectante multidão, em suas roupas pontificais, assim Cristo virá a segunda vez, trajando as mais brancas vestes,” como nenhum lavandeiro sobre a terra as poderia branquear”. S. Mar. 9:3. Ele virá na Sua própria glória, e na glória de Seu Pai, e toda a hoste angélica O escoltará em Seu caminho.” Atos dos Apóstolos, pág. 33.

É pertinente a forma como Ellen White compara o serviço típico do dia da expiação com a 2ª vinda de Yahushua. Desta forma, muito em breve, quando Ele terminar a obra de expiação no lugar santíssimo, aparecerá diante de Seu povo que estará reunido num só lugar, em Jerusalém, esperando ser consolado, livrado não só da grande angústia pela qual passou vivendo à vista do Altíssimo sem intercessor, mas também pela aflição causada pelas ameaças dos inimigos de Yahuh. Mais uma vez se menciona o Filho, o Pai, e os anjos, contudo não se menciona uma 3ª pessoa divina como pretendem os trinitários.

Faço o apelo para que estudeis este assunto por vós mesmos:

“Não permitais que alguém sirva de cérebro para vós, não permitais que alguém pense, pesquise e ore em vosso lugar. Esta é a instrução que necessitamos levar a sério hoje em dia.” Fundamentos da Educação Cristã, pág. 307.

Termino com o apelo de paciência feito por Yahuh, para que esperemos fielmente a actuação do Seu poder:

Portanto esperai-me, diz Yahuh, no dia em que eu me levantar para o despojo; porque o meu decreto é ajuntar as nações e congregar os reinos, para sobre eles derramar a minha indignação, e todo o ardor da minha ira; porque toda esta terra será consumida pelo fogo do meu zelo.
Porque então darei uma linguagem pura aos povos, para que todos invoquem o nome de Yahuh, para que o sirvam com um mesmo consenso.” Sf. 3:8,9 (ACF).

“O Senhor reinará sobre toda a terra. Naquele dia Yahuh será o único Altíssimo e só o seu nome será invocado.” Zc. 14:9 (VC).

A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


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"Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.







Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.