quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Coerentes com a Verdade
quarta-feira, 13 de julho de 2011
National Back to Church Sunday
Mais uma iniciativa pró-dominical nos Estados Unidos a 18 de Setembro de 2011. É um projecto ecuménico aberto a todas as igrejas, cujo objectivo é preparar os norte-americanos para a obrigatoriedade do descanso dominical.
Esta iniciativa promove não só a assistência regular dos membros de igrejas aos serviços religiosos de domingo, como também que estes convidem outras pessoas para os acompanharem. Esta campanha ao estilo adventista, segundo as estimativas, envolverá 10000 igrejas nos Estados Unidos. É um projecto ecuménico aberto a todas as igrejas, cujo objectivo é preparar os norte-americanos para a obrigatoriedade do descanso dominical. “5241 Churches Participating and Counting! Register your church now for 2011” é um dos slogan’s que podemos encontrar, e que quer dizer “5241 igrejas participando e contadas! Regista a tua igreja agora para 2011”.
http://backtochurch.com/
A participação da IASD está prevista, se é que não estão já a participar. Vejam:
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Tolerância e Liberdade ou Prenúncio de Perseguição?!
Aquilo que aconteceu no passado, repetir-se-á da mesma forma. A celebração dos 1700 anos do édito de Milão, que está prevista para 2013, é tanto uma farsa para enganar os cristãos da actualidade como o foi nos dias de Constantino para os cristãos de então.
O papa Bento XVI continua apelando ao sentimento dos cristãos, ao tocar no assunto da família e do trabalho, quando a actual crise afecta a ambos, e relacionando-os com a guarda do falso sábado, o domingo, 1º dia da semana. Ou seja, apresenta o restabelecimento da guarda do domingo como uma solução para a actual crise da sociedade:
"Bento XVI considera que a organização do trabalho - como mera busca do lucro - e a concepção atual da festa - como oportunidade de consumo - contribuem, infelizmente, para separar a família.
O Papa dirigiu uma carta, publicada no dia 24 de setembro, ao presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, como preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias (EMF), que se realizará em Milão, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema "Família: o trabalho e a festa".
Nesta carta, Bento XVI insta a "promover uma reflexão e um compromisso dirigidos a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade"." Zenit, 27/09/2010 (Fonte: http://www.zenit.org/article-26133?l=portuguese)
"A cidade italiana de Milão será a sede do próximo Encontro Mundial das Famílias, em 2012, segundo anunciou Bento XVI neste domingo. (...)
O evento, seguiu informando o purpurado italiano aos peregrinos, se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313)." Zenit, 18/01/2010 (Fonte:http://www.zenit.org/article20569?l=portuguese)
Este encontro das famílias em 2012 não passa de mais uma estratégia satânica para continuar a hipnotizar os católicos, bem como outros cristãos, e preparar suas mentes e corações para o encontro ecuménico e inter-religioso em 2013.
Ao Vaticano não lhe interessa o bem estar das famílias, mas sim conquistar os corações das pessoas para poder controlá-las e explorá-las. Mas somente os ingénuos e ignorantes vão “cair” nesta conversa, pois basta olhar para a história do passado para compreender que o Vaticano só busca seus próprios interesses políticos e religiosos.
Não precisamos de ser enganados!
Aquilo que aconteceu no passado, repetir-se-á da mesma forma. Esta celebração dos 1700 anos do édito de Milão, é tanto uma farsa para enganar os cristãos da actualidade como o foi nos dias de Constantino para os cristãos de então:
“O Édito de Milão (313 d.C.), também referenciado como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do Cristianismo. O édito foi emitido nos nomes do tetrarca ocidental Constantino I, o grande, e Licínio, o tetrarca Oriental.”
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dito_de_Mil%C3%A3o)
O fim da perseguição dos cristãos, nesse tempo, foi resultado da crescente apostasia entre os mesmos, e agravou ainda mais a condescendência para com os costumes pagãos, trazendo a ruína à religião de Jesus, o Messias. Não foi senão à custa dos verdadeiros princípios da Palavra de Deus, e por interesses políticos e religiosos, que Constantino favoreceu os cristãos e finalmente aceitou sua religião como oficial. Passados 8 anos do édito de Milão, Constantino demonstrou as suas verdadeiras intenções, ao emitir o famoso édito de Constantino, em 321d.c.:
“O chamado Édito de Constantino foi uma legislação do imperador romano Constantino I, proclamada em 7 de março de 321. O seu texto reza:
"Que todos os juízes, e todos os habitantes da Cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol. Não obstante, atendam os lavradores com plena liberdade ao cultivo dos campos; visto acontecer amiúde que nenhum outro dia é tão adequado à semeadura do grão ou ao plantio da vinha; daí o não se dever deixar passar o tempo favorável concedido pelo céu." (in: Codex Justinianus, lib. 13, it. 12, par. 2.)
O decreto apoiou a adoração do Deus-Sol (Sol Invictus) no Império Romano. As religiões dominantes nas regiões do império eram pagãs, e em Roma, era notável o Mitraísmo, especificamente o culto do Sol Invictus. Os adeptos do Mitraísmo se reuniam no domingo.”
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dito_de_Constantino)
Mais tarde, em 363-364 d.c., no concílio de Laodicéia, o domingo foi confirmado como dia de guarda, enquanto se pronunciou uma maldição contra o sábado, o sétimo dia da semana, e é claro, contra o verdadeiro povo de Jeová:
“Reconfirmava a guarda do domingo e anatematizava a guarda do sábado (cânon 29).”
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlio_de_Laodic%C3%A9ia)
Sabemos que o decreto que tornará obrigatória a guarda do domingo será o último acto do drama na história da Terra (Eventos Finais, pág. 118). Tendo em vista aquilo que acabai de mencionar, este encontro ecuménico previsto para 2013, é bastante suspeito. A Nova Ordem Mundial está a ponto de ser implantada na Terra. A lei dominical, verdadeira imposição à adoração ao sol, em breve sairá nos Estados Unidos e consequentemente, em todo o mundo.
A grande marcha que os católicos tornaram pública no concílio Vaticano II, em prol do ecumenismo, está perto de seu fim, e então, será mais claramente conhecido o ódio contra os verdadeiros adoradores de Jeová, os guardadores do sétimo dia da semana, o sábado:
“Foi clarificada a relação entre a Revelação divina e a Tradição e foi também impulsionada a liberdade religiosa, uma nova abordagem ao mundo moderno, o ecumenismo, uma relação de tolerância com os não-cristãos e o apostolado dos leigos.”
(Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlio_Vaticano_II)
Esta foi a táctica de Constantino em 313 d.C!
Tolerância, liberdade e respeito. O discurso continua o mesmo. Mas a igreja católica, bem como os papas, têm vindo a desfrutar de uma crescente e assustadora influência nas diferentes igrejas cristãs, e restantes religiões, bem como em assuntos políticos, entre outros.
Como verdadeiros discípulos de Cristo, não poderemos ceder num só milímetro em questão de comprometimento com Babilónia, e com o mundo.
Todo o cristão, ou igreja, que numa tentativa de corresponder à pressuposta simpatia de Roma, ou de qualquer outra igreja ou religião, se compromete em qualquer assunto de fé, por mínimo que seja, está dando as mãos à igreja católica.
Como podem católicos, hindus, etc., e adventistas do sétimo dia orar e cantar todos debaixo do mesmo tecto?! É porque, forçosamente, todos adoram os mesmos deuses, a trindade, e todos estão adorando ao sol, ao próprio Satanás!
“Não vos ponhais debaixo de um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade, ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial, ou que parte tem o crente com o incrédulo? Que consenso há entre um santuário de Deus e ídolos? pois nós somos um santuário do Deus vivo, como Deus disse: Habitarei neles e andarei entre eles; serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso, Saí do meio deles e separai-vos, diz o Senhor, E não toqueis coisa imunda; Eu vos receberei, E ser-vos-ei Pai, E vós ser-me-eis filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso.” II Cor. 6:14-18.
“Apesar da sua boa intenção em tentar actualizar a Igreja, os resultados deste Concílio [Vaticano II], para alguns estudiosos, ainda não foram totalmente entendidos nos dias de hoje, enfrentando por isso vários problemas que perduram.” (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conc%C3%ADlio_Vaticano_II)
Estejamos de olho bem aberto! Tão-somente precisamos de estudar um pouco daquilo que se passou no passado para compreendermos, que a mesma coisa, precisamente a mesma coisa, sucederá em nossos dias. Em breve todos poderão discernir claramente não só as intenções do concílio Vaticano II, como da celebração do édito de Milão, em 2013 – a imposição dominical!
Retenhamos firme a nossa fé em Jeová Deus, o Pai, e em Seu Filho unigénito, Jesus Cristo:
“O vencedor será assim vestido de vestes brancas: não apagarei o seu nome no livro da vida, e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos. (…)
Ao vencedor, fá-lo-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e sentei-me com meu Pai no seu trono.” Ap. 3:5, 21.
Maranata!
sábado, 16 de outubro de 2010
Milagre do século XXI?! Ecumenismo...
(http://www.lacuarta.com/noticias/cronica/2010/10/63-85090-9-heroes-de-la-mina-volveran-de-a-poquito-a-gritar-viva-chile.shtml) e ao mesmo tempo dizer que foi um milagre. Não estavam eles num abrigo subterrâneo, com melhores condições de sobrevivência que aquelas que muitos desgraçados têm por esse mundo fora?!
http://oconflitodosseculos.blogspot.com/2010/02/ameaca-consciencia.html;
(ver: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/08/fe-e-liberdade-religiosa.html;
http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/08/iasd-e-ecumenismo.html)
domingo, 12 de setembro de 2010
Porque é que Daniel não estava lá?
Na narrativa de Daniel 3 existe um silêncio misterioso acerca da pessoa de Daniel. Ele é a figura principal em todo o livro, mas neste capítulo não existe qualquer referência ao seu nome. Porque é que Daniel não esteve presente na consagração da estátua, sendo ele o governador de Babilónia, quando o decreto do rei exigia a sua presença?
Quem sabe se a resposta a esta questão não nos ajudará a compreender melhor o capítulo 3 de Daniel? Vamos então estudar alguns detalhes desta narrativa bíblica.
Avançando desde já para o momento crucial em que os amigos de Daniel permaneceram em pé, enquanto toda a multidão se prostrou e adorou a estátua, vamos ler os versos sagrados que o descrevem:
"Falou Nabucodonosor, e lhes disse: É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?
Agora, pois, se estais prontos, quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, para vos prostrardes e adorardes a estátua que fiz, bom é; mas, se não a adorardes, sereis lançados, na mesma hora, dentro da fornalha de fogo ardente. E quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?
Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei Nabucodonosor: Não necessitamos de te responder sobre este negócio.
Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei.
E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste." Dn. 3:14-18
Estes três jovens acreditaram que Deus os poderia livrar da morte naquela fornalha ardente, mas ainda assim, se dispuseram a ser fiéis aos seus princípios, sabendo que poderiam eventualmente morrer. Então se manifestou o poder de Jeová para livrar os seus servos:
"E estes três homens, Sadraque, Mesaque e Abednego, caíram atados dentro da fornalha de fogo ardente.
Então o rei Nabucodonosor se espantou, e se levantou depressa; falou, dizendo aos seus conselheiros: Não lançamos nós, dentro do fogo, três homens atados? Responderam e disseram ao rei: É verdade, ó rei.
Respondeu, dizendo: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem sofrer nenhum dano; e o aspecto do quarto é semelhante ao Filho de Deus.
Então chegando-se Nabucodonosor à porta da fornalha de fogo ardente, falou, dizendo: Sadraque, Mesaque e Abednego, servos do Deus Altíssimo, saí e vinde! Então Sadraque, Mesaque e Abednego saíram do meio do fogo.
E reuniram-se os príncipes, capitães, os governadores e os conselheiros do rei e, contemplando estes homens, viram que o fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos; nem um só cabelo da sua cabeça se tinha queimado, nem as suas capas se mudaram, nem cheiro de fogo tinha passado sobre eles.
Falou Nabucodonosor, dizendo: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo, e livrou os seus servos, que confiaram nele, pois violaram a palavra do rei, preferindo entregar os seus corpos, para que não servissem nem adorassem algum outro deus, senão o seu Deus." Dn. 3:23-28.
Estes homens tinham as mesmas fraquezas que tu e eu mas, finalmente, pela fé venceram, desobedecendo ao rei Nabucodonozor. Mas, onde estava Daniel? Não era Daniel o governador de Babilónia (Dn. 2:48,49), província na qual se tinha erguido a estátua, um ídolo gigantesco?! Daniel não foi à inauguração deste monumento na sua província?! Houve um decreto para que todos os principais do reino fossem:
"Então o rei Nabucodonosor mandou reunir os príncipes, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os capitães, e todos os oficiais das províncias, para que viessem à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado.
Então se reuniram os príncipes, os prefeitos e governadores, os capitães, os juízes, os tesoureiros, os conselheiros, e todos os oficiais das províncias, à consagração da estátua que o rei Nabucodonosor tinha levantado; e estavam em pé diante da imagem que Nabucodonosor tinha levantado.
E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas:
Quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado." Dn. 3:2-5
Onde estava Daniel, e porque é que ele recusou este convite? Ou melhor, os convites do rei não eram para serem rejeitados! Eram ordens.
"E não é de surpreender que numa terra onde a idolatria era culto prevalecentemente universal, a imagem bela e sem preço erguida no campo de Dura, representando a glória de Babilónia e sua magnificência e poder, fosse consagrada como objecto de adoração. Em plena concordância com isto foi feita provisão, tendo sido expedido um decreto de que no dia da dedicação todos mostrassem sua suprema lealdade ao poder babilônico curvando-se diante da imagem.
O dia marcado chegou, e uma vasta multidão de todos os "povos, nações e línguas", se reuniu na planície de Dura. Em harmonia com o mandado do rei, quando o som de músicas foi ouvido, todos se prostraram, "e adoraram a estátua de ouro"." Profetas e Reis, págs. 505,506.
Houve um decreto para a consagração da imagem levantada no campo de Dura em Babilónia, em certo dia e hora, há cerca de 2500 anos atrás. Onde estava Daniel?! Deveriam os amigos de Daniel ter-se apresentado, ainda que tenham permanecido em pé, para a consagração ou inauguração daquela estátua?! Deveríamos nós apresentar-nos para a consagração de alguma espécie de ídolo, até mesmo para a mais pequena imagem de Fátima?!
Ainda por cima a estátua era uma negação do sonho dado por Deus a Nabucodonosor, e da respectiva interpretação feita por Daniel. Acredito que Daniel não se permitiu a si mesmo estar presente nesse lugar, pois tinha consciência que isso seria pecar contra Deus, e simplesmente desobedeceu ao mandato do rei.
Teólogos adventistas dizem que talvez ele estivesse doente, ou foi dispensado do rei. No entanto, se alguém era saudável em Babilónia, esse alguém deveria ser Daniel, pois foi dele que anos antes partiu a iniciativa de não se contaminar com comidas imundas (cap. 1:8). Por outro lado, ninguém ficava dispensado dos decretos do rei, nem mesmo Daniel que era um dos principais governadores de todo o reino (cap. 2:48,49). Podemos verificar a sua presença, a mandato do rei, noutras circunstâncias (cap. 4:6-8), em que os princípios de Jeová não foram colocados em risco, mas noutra ocasião, não fez caso do decreto do rei, devido à sua fidelidade para com Deus, e por isso acabou por ser lançado na cova dos leões (cap. 6).
Acredito pessoalmente, que Daniel, no dia do decreto, pura e simplesmente se recusou a ir àquele encontro, dedicando aquele dia a Jeová, como também acredito que, enquanto governador da Babilónia, em nada teve que ver com a construção daquela estátua.
Felizmente que os amigos de Daniel, apesar de terem comparecido à consagração da estátua, não se prostraram para a adorar e foram livrados por Deus.
É interessante notarmos as semelhanças entre este episódio e aquele que é relatado no livro de Ester, relativamente à rainha Vasti. Depois de 180 dias de festa e banquete na fortaleza de Susã, com todos os representantes das 127 províncias da Pérsia e Média, Assuero deu ainda um banquete aos moradores daquele lugar:
“E, acabados aqueles dias, fez o rei um banquete a todo o povo que se achava na fortaleza de Susã, desde o maior até ao menor, por sete dias, no pátio do jardim do palácio real. (…)
E o beber era por lei, sem constrangimento; porque assim tinha ordenado o rei expressamente a todos os oficiais da sua casa, que fizessem conforme a vontade de cada um.
Também a rainha Vasti deu um banquete às mulheres, na casa real, do rei Assuero.
E ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete camareiros que serviam na presença do rei Assuero,
Que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua beleza, porque era formosa à vista.
Porém a rainha Vasti recusou vir conforme a palavra do rei, por meio dos camareiros; assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nele a sua ira. (…)
Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um edito real, e escreva-se nas leis dos persas e dos medos, e não se revogue, a saber: que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e o rei dê o reino dela a outra que seja melhor do que ela. (…)
Passadas estas coisas, e apaziguado já o furor do rei Assuero, lembrou-se de Vasti, e do que fizera, e do que se tinha decretado a seu respeito.” Est. 1:5,8,9,10,11,12,19; 2:1.
Depois de 6 meses de festa, a mente do rei não estaria certamente demasiado lúcida e nas melhores condições. Ao contrário, no 7º dia do 2º banquete em Susã, torna-se evidente que o rei Assuero estava completamente embriagado, com os seus sentidos embotados e a razão dominada pelos apetites.
É de extrema importância o facto de que as mulheres se reuniam à parte para festejar, pois a própria rainha Vasti não participou nem mesmo no banquete do povo da fortaleza de Susã onde vivia.
É de estranhar como é que os adventistas, que não bebem bebidas alcoólicas, têm suas faculdades tão embotadas quanto o rei Assuero. Se os mundanos da Pérsia e Média não se permitiam a banquetear com suas mulheres, como é que os adventistas se permitem realizar banhos mistos, juntamente com mulheres cuja nudez está exposta em grande maneira?! Onde está a modéstia dos homens e mulheres adventistas, que se consideram o professo povo de Deus?! Não deveria a associação de homens e mulheres ser limitada a certas circunstâncias? Deverão os adventistas ser menos rigorosos que os pagãos?
“É este um século dissoluto. Meninos e meninas começam a dar atenção uns aos outros quando deviam estar no Jardim da Infância tomando lições de modéstia e comportamento. Qual é o efeito dessa mistura comum? Aumenta a castidade dos jovens que assim se reúnem? Não, de fato não. Faz crescer as primeiras paixões concupiscentes; depois de tais encontros, a juventude é enlouquecida pelo diabo, e se entrega às suas práticas vis. (…)
A corruptora doutrina prevalecente de que, segundo o ponto de vista da saúde, devem os sexos misturar-se tem realizado sua perniciosa obra. Quando os pais e tutores manifestarem um décimo da perspicácia de Satanás, então essa associação de sexos poderá ser quase inofensiva. Assim sendo, Satanás tem muito êxito em seus esforços para enfeitiçar a mente dos jovens; e a mistura de meninos e meninas apenas aumenta vinte vezes mais o mal. Testimonies, vol. 2, págs. 482 e 483. ” Orientação da Criança, págs. 455,456.
Entretanto, no contexto anteriormente descrito, o rei Assuero, cuja mulher era Vasti, de grande beleza e formosura, desejou em sua mente pervertida mostrá-la aos povos. Ou seja, a beleza e formosura da rainha, que lhe cabiam a ele por direito, em suas recâmaras íntimas, queria ele expor diante de toda a gente, num banquete público de homens certamente tão bêbados quanto ele.
O que poderia ter sucedido ante tal espectáculo? Não seriam as paixões animais excitadas a tal ponto que tomasse Satanás completamente conta daquela vil multidão?!
Mas “a rainha Vasti se recusou vir conforme a palavra do rei… assim o rei muito se enfureceu, e acendeu nela a sua ira”. Apesar de ser uma mulher de costumes pagãos, sua noção de modéstia e pudor era muito mais elevada que a das mulheres adventistas actuais que se permitem vestir calças, minissaias, bikinis, etc., em associação comum com homens.
Vasti era uma mulher de carácter, honrada, e não cedeu às normas pelas quais se regia seu marido, apesar de ele ser o rei, e de estar assim desobedecendo ao seu mandato. Certamente que não foi por acaso que este episódio ficou registado na Bíblia. Mas, estranhamente, é raro ouvir-se falar dele na igreja. Deveriam aquelas que se consideram cristãs prestar atenção ao exemplo desta mulher!
“A questão a ser assentada agora, é: Há de a esposa sentir-se obrigada a ceder implicitamente às exigências do marido, quando ela vê que coisa alguma senão a paixão vil o domina, e quando sua razão e discernimento se acham convencidos de que ela o faz com dano do próprio corpo que Deus lhe ordenou possuir em santificação e honra, conservar como um sacrifício vivo para Deus?
Não é amor puro e santo o que leva a esposa a satisfazer às propensões animais do esposo, com prejuízo da saúde e da vida.” O Lar Adventista, pág. 126.
Desta forma o rei, pressionado por seus orgulhosos conselheiros, destituiu Vasti da posição de rainha, divorciando-se dela. Foi uma decisão precipitada e irreflectida, pois tanto uns como outros estavam sob o efeito destabilizador do álcool. Mas ao passar esse efeito na mente de Assuero, se lembrou ele de sua mulher Vasti, e teve saudades dela, mas era tarde demais. Certamente que estava arrependido, mas não podia voltar atrás segundo as leis da época.
Na realidade, a rainha podia ter-se apresentado diante do rei, seu marido, e ter negado o seu pedido diante da multidão. Mas parece-me a mim que correria sérios riscos num meio tão perverso, como o de ceder a tal pedido ou ser assediada, bem como seria ainda mais humilhante para o rei a sua desobediência em público. Este é mais um caso de alguém que, por sua ausência, manifestou grande apego à verdade e a rectos princípios.
Por último, quero partilhar o facto de que a partir do momento em que descobri o erro da trindade, passei muitas vezes pela tentação de ignorar esse facto na igreja e nos cultos e enquanto cantávamos. Finalmente deixei de participar em cultos à trindade, tanto na família, como na igreja, bem como em todas as cerimónias em honra da trindade, seja de que igreja seja. Fazê-lo seria envolver-me em ecumenismo.
No dia em que morreu um de meus avós, não assisti à missa católica, nem à cerimónia fúnebre. A missa é a negação de Cristo, e tanto esta como a restante cerimónia fúnebre, constituem verdadeira adoração ao sol e consagração do corpo a Satanás. Foi uma prova muito grande, pois tive grande perseguição e críticas de alguns familiares. Chorei imensamente e com grande angústia, pelo conflito que se gerou em minha mente, mas não podia ir contra aquilo que Deus me mostrara em oração!
Ironicamente, as seguintes frases que encontrei na internet, escritas pelas chamadas “testemunhas de Jeová”, me fortaleceram muito:
“Assistir a serviços fúnebres em igrejas de outras religiões é altamente desaconselhável. Em A Sentinela 01/10/70, pág. 607-8, lemos: "Mas, antes de fazer isso, cada um deve considerar os diversos factores envolvidos e as possíveis alternativas. Embora fazê-lo não seja proibido pela congregação cristã, tal proceder certamente está cheio de perigos e problemas. O serviço fúnebre na igreja é realmente um ofício religioso. Portanto, é provável que envolva um sermão que advogue ideias anti-bíblicas, tais como a imortalidade da alma e que todos os bons vão para o céu. Pode envolver também práticas anti-bíblicas, tais como fazer o sinal da cruz e muito provavelmente participar numa oração unida com o sacerdote ou ministro de outra religião. Naturalmente, o cristão não pode participar nisso, em vista da ordem em Revelação 18:4. ... Sim, sua consciência estaria envolvida. Por quê? Porque outros poderiam vê-la, como uma das testemunhas de Jeová entrando na igreja, e poderiam tropeçar. ... Não há assim necessidade de o cristão sentir-se obrigado a ir ao serviço fúnebre numa igreja de outra organização religiosa, onde talvez haja a tentação de ceder à pressão e acompanhar a multidão, quando todos fazem algum ato de religião falsa. Assim se evita também o perigo de se praticar num ato de apostasia e de se desagradar a Jeová Deus. Mas cada um terá de decidir isso por si mesmo, à base das circunstâncias e de sua própria consciência."
http://www.testemunha.com.br/conteudo.asp?cod=59
No dia anterior, tinha sido um dos primeiros a ver o meu avó morto numa sala da morgue do hospital. Não haviam velas, nem ídolos. Entretanto, levaram-no para a morgue de sua aldeia, e haviam velas acesas (invocação dos demónios e adoração ao sol), além de outros símbolos pagãos presentes. Não mais entrei naquele lugar, e saí para não mais voltar. A paz e alegria de Jesus inundaram o meu coração!
Aparentemente, os heróis da fé do capítulo que estudámos foram os amigos de Daniel. Entretanto, o silêncio quanto a Daniel parece-me traduzir humildade e modéstia da sua parte, ao escrever seu livro, não querendo exaltar-se a si mesmo mas a Deus que enviou Seu anjo para livrar seus companheiros. A ausência de Daniel será para os leitores perspicazes uma evidência clara de que em tais ajuntamentos não deverá estar presente nenhum cristão.
“O mundo não deve ser nossa norma. Não nos devemos associar com os ímpios e participar de seu espírito, pois eles nos desviarão o coração de Deus para adoração a falsos deuses. (…) … não podemos nos associar livremente com aqueles que estão espezinhando a lei de Deus e preservar ao mesmo tempo nossa fé pura e imaculada. A menos que nos separemos deles, seremos envolvidos e com eles estaremos afinal unidos, para partilhar de sua condenação. Manuscrito 6, 1892.
Foi associando-se com os idólatras e unindo-se às suas festas que os hebreus foram levados a transgredir a lei de Deus, e trazer Seus juízos sobre a nação. Assim, agora, é levando os seguidores de Cristo a associar-se com os ímpios … que Satanás é mais bem-sucedido ao induzi-los ao pecado. "Saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo." II Cor. 6:17. Deus requer hoje de Seu povo uma distinção tão grande do mundo, nos costumes, hábitos e princípios, como exigia de Israel antigamente. Patriarcas e Profetas, pág. 458.” O Lar Adventista, pág. 460.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
IASD e ecumenismo
Interessante pesquisa acerca do ecumenismo e do envolvimento da igreja adventista do sétimo dia neste movimento. Apresentação em powerpoint, por Silas Jakel.
“É uma igreja apóstata a que diminui a distância entre si própria e o papado.” Sings of the Times, 19 de fevereiro de 1894.
domingo, 4 de abril de 2010
Alerta! - SATANÁS APARECE como benfeitor da humanidade, AINDA ANTES da lei dominical.
"Por meio do espiritismo Satanás aparece como benfeitor da humanidade, curando as doenças do povo e pretendendo apresentar um novo e mais elevado sistema de fé religiosa; ao mesmo tempo, porém, ele opera como destruidor."
http://www.youtube.com/watch?v=2igRxKQzXgQ&feature=PlayList&p=8DA7D203C33DF594&playnext_from=PL&index=6
(Reparem nas semelhanças com a imagem da capa da nova edição do livro "O Grande Conflito", da Publicadora Servir, bem como com outros livros e sites, etc., que apresentam uma imagem semelhante...)
(http://www.youtube.com/watch?v=bZhWyURN2Gc&feature=PlayList&p=8DA7D203C33DF594&playnext_from=PL&index=8)
Terríveis acontecimentos terão lugar muito em breve. Não te deixes enganar, pois muitos daqueles que hoje são tomados por ministros do Altíssimo, serão os mesmos que te irão enganar. Aconselho-te a leres atentamente o cap. 11 do livro "Eventos Finais". Lê em espírito de oração as seguintes frases retiradas do livro "O Grande Conflito", e divulga-o o mais que puderes:
“Imitando mais de perto o cristianismo nominal da época, o espiritismo tem maior poder para enganar e enredar. O próprio Satanás está convertido, conforme a nova ordem de coisas. Ele aparecerá no aspecto de anjo de luz. Mediante a agência do espiritismo, operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados, e se efectuarão muitas e inegáveis maravilhas. E, como os espíritos professarão fé na Escritura Sagrada, e demonstrarão respeito pelas instituições da igreja, sua obra será aceita como manifestação do poder divino.
(Clica no título do artigo para ler todo o capítulo)
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
“Porque já o mistério da injustiça opera…” na IASD!
Ao escrever estas linhas, penso com grande tristeza, nas frases do livro “Redimidos”, que lemos ontem à noite, durante o culto familiar. Até mesmo angústia, ao pensar que tudo aquilo que aconteceu no passado, está-se a repetir exactamente da mesma forma. A minha esposa entretanto lembrou-me das seguintes frases de Ellen White:
“À medida que o Espírito de Deus me ia revelando à mente as grandes verdades de Sua Palavra, e as cenas do passado e do futuro, era-me ordenado tornar conhecido a outros o que assim fora revelado delineando a história do conflito nas eras passadas, e especialmente apresentando-a de tal maneira a lançar luz sobre a luta do futuro, em rápida aproximação. (...) Nestes relatos podemos ver uma prefiguração do conflito perante nós.” O Grande Conflito, (introdução), pág. 11.
“Todos esses relatos do passado têm nova significação; e por meio deles projecta-se uma luz no futuro, iluminando a senda daqueles que, semelhantes aos reformadores dos séculos passados, serão chamados, mesmo com perigo de todos os bens terrestres, para testificar "da Palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo.” Grande Conflito, (introdução), pág. 12.
“Depois de longo e tenaz conflito, os poucos fiéis decidiram dissolver toda a união com a igreja apóstata, caso ela ainda recusasse libertar-se da falsidade e da idolatria. Viram que a separação era uma necessidade absoluta, se desejavam obedecer à Palavra de Deus. Não ousavam tolerar erros fatais a sua própria alma, e dar exemplo que pusesse em perigo a fé de seus filhos e netos. Para assegurar a paz e a unidade, estavam prontos a fazer qualquer concessão coerente com a fidelidade para com Deus; mas acharam que mesmo a paz seria comprada demasiado cara com sacrifício dos princípios. Se a unidade só se pudesse conseguir comprometendo a verdade e a justiça, seria preferível que prevalecessem as diferenças e as consequentes lutas. Bom seria à igreja e ao mundo se os princípios que actuavam naquelas almas inabaláveis revivessem no coração do professo povo de Deus.
O apóstolo Paulo declara que "todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições". II Tim. 3:12. Por que é, pois, que a perseguição, em grande parte, parece adormentada? A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo e, portanto, não suscita oposição. A religião que em nosso tempo prevalece não é do carácter puro e santo que assinalou a fé cristã nos dias de Cristo e Seus apóstolos. É unicamente por causa do espírito de transigência com o pecado, por serem as grandes verdades da Palavra de Deus tão indiferentemente consideradas, por haver tão pouca piedade vital na igreja, que o cristianismo é visivelmente tão popular no mundo. Haja um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição.” Redimidos, pág. 218 (Cap. A Grande Apostasia).
Quando li estas palavras, por instantes fiquei como que aterrorizado. Reli as mesmas palavras, e com um olhar muito impressionado olhei para minha esposa e filhos, e disse: “Quer dizer que se nós voltarmos à piedade e vida dos primeiros cristãos, depressa seremos perseguidos!”. Por outro lado, se não estamos a ser perseguidos, seja de que forma for, então ainda estamos muito longe de sermos verdadeiros cristãos.
Não que quisessem formar uma outra igreja. Eles eram a verdadeira igreja, o remanescente fiel de Deus (Ap. 12:17), “…e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade (Jo. 4:24). Não puderam mais fazê-lo em conjunto com seus irmãos cristãos apóstatas, nos lugares de culto, nas igrejas. As imagens, esculturas, e tantos outros símbolos pagãos passaram a corromper esses lugares, e a verdade foi posta por terra (Dan. 7: 25; 8:11,12). Foram criticados, acusados de hereges, de rebeldes, expulsos de suas famílias, de suas igrejas, torturados, perseguidos e mortos. Aqueles que até então tinham sido seus companheiros, amigos e família, tornaram-se-lhes seus maiores inimigos. Ainda mais acérrimos e cruéis que os pagãos!
Mas quantos, depois de compreenderem claramente o que se estava a passar dentro da igreja cristã, não ousaram remar contra a maré! Preferiram sacrificar a verdade, cauterizar a consciência, a sofrer a perda de todas as regalias que vinham usufruindo por meio de acordos com os pagãos. Este grupo foi a grande maioria, que permitiu deixar-se levar pela corrente deste mundo. Como o relato da história seria diferente, se os homens e mulheres, ao invés de se deixarem guiar pela tradição, por aquilo que os outros fazem, pela força das “massas”, se guiassem pelos princípios de Jeová! Acerca disto bem disse um dia um dos meus professores: “De medíocres está o mundo cheio. Procura a excelência!”.
Estamos nós preparados para isto? Ou melhor, estamos nós dispostos a ser tão fiéis aos princípios de Jeová, que arrisquemos ser considerados a ovelha negra da família, o rebelde da igreja, o fanático do bairro, pior ainda, sermos considerados fundamentalistas e terroristas? Estamos dispostos a ir à “TV”, ao tribunal, testemunhar pela verdade? É que hoje, se não nos envolvermos em ecumenismo, somos um atentado à paz, se nos afirmamos em nossas crenças bíblicas, como tendo a verdade, a verdade absoluta, seremos acusados de extremistas religiosos e proselitistas. Se ousarmos erguer a voz pela verdade em nossa igreja, seremos silenciados, pois não nos permitirão falar mais. E se formos persistentes, seremos expulsos, e considerados loucos, até mesmo pela família. Como poderemos nós calar-nos diante de um tal atentado à verdade, diante de tal corrupção, entre aqueles que ainda se consideram o povo remanescente de Deus, a igreja adventista do sétimo dia?
Não estamos a falar da igreja católica, nem das igrejas protestantes, que já estão completamente apostatadas. São Babilónia há muito tempo! O problema é que a própria estrutura da igreja adventista também se tornou Babilónia. Durante muito tempo não o quis admitir, mas compreendo agora que O MISTÉRIO DA INIQUIDADE ENTROU DENTRO DA IGREJA ADVENTISTA! A apostasia é de tal ordem que se assemelha já à época de Constantino. Nem ainda duzentos anos se passaram desde a sua origem, e a corrupção, a mundanidade e o paganismo são já sem precedentes, mas de uma forma light.
Enfim, este assunto dá “pano para mangas”, mas gostaria apenas que pudéssemos compreender algo terrivelmente mais grave e profundo:
“Culto de lmagens. - "O culto de imagens ... foi uma das corrupções do cristianismo que se insinuaram na igreja furtivamente e quase sem serem notadas nem observadas. Esta corrupção, semelhante a outras heresias, não se desenvolveu de pronto, pois que em tal caso teria encontrado decidida censura e reprovação: antes, começando sob um belo disfarce, tão gradualmente foi uma prática introduzida após outra em conexão com a mesma, que a igreja se tornou profundamente embebida no costume da idolatria, não somente sem qualquer oposição eficaz, mas quase sem qualquer decidida admoestação; quando finalmente fez um esforço para desarraigá-la, verificou-se que o mal estava muito profundamente fixo para se admitir a sua remoção… Deve ser atribuído à tendência idolátrica do coração humano, e à propensão deste para servir à criatura mais do que ao Criador …
"Imagens e quadros foram a princípio introduzidos nas igrejas, não para serem adorados, mas antes em lugar dos livros, a fim de darem instrução àqueles que não sabiam ler, ou excitar devoção no espírito de outros. Até que ponto corresponderam a tal propósito, é duvidoso; mas, concedendo, embora, que este fosse o caso por algum tempo, logo deixou de ser assim, e notou-se que os quadros e imagens obscureciam a mente dos ignorantes em vez de a esclarecer, degradavam a devoção do adorador em lugar de a exaltar. Assim é que, por mais que tivessem sido destinadas a dirigir a mente dos homens a Deus, acabaram por desviá-la dEle para o culto das coisas criadas." - J. Mendham, The Seventh General Council, the Second of Nicea, Introdução, págs. III-VI.” Grande Conflito, págs. 685,686.
Mas é interessante, que as “pedras” estão a clamar. As chamadas testemunhas de Jeová, num dos seus livros mais antigos, referem o seguinte:
“As imagens eram desconhecidas na adoração dos primitivos cristãos.”
“Talvez tenha notado que alguns quadros de Jesus Cristo apresentam um círculo de luz ao redor de sua cabeça. Êste é chamado de halo ou nimbo. Se procurar “nimbo” numa enciclopédia, saberá que foi usado pelos antigos egípcios, gregos e romanos na sua arte religiosa pagã. O halo remonta à adoração do sol pelos babilónios e aparece em representações dos deuses de Babilónia.”
“Temos alguma orientação do passado quanto a que devemos fazer quando encontramos tais imagens e quadros religiosos em nosso meio? Bem, o que foi que o fiel Jacó fêz quando encontrou deuses falsos entre os membros de sua casa? Livrou-se dêles. (Gênesis 35:2-4) E o que fêz o jovem Rei Josias, em resultado de ter começado a buscar o verdadeiro Deus? Eliminou de Judá as imagens esculpidas, despedaçando-as. (2 Crônicas 34:3,4) Que bons exemplos de zêlo em dar glória a Jeová Deus!” A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, págs. 143-145 (1968).
De facto, como a serva do Senhor escreveu, o verdadeiro povo de Deus, não cairá (Eventos Finais, pág. 156), mas quem é esse povo, ou igreja, que não cairá? É o remanescente fiel em toda a face da Terra! Queres tu também fazer parte? Coragem...
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Comentário à Revista Adventista de Dez. 2008
Na revista Adventista do passado mês de Dezembro, saíram os temas da chamada semana de reavivamento, que teve como assunto “Perdão e Reconciliação”, pela Dr.ª Lourdes Morales-Gudmundsson.
Gostaria de, em primeiro lugar, fazer uma análise a estes temas, não no que respeita ao perdão ou reconciliação em si mesmos, mas a certas considerações e afirmações falsas, contrárias à Bíblia e ao Espírito de Profecia, feitas pela autora, acerca destes assuntos.
Em segundo lugar, é de notar que a autora deu preferência às suas ideias e também às de autores célebres, em detrimento da própria Bíblia. Muitas das ideias apresentadas não têm como base a Bíblia, mas a autora procurou servir-se dela, para dar força àquilo que apresenta. Ela primeiro expõe as suas ideias pessoais e depois é que vai à Bíblia, como também vai a outras fontes diferentes. Lamentavelmente, não consegui encontrar nem uma só frase de Ellen White. Coincidência ou ecumenismo?!
E, em terceiro lugar, que dizer das frases de autores célebres colocadas em maior número que os versos bíblicos, nos cabeçalhos do texto? Como se tanto uns como os outros estivessem ao mesmo nível. Infelizmente, as frases destes autores, bastante perigosas e tendenciosas, mostram um pouco “daqui e de acolá” do mundo religioso. Parece que a autora já se habituou a esse tipo de coisas, ao basear o seu discurso, em “fast food” de teólogos cristãos, e ao fazer passar a respectiva receita em diferentes igrejas cristãs. E de tanto falar em perdão – quem não gosta de ouvir falar em perdão? – já é conhecida por “Nossa Senhora do Perdão”! (Ver http://lgudmundsson.wordpress.com/)
O Centro da Vida do Cristão
Na pág. 7 da referida revista, encontra-se uma entrevista com Lourdes Morales-Gudmundsson, da qual menciono dois excertos onde ela faz a afirmação, completamente descabida, de ser o perdão o centro da vida do cristão:
“Comecei a apresentar este seminário no final dos anos 80, quando apareceram certos livros escritos por teólogos cristãos que tinham descoberto, ou redescoberto, a centralidade do perdão na vida cristã. Comecei a ler esses livros.”
“Definitivamente, ele [o perdão] é o centro da vida do cristão.”
Mais adiante, na pág. 13, ela reforça a ideia:
“Por outras palavras, o perdão faz apelo aos mais elevados poderes morais que nos são dados por Deus e está no centro de tudo o que somos e fazemos como cristãos.”
Em primeiro lugar, o centro da vida do cristão não é o perdão. Até os cristãos mais simples e humildes poderiam explicar que o centro da vida do cristão é Jesus Cristo. Os teólogos complicam as coisas ao colocarem as suas próprias ideias à frente da Palavra de Deus, obscurecendo assim a mente do povo. Parece que ganharam o vício de contrariarem a Palavra de Deus!
Lamentavelmente, a autora baseia-se em livros e conclusões de teólogos cristãos, que aparentemente fizeram uma grande descoberta, mas na verdade, estão completamente enganados! Estes teólogos pensam que descobriram que o centro do cristianismo é o perdão mas, na verdade, eles não descobriram nada, eles estão é introduzindo mais um erro nas igrejas, isto é, o humanismo. E este último é um verdadeiro assassino do cristianismo, e é, de facto, anátema. É um outro “evangelho” completamente diferente daquele que nos é apresentado na Palavra de Deus. Paulo advertiu-nos acerca disso:
“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Gál. 1:6-8
Dizer que o perdão é o centro da vida do cristão é querer reduzir a genuína experiência cristã, a qual se baseia em sermos completamente dependentes de Deus, a algo mais centralizado naquilo que eu faço ou posso fazer, independentemente de Deus. Pior ainda, é afirmar de uma forma subtil que nós temos a capacidade inerente de perdoar. E isso não é verdade.
Também não poderia deixar de comentar a ambiguidade da já referida frase da pág. 13 na qual, por um lado a autora fala-nos que o perdão apela aos mais elevados poderes morais que nos teriam sido dados por Deus. Por outro lado, ela fala que o perdão estaria no centro de tudo o que somos e fazemos. Existe aqui um paradoxo, pois o perdão é apresentado como algo que nós podemos conceder supostamente devido a poderes dados por Deus, e ao mesmo tempo como sendo o centro de toda a nossa existência. Eis aqui uma teoria muito perigosa!
Não há muito tempo atrás, na igreja da Sertã, um médico estrangeiro, pregando numa manhã de sábado, falou precisamente sobre este aspecto (e outros, contrários às crenças fundamentais dos adventistas do sétimo dia), apresentando a ideia de que, uma vez que o Espírito Santo habita em nós, torna-se assim numa espécie de fonte da qual nós nos podemos servir. Curiosamente, há mais de cem anos atrás, o Dr. Kellogg apresentou algo deste género:
“Que pensamento maravilhoso, que este Deus poderoso que mantém em ordem todo o universo, está em nós! (…) Que coisa assombrosa que este Deus omnipotente, todo-poderoso e omnisciente se convertesse num servo do homem ao dar-lhe livre arbítrio, poder para dirigir a energia dentro do deu corpo!” General Daily Bulletin de 1897, pág. 83 (Ver cap. 18 do livro “Mensageira do Senhor”).
“Deus está em todas as coisas.” General Daily Bulletin de 1899, pág. 57-58, 119 (Ver cap. 18 do livro “Mensageira do Senhor”).
Estas afirmações demonstram claramente a essência do panteísmo, contra o qual faremos muito bem em nos precaver.
O pastor da referida igreja, que estava a traduzir o sermão, como um cão mudo que não sabe ladrar, não quis abrir a sua boca em reprovação às falsas teorias apresentadas, salvaguardando assim a sua imagem, espezinhando desta forma a verdade. Mas levantando eu a voz, em pleno culto, em defesa da verdade, fui pressionado a calar-me. Infelizmente esta é uma igreja onde existe uma aparência de piedade e de luz, mas onde na realidade, não só a verdade é espezinhada, como também aqueles que a defendem. É triste verificar que existe na igreja maior preocupação em manter as formas do serviço de culto do que em salvaguardar os princípios de Deus.
"Aqueles que não têm uma experiência diária nas coisas de Deus não agem com sabedoria. Podem ter uma religião legalista, uma forma de santidade, pode haver uma aparência de luz na igreja; toda a maquinaria - muito disso de criação humana - pode parecer estar operando bem, e ainda a igreja pode estar tão destituída da graça de Deus quanto as colinas de Gilboa careciam de orvalho e chuva." - Review and Herald, 31 de janeiro de 1893
“A menos que a igreja siga o caminho que lhe abre a Providência, aceitando todo raio de luz, cumprindo todo dever que lhe seja revelado, a religião fatalmente degenerará em formalismo, e desaparecerá o espírito da piedade vital. Esta verdade tem sido repetidas vezes ilustrada na história da igreja. Deus requer de Seu povo obras de fé e obediência correspondentes às bênçãos e privilégios conferidos. A obediência exige sacrifício e implica uma cruz; e este é o motivo por que tantos dentre os professos seguidores de Cristo se recusam a receber a luz do Céu e, como aconteceu com os judeus de outrora, não conhecem o tempo de Sua visitação (Luc. 19:44). Por causa de seu orgulho e incredulidade, o Senhor os passa por alto, e revela Sua verdade aos que, à semelhança dos pastores de Belém e dos magos do Oriente, têm prestado atenção a toda a luz que receberam.” Grande Conflito, pág. 316.
“A observância de formas exteriores nunca atenderá à grande necessidade da alma humana. Uma mera profissão de Cristo não é suficiente para preparar alguém para defrontar a prova do juízo.” Review and Herald, 25 de Janeiro de 1887.
“Há demasiada formalidade na igreja. Almas estão perecendo por falta de luz e de conhecimento. Devemos estar tão ligados à Fonte de luz que possamos ser canais de luz para o mundo. … Aqueles que professam ser guiados pela Palavra de Deus podem estar familiarizados com as evidências da sua fé, e ainda assemelhar-se à pretensiosa figueira , que ostentava a sua folhagem perante o mundo, mas quando investigada pelo Mestre demonstrou-se destituída de frutos.” Review and Herald, 15 de Fevereiro de 1887.
(As duas últimas citações anteriores, dos escritos da irmã White, foram retirados do livro de Arthur G. Daniells, Cristo Nossa Justiça, pág.38.)
Tenhamos muito cuidado! O poder de Deus está à nossa disposição, tão-somente à curta distância de uma oração, feita com fé, e na medida em que permanecermos ligados a Ele. Mas é muito perigoso falar em elevados poderes morais, como se Deus nos concedesse poderes especiais dos quais nos pudéssemos servir quando e como quisermos.
“Não somos nós os que devemos usar o Espírito Santo, mas Ele que nos deve usar a nós, moldando-nos cada faculdade.” Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 40.
Mas como é que se pode falar que o perdão apela aos mais elevados poderes morais que, pressupostamente, nos são dados por Deus, e ao mesmo tempo dizer que o perdão está no centro de tudo o que somos e fazemos?! Quanto mais se revolvem as fezes, pior é o cheiro. A subjectividade desta frase é tão grande quanto o engano que por detrás dela se esconde. Isto não é senão o resultado de não se conhecer, ou melhor, de desprezar as Escrituras. Ser participante da natureza divina (II Pe. 1:3,4) não é o mesmo que possui-la intrinsecamente e dela se servir a nosso bel-prazer. Podemos e devemos ser participantes da natureza divina, mas não ser divinos, pois somos meras criaturas de Deus! (Ef. 2: 10).
O mais grave em tudo isto é que Lourdes Morales-Gudmundsson teve a infeliz ideia de ir à “lixeira” desses teólogos, aproveitar o seu “lixo”, reciclá-lo por meio de “técnicas modernas”, e apresentá-lo aos cristãos, até mesmo aos adventistas do sétimo dia, como um produto magnífico! E muitos ficaram boquiabertos, se “maravilharam” (Apo. 13:3,12), em especial os seus pastores. Desta forma, este, permitam-me dizer, nauseabundo produto chegou mesmo a ser apresentado na revista adventista como algo capaz de reavivar a igreja!!! Lamentavelmente, a autora fala mais sobre o perdão do que sobre Jesus, Aquele que nos perdoa e nos habilita a perdoar, o único que pode operar em nós um genuíno reavivamento.
Na realidade, como povo privilegiado de Deus, não precisamos de ir à “lixeira” desses teólogos, muito menos que sejam os próprios adventistas a quererem “reciclá-lo”. A Bíblia e o Espírito de Profecia dizem-nos claramente o que ou Quem é o centro da vida do cristão, vamos escutá-los:
Jesus disse: “E Eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a Mim.” Jo. 12:32
Paulo disse: “Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado.” I Cor. 2:2
“Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.” I Cor. 1:23
Lucas conta-nos: “E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam [os apóstolos, v. 40] de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo.” At. 5:42
“E havia entre eles [os que foram dispersos pela perseguição, v. 19] alguns homens cíprios e cirenenses, os quais entrando em Antioquia falaram aos gregos, anunciando o Senhor Jesus. (…) E em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos.”At. 11:20,26
Ellen White disse-nos: “Mestres, desviai-vos do exemplo do mundo, cessai de aplaudir os chamados grandes homens; desviai a mente de vossos alunos da glória de qualquer coisa que não seja a cruz de Cristo. O Messias crucificado é o centro de todo o Cristianismo. As lições mais importantes para os mestres e os discípulos, são as que encaminham, não para o mundo, mas do mundo para a cruz do Calvário.” Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, págs. 23,24.
"O grande centro da atração, Jesus Cristo, não deve ser deixado de fora da mensagem do terceiro anjo. Por muitos que têm estado empenhados na obra para este tempo, Cristo foi tornado secundário, e teorias e argumentos tomaram o Seu lugar." - Review and Heraid, 20 de março de 1894, (Cristo Nossa Justiça, pág. 122).
“Torne-se a cruz de Cristo a ciência de toda educação, o centro de todo ensino e estudo. Seja ela introduzida na experiência diária da vida prática. Assim se tornará o Salvador para os jovens o companheiro e amigo de cada dia. Todo pensamento será levado cativo à obediência de Cristo. Como o apóstolo Paulo, deverão poder dizer: "Longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo." Gál. 6:14” A Ciência do Bom Viver, pág. 460.
“Quanto mais os raios de luz se afastam do centro, tanto mais eles se separam uns dos outros. Cada crente é um raio de luz de Cristo, o Sol da Justiça. Quanto mais de perto andarmos com Cristo, o centro de todo o amor e luz, maior será nosso afeto pelos Seus portadores de luz.” E Recebereis Poder – Meditações Matinais, pág. 89.
Depois de todos estes versículos e frases do Espírito de Profecia, não restam dúvidas de que o centro da vida do cristão, não é o perdão, mas sim Cristo.
Contrariando o conselho de Deus
Não menos grave é o facto de a autora contrariar directamente um claro assim diz o Senhor, por meio do seu profano conselho, na pág. 13:
“Mas haverá situações em que o perdão não seja suficiente? Situações em que o ofendido tenha de recorrer à justiça, para ser compensado nos seus direitos espezinhados? Será o perdão incompatível com um pedido de justiça? Quererá isso dizer que o ofendido não perdoou?
Não necessariamente. Perdoar não significa que a pessoa ofendida não possa obter justiça através de meios legais.”
Em todas as coisas Jesus é o nosso exemplo, e em momento nenhum Ele recorreu a tribunais humanos para obtenção de justiça, mas confiou sempre em Seu Pai.
“Se estamos olhando para Jesus, o Autor e Consumador de nossa fé, seremos capazes de orar: "Senhor, perdoa as nossas transgressões, assim como temos perdoado aos que nos ofendem." Jesus não apelava para a lei como desagravo quando era acusado injustamente. Quando era insultado, Ele não retribuía com outro insulto; quando era ameaçado, Ele não revidava.” Idem, pág. 302.
“Pacientemente escutava Jesus os contraditórios testemunhos. Nem uma palavra proferia em defesa própria. (…) O sumo-sacerdote ergueu-se da cadeira de juiz, fisionomia transtornada pela paixão, indicando pela voz e as maneiras que, estivesse em seu poder, e abateria o Preso que se achava diante dele. "Não respondes coisa alguma ao que estes depõem contra Ti?" (Mat. 26:62) exclamou.
Jesus guardou silêncio. "Ele foi oprimido, mas não abriu a Sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e, como a ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a Sua boca." Isa. 53:7.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 706.
A Bíblia e o Espírito de Profecia advertem-nos contra o recorrer a tribunais para obtenção de justiça:
“Viste, Senhor, a injustiça que me fizeram; julga a minha causa. Viste toda a sua vingança, todos os seus pensamentos contra mim. Ouviste a sua afronta, Senhor, todos os seus pensamentos contra mim, Os lábios dos que se levantam contra mim e os seus desígnios me são contrários todo o dia. Observa-os ao assentarem-se e ao levantarem-se; eu sou a sua música. Tu lhes darás recompensa, Senhor, conforme a obra das suas mãos. Tu lhes darás ânsia de coração, maldição tua sobre eles. Na tua ira os perseguirás, e os destruirás de debaixo dos céus do Senhor.” Lm. 3:59-66
“Se um cristão é vituperado, ele deve suportá-lo pacientemente; se é defraudado, não deve apelar para os tribunais de justiça. Sofra antes a perda e a injustiça.
Deus lidará com o indigno membro de igreja que lesa seu irmão ou a Causa de Deus; o cristão não precisa lutar por seus direitos. Deus lidará com aquele que viola esses direitos. "A Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor." Rom. 12:19. É mantido um relato de todas essas questões, e para todos o Senhor declara que Ele fará a vingança. Trará a juízo todas as obras.” Mensagens Escolhidas Vol. III, pág. 300
“Os membros de igreja que apelam para os tribunais do mundo demonstram ter escolhido o mundo como seu juiz, e seus nomes são registrados no Céu com os dos descrentes.
Esse ato de apelar para tribunais humanos, nunca dantes empreendido por adventistas do sétimo dia, agora está sendo realizado. (…)
Os santos julgarão o mundo. Devem depender, então, do mundo e dos advogados do mundo para resolver suas dificuldades? Deus não quer que apresentem seus problemas para decisão pelos súditos do inimigo. (…)
Apoiar-se no braço da lei é uma desonra para os cristãos; no entanto, este mal está sendo introduzido e acalentado entre o povo escolhido do Senhor. Princípios mundanos têm sido apresentados furtivamente, até que na prática muitos de nossos obreiros estão se tornando como os laodiceanos - indiferentes, porque é colocada tanta confiança em advogados e em documentos e acordos legais. Tal estado de coisas é abominável a Deus.” Idem, págs. 302, 303.
Pão Sem Sal
Em segundo lugar, a linguagem que é utilizada nos temas da semana de reavivamento é bastante insípida, não tanto baseada num assim diz o Senhor, mas mais num assim diz Lourdes Morales-Gudmundsson e os teólogos. Infelizmente a “febre” das bibliografias cheias de nomes de teólogos e estudiosos, e seus respectivos livros, afecta também o mundo adventista. O falso conceito oriundo das universidades de teologia do mundo, de que um trabalho ou artigo, a fim de ter um determinado valor científico, ter aceitação, e ser considerado válido, precisa de ser apoiado numa vasta bibliografia, foi introduzido nas escolas de teologia adventistas.
É por isso que se lê e se presta mais atenção aos mestres de teologia do que à própria Bíblia e Espírito de profecia. Como é que os irmãos presidentes de conferências, uniões e divisões esperam preparar pastores, enviando os jovens a determinadas escolas como Collonges e outras, massacrando-lhes a cabeça com centenas e centenas de páginas mais “secas” do que o deserto, cheias de toda a espécie de imundície?! E ainda por cima muitos dos seus professores não são consagrados a Deus, não reconhecem o historicismo de alguns livros e personagens da Bíblia, nem tão pouco reconhecem Ellen White como uma verdadeira mensageira do Senhor. É, em grande medida, a partir de nossas escolas de teologia que a apostasia se introduz em nossas igrejas, por meio dos pastores e obreiros que, frequentando esse tipo de escolas e universidades, ao invés de se prepararem, tornam-se inválidos para o ministério.
Ninguém jamais desenvolveu nem desenvolverá ministério mais importante que o de Cristo em favor da humanidade. E vejamos qual foi a educação que Deus escolheu para o Seu Filho, como homem, para prepará-Lo para a Sua grande missão: “Ao tempo de Cristo… o ensino se tornara formal. A tradição havia em alto grau sobrepujado as Escrituras. A verdadeira educação teria levado os jovens a "que buscassem ao Senhor, se porventura, tateando, O pudessem achar". Atos 17:27. Mas os mestres judeus davam atenção a questões cerimoniais. A mente era sobrecarregada com matéria sem valor para o que a aprendia, e que não seria reconhecida na escola superior das cortes do alto. A experiência obtida mediante a aceitação individual da Palavra de Deus, não tinha lugar no sistema educativo. Absorvido na rotina das coisas exteriores, o estudante não encontrava horas de sossego para estar com Deus. Não Lhe escutava a voz falando ao coração. Em sua procura de conhecimentos, desviava-se da Fonte de sabedoria. Os grandes elementos do serviço de Deus eram negligenciados, obscurecidos os princípios da lei. O que se considerava como educação superior constituía o maior obstáculo ao verdadeiro desenvolvimento. Sob a influência dos rabis, as faculdades dos jovens eram reprimidas. Seu espírito se tornava constrangido e estreito.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 69.
Deus sabia que um ensino desse género tendia a separar o estudante de Deus por isso escolheu como mãe para o Seu Filho uma mulher consagrada ao Senhor, que não se conformou com o mundo – nem mesmo com o corrompido povo de Deus – em matéria de educação.
“O menino Jesus não Se instruía nas escolas das sinagogas. Sua mãe foi Seu primeiro mestre humano. (…) Ao avançar da infância para a juventude, não procurou as escolas dos rabis. Não necessitava da educação obtida de tais fontes; pois Deus Lhe servia de instrutor. (…) Ele obteve conhecimento como o podemos fazer”. O Desejado de Todas as Nações, pág. 70.
O divino Instrutor está à nossa disposição hoje! Mas infelizmente a esmagadora maioria do professo povo de Deus continua a preferir as escolas do mundo ou as escolas da igreja, que também estão corrompidas.
Num capítulo dedicado aos estudantes que se estavam a preparar para trabalhar na obra de Deus, Ellen White escreveu: “Foi-me mostrado que alguns dos alunos estão perdendo a espiritualidade, que sua fé se vai enfraquecendo, e que eles não entretêm contínua comunhão com Deus. Despendem quase todo o tempo no manuseio de livros; parece conhecerem bem pouco mais que isso. Mas de que proveito lhes será todo esse preparo? Que benefício fruirão de todo o tempo e recursos empregados? Digo-vos que isso será pior do que aquilo que se perde.” Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, pág. 404.
“Muitos há que se encontram mais bem preparados, com mais discernimento espiritual e conhecimento de Deus, e que conhecem mais os Seus preceitos, ao entrarem no curso de estudos, do que quando se diplomam. Apodera-se deles a ambição de se tornarem homens instruídos, e são estimulados a acrescentar os estudos até que com eles ficam envaidecidos. Fazem dos livros seu ídolo, e estão dispostos a sacrificar a saúde e a espiritualidade a fim de obter educação. Limitam o tempo que é devido à oração, e deixam de aproveitar as ocasiões de fazer bem. Não põem em uso o conhecimento já adquirido, nem progridem na ciência de ganhar almas. O trabalho missionário torna-se cada vez menos desejável, ao passo que o anseio de sobrepujar no conhecimento dos livros cresce de modo anormal. Prosseguindo em seus estudos, separam-se do Deus de sabedoria. Alguns os felicitam por seu progresso, e estimulam-nos a obter título após título.” Idem, pág. 415.
“Em nosso tempo, como na antiguidade, as verdades vitais da Palavra de Deus são substituídas por teorias e especulações humanas. Muitos professos ministros do Evangelho não aceitam toda a Bíblia como a Palavra inspirada. Um sábio rejeita esta parte, outro duvida daquela. Elevam sua opinião acima da Palavra; e as Escrituras que eles ensinam, repousam sobre a autoridade deles próprios. Sua autenticidade divina é destruída. Deste modo é semeada largamente a semente da incredulidade; porque o povo é confundido e não sabe o que crer.” Parábolas de Jesus, pág.39.
“A Bíblia tem sido espoliada de seu poder, e vemos a consequência no abaixamento do tom da vida espiritual. Nos sermões de muitos púlpitos de hoje, não há aquela divina manifestação, que desperta a consciência e dá vida à alma. Os ouvintes não podem dizer: "Porventura, não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava e quando nos abria as Escrituras?" Luc. 24:32.” Idem, pág. 40.
“Todos os que exaltem suas próprias opiniões acima da revelação divina, todos os que mudem o sentido claro das Escrituras para acomodá-lo à sua própria conveniência, ou pelo motivo de se conformar com o mundo, estão a trazer sobre si terrível responsabilidade.” O Grande Conflito, pág. 268.
Por outro lado, a mensagem de Lourdes Morales-Gudmundsson é destituída de dinâmica, isto é, muito teórica, complicada, maçadora, da qual pouco se pode extrair. Precisamos de discursos simples, claros, objectivos, cheios de poder! Sigamos o exemplo do apóstolo Paulo:
“A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.” I Cor. 2:4,5.
As igrejas são quais vales de “ossos secos”, os quais precisam de ouvir a Palavra de Deus e possuir o Espírito Santo (Ez. 37:3-6). Com este tipo de temas, que são palha autêntica, as semanas de reavivamento não passam de “enfeites de cemitérios”.
Existe um perigo muito grande, o de nos servimos de determinadas frases para introduzir os nossos próprios pensamentos e ideias, pois ambos podem, à luz da Palavra de Deus, estar errados. Devemos ter como base a Palavra do Senhor, e estarmos dispostos a aprender o que ela nos ensina, renunciando assim às nossas próprias ideias preconcebidas.
"Toda Palavra de Deus é pura. ... Nada acrescentes às Suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso." Prov. 30:5 e 6.
É horroroso que se privilegiem determinados autores em detrimento da serva do Senhor. Nem uma só frase de Ellen White aparece em tantas páginas! Porquê?! Sofre a autora da “síndrome do esquecimento”, como parecem sofrer algumas pessoas na publicadora Servir ao ponto de se esquecerem de colocar o capítulo “A Semana Literal” no livro Patriarcas e Profetas? (depósito legal 242329/06). Ou não estará ela a demonstrar um claro desprezo pela serva do Senhor, como muitos hoje têm o hábito de fazer? O que muitos estão a precisar é de ir até à Sibéria para “refrescar” as ideias!
Podes ler o referido capítulo em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/10/o-capitulo-que-falta-no-livro.html
Frases Perigosas
“Há muitos que estão clamando pelo Deus vivo, e anseiam a presença divina. Teorias filosóficas ou composições literárias, embora brilhantes, não podem satisfazer o coração. As afirmações e descobrimentos dos homens não têm valor algum. Fale a Palavra de Deus ao povo! Os que só ouviram tradições, teorias e máximas humanas, ouçam a voz dAquele cuja palavra pode renovar a alma para a vida eterna.” Parábolas de Jesus, pág. 40.
Em terceiro lugar, e tristemente, foram apresentadas na referida revista, nas págs. 8 e 12 respectivamente, duas frases que reflectem não só uma mera opinião humana, como também uma verdadeira falácia de Satanás:
“Errar é humano, perdoar, é divino.” Alexander Pope (Católico e Maçon) http://www.infopedia.pt/$alexander-pope; http://www.terraespiritual.org/socsecretas/maconaria.html
“Experiencialmente, o perdão parece mais um acto que ultrapassa o dever moral, um acto reconciliatório enraizado não na noção de dever, mas na nossa capacidade de sermos bondosos e benevolentes”. Everett L. Worthington Jr. (psicólogo clínico)
Comecemos pela parte inicial da primeira frase, “errar é humano”. Existe aqui claramente uma armadilha, pois desta forma, errar parece ser algo inevitável, o próprio destino do homem, o que aliás, a Bíblia demonstra bem não ser assim, especialmente pelo exemplo e pela graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Não nos esqueçamos que a vitória sobre o pecado está ao alcance de todos, mediante Jesus Cristo, no qual “somos mais que vencedores” (Rom. 8:37; I Cor. 15:57).
Passemos à segunda parte. A incoerência é clara. Por um lado, diz-se que “perdoar, é divino”, por outro lado, na segunda frase, diz-se que o perdão assenta “na nossa capacidade de sermos bondosos e benevolentes”. Novamente temos aqui o humanismo disfarçado na forma de um paradoxo, as capacidades humanas exaltadas, ao ponto de se afirmar, que “perdoar, é divino”, ou seja, insinua-se assim que se perdoamos somos divinos! Dá-se a entender que nós somos um deus na medida em que desenvolvemos a capacidade de perdoar e a benevolência. O que é isto?! ACORDEM IRMÃOS!! Eis o humanismo e a nova era estampados numa revista adventista! A Bíblia diz: “Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal.” Jer. 13:23.).
Na realidade nós podemos perdoar, não segundo as nossas capacidades, mas segundo o poder e a graça de nosso Senhor Jesus Cristo. Mas o facto de eu perdoar, não faz de mim divino como aqui claramente se subentende. O verdadeiro perdão só pode ser resultado de Cristo habitar em mim mas, mais uma vez repito, isso não faz de mim divino. A Bíblia não deixa dúvidas:
“Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude; Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.” II Pe. 1:3,4
A autora disse que o perdão era o centro da vida do cristão (pág. 7), chegando mesmo a afirmar que ele estava “no centro de tudo o que somos” (pág. 13). Se o perdão estivesse no centro de tudo o que somos e se ele fosse o centro da vida do cristão, logicamente teríamos de concluir que o ser humano, e não Jesus, seria o centro do cristianismo! No entanto a Bíblia diz “porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.” Rom. 7:18; “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai” Tia. 1:17.
Outras frases do género foram apresentadas no decorrer dos temas, o que é uma lástima. E pior ainda, o facto de se ter desprezado aquilo que a serva do Senhor escreveu por inspiração divina, substituindo-o por algo completamente inferior, demonstra claramente que estamos perante nada menos que um verdadeiro desprezo à Bíblia, que diz: “Não desprezeis as profecias” (I Tes. 5:20).
Entretanto, na pág. 14 surge uma frase, que é uma autêntica blasfémia contra Aquele que inspirou as Sagradas Escrituras:
“Se pusermos em prática o princípio do olho por olho, dente por dente, em breve todo o mundo estará cego e sem dentes.” – Mahatma Gandhi (hindu e maçon).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahatma_Gandhi; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ma%C3%A7ons#L.C3.ADderes_Espirituais
Isto é zombar, escarnecer contra as leis e regras dadas pelo próprio Deus a Moisés, em determinado momento da história do povo de Deus. É desprezar a Sua autoridade. Não é esta senão a voz do inimigo de nosso Deus, o qual trata de acusar o nosso Deus e menosprezar a Sua Palavra.
Primeiramente a autora apresenta esta frase, desprezando a Palavra de Deus, depois fala-nos que Deus é misericordioso. Resultado, a mente do leitor assimila que as leis de Deus são incoerentes e impossíveis de serem obedecidas. Por outro lado, insiste-se em de determinados conceitos muito acarinhados no ecumenismo, tais como perdão, reconciliação, misericórdia, compaixão, etc., conceitos que em si mesmos são bíblicos, mas que jamais nos devem levar a consentir com o pecado. Tese, antítese e síntese!
Eis mais uma frase perigosa, desta vez na pág. 16:
“A glória do cristianismo é conquistar através do perdão.” – William Blake (católico gnóstico e maçon).
http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Blake; http://pt.wikipedia.org/wiki/Ma%C3%A7ons#Pensadores_e_Escritores;
“William Blake representa uma reaparição do gnosticismo na poesia” http://www.hildahilst.com.br/teses_ensaios.php?id=77&categoria=9
Então, se o homem tivesse a capacidade de perdoar, seria ele o conquistador, a glória do cristianismo!! Que blasfémia!
Querermos expor as nossas ideias, em vez de consultar a Palavra de Deus em busca da verdade, é um grave problema, e aqui temos o resultado: a palavra dos homens em oposição à Palavra de Deus. Novamente, é defendida a centralidade do perdão, mas a verdadeira glória do cristianismo não é o homem, nem o perdão, mas sim Jesus Cristo!
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo.” Gál. 6:14
“Aquele que se gloria glorie-se no Senhor.” I Cor. 1:31
Por último, na pág. 18 pode ler-se:
“A verdadeira viagem de descoberta não está em procurar novas fronteiras mas em ter novos olhos.” – Marcel Proust (gnóstico de educação católica.) http://pt.wikiquote.org/wiki/Marcel_Proust
“E esse gnosticismo próprio de alguns poucos iniciados sempre foi o anzol perfeito para os intelectuais. Marcel Proust, André Gide, James Joyce, Aldous Huxley e Thomas Mann e muitos outros se renderam às suas [de Freud] teorias” http://www.acea.org.br/verartigo.php?id=60
“Proust nos quer transmitir que a realidade autêntica vive no nosso inconsciente e só uma viagem involuntária pela memória nos leva ao contacto com ela.” http://www.wook.pt/Authors/detail/id/9977
O cristianismo não é uma religião de mistérios, não se trata de descobrimentos, nem de ter novos olhos. O que precisamos é de conhecer Jesus, permitir-Lhe entrar no nosso coração e possuir assim o Espírito Santo, o melhor colírio para os olhos:
“E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” Jo. 17:3
“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” Ap. 3:20
“E que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.” Ap. 3:18
“Quando a Palavra de Deus é posta de lado, é rejeitado também seu poder de refrear as paixões pecaminosas do coração natural. Os homens semeiam na carne, e da carne colhem a corrupção.
Eis também a grande causa de fraqueza e ineficiência mental. Desviando-se da Palavra de Deus, para alimentar-se nos escritos de homens não inspirados, o espírito se deprecia e rebaixa. Não é levado em contato com os profundos e amplos princípios da verdade eterna. A inteligência adapta-se à compreensão das coisas que lhe são familiares e, nesta devoção às coisas finitas, ela é debilitada, seu poder limitado e, no decorrer de algum tempo, torna-se inapta para se expandir.
Tudo isso é educação falsa.” Idem, pág. 41.
(continua em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/corrupcao-entre-o-povo-de-deus.html )
Precisam-se...
"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."
Ellen White, Educação, pág. 57.
É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.


