Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).


"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
)

Mostrar mensagens com a etiqueta anjos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta anjos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 26 de maio de 2015

Sob a Influência dos Anjos Celestiais

"(Yahushua) Foi muitas vezes magoado, porque não Lhe dispensavam aquilo que deles deveria ter recebido. Sabia que, estivessem sob a influência dos anjos celestiais que O acompanhavam, também haviam de considerar que nenhuma dádiva era de suficiente valor para exprimir o espiritual afeto do coração." O Desejado de Todas as Nações, pág. 538.

Interessante frase que quero partilhar  neste dia em que celebramos o dia de pentecostes. Os discípulos não souberam apreciar devidamente a oferta de Miriam Madalena, tal como o fez Yahushua. Isto porque não estavam sob a influência dos anjos que rodeavam o Salvador.

Procuremos receber esta santa influência celestial, o Espírito Santo do Altíssimo,  partilhado e derramado pelos santos anjos, e como Miriam dispormos o nosso coração numa entrega completa ao Salvador.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

O Que É o Contrário de Espírito Imundo?

Nesta pequena reflexão quero chamar a atenção para o texto de Marcos 3:22-30, onde se fala do pecado contra o Espírito Santo. É interessante notar certos detalhes da resposta de Yahushua à acusação dos escribas de que expulsava demónios por Belzebu.

“Como pode Satanás expulsar Satanás?” (vrs. 23). Ou seja, como é que o inimigo se contentaria em entrar e possuir alguém para logo depois sair voluntariamente? “Tal reino não pode subsistir” (vrs. 24).

Por outras palavras: “Tem espírito imundo” (vrs. 30). Os escribas acusaram Yahushua de estar possuído pelo demónio, e consequentemente poder expulsá-lo. Chamo a vossa atenção de uma maneira especial para este detalhe. O que é um espírito imundo? Um demónio, um anjo do maligno. Então e o contrário de espírito imundo o que é que será? Um espírito limpo, um espírito santo, visto que o que procede do Altíssimo é santo. E na verdade os anjos são espíritos que atuam em nosso favor (Hb 1:14).

Ora se um anjo do maligno pode actuar em alguém, possuir todo ser de uma determinada pessoa, uma alma, falar por ela e agir por ela, porque é que um anjo do Altíssimo, o não o pode fazer em almas consagradas ao Criador? Um demónio recebe a influência, o espírito imundo que procede do Diabo para destruir as almas. Um anjo do Altíssimo recebe aquela santa influência, aquele Espírito Santo que procede do Pai celestial, aquele poder e autoridade divinos, a fim de actuar sobre as almas, sobre aqueles que hão-de herdar a salvação.

E na verdade os anjos actuaram em Yahushua, e por Sua causa operaram milagres! (DTN, pág. 110)

Nisto os principais dos sacerdotes pecaram ao rejeitarem o Espírito Santo que havia em Yahushua, considerando imundo o limpo, sagrado e santo. Rejeitaram a obra efetuada pelos santos anjos ou espíritos, pois eles mesmos são cheios do Espírito Santo do Altíssimo. Isto é o pecado contra o Espírito Santo, pois que esperança há para aqueles que rejeitam os mensageiros enviados do Pai e do Filho, sejam os anjos ou seres humanos?! Eles são a Sua última voz  e oportunidade.

O Espírito Santo não é um 3º Deus mais importante ou menos tolerante cuja blasfémia não possa ser perdoada, mas o pecado contra o Espírito Santo é isto mesmo, rejeitar o Espírito Santo do Altíssimo que actua nos anjos, e nos homens e por meio dos mesmos. Depois destes não há mais mensageiro que seja enviado do céu à terra para converter uma alma, depois de uma longa e persistente recusa e rejeição da verdade apresentada.

Não façamos como aqueles escribas!


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Anjos Sobre a Cena do Batismo de Yahushua

"Anjos do Altíssimo pairaram sobre a cena de Seu [de Yahushua] batismo; o Espírito Santo desceu sob a forma de uma pomba e resplandeceu sobre Ele; e, ficando o povo grandemente admirado, com os olhos fixos nEle, ouviu-se do Céu a voz do Pai, dizendo: "Tu és o Meu Filho amado, em Ti Me comprazo." Primeiros Escritos,pág. 153.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Como o Altíssimo Operou no Dia de Pentecostes

"Quando a verdade em sua simplicidade é vivida em cada lugar, então Deus operará por meio de seus anjos como Ele operou no dia de Pentecostes, e corações serão transformados tão decididamente que haverá uma manifestação da influência da genuína verdade, como é representado na descida do Espírito Santo." {SpTB07 63.4}


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Ministério dos Anjos Versus Trindade

Quando a minha filha mais velha era apenas uma criança de 5 anos, um dia perguntou, enquanto a minha esposa lhe contava a história da rebelião de Lúcifer em flanelógrafos, “se há três senhores no céu, onde está o Espírito Santo?”. A minha esposa ficou bastante perturbada e não sabia ao certo o que responder. Estudou melhor esta história nos livros de Ellen White e de facto não encontrou uma 3ª pessoa diferente do Pai ou do Filho. Além deles, só os anjos! Mas como se sentiu mal de pensar estas coisas, tanto ela como eu não prosseguimos esta pesquisa. Somente 5 anos depois desta experiência rejeitaríamos por completo esta doutrina pagã. Nas minhas orações, e estudo da Bíblia tornou-se completamente uma absurdo que se atribuísse ao Espírito Santo as mesmas funções que aos anjos. Se bem que o puzzle não estivesse completamente montado, a balança pendia para a verdade e finalmente rejeitei a trindade.

Folheto de 28 páginas pronto para imprimir. Analisa o absurdo que é o atribuir a uma 3ª pessoa de uma trindade as funções desempenhadas pelos anjos e mostra como o Altíssimo se comunica connosco e derrama sobre nós as Suas bênçãos através deles. Quem estiver interessado pode pedir o PDF por email.

sábado, 14 de maio de 2011

Qual a Língua Que Adão Falava?

Na verdade, esta não foi a primeira pergunta que fiz a mim mesmo, mas sim, qual era a língua que se falava antes da confusão das línguas na torre de Babel. Se a língua de Adão e Eva não foi alterada depois do pecado, então a língua que eles falavam no Éden, e na qual transmitiram a verdade aos seus descendentes, inclusivamente Noé, é conhecida. Quê?! Como?! Qual é?!

O grupo daqueles que pretendia construir a torre de Babel, sobretudo da linhagem de Cão (Gén. 10: 9, 10), não permaneceu na verdade transmitida por Noé, e portanto separou-se do grupo de verdadeiros adoradores de Deus:
“E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.” Gén. 11: 2.
Entretanto, depois que começaram a construir a dita torre, e antes que a pudessem terminar, Deus confundiu-lhes a língua:
“Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.” Gén. 11: 7.
Ora, se Deus confundiu a língua daqueles que construíam a torre, então, quer dizer que a língua dos que permaneceram nas montanhas, fiéis adoradores do Pai, não foi confundida. Leiamos com atenção as seguintes frases de Ellen White:
“Durante algum tempo os descendentes de Noé continuaram a habitar entre as montanhas onde a arca repousara. Aumentando o seu número, a apostasia logo determinou a divisão. Aqueles que desejavam esquecer-se de seu Criador, e lançar de si as restrições de Sua lei, sentiam um incômodo constante pelo ensino e exemplos de seus companheiros tementes a Deus; e depois de algum tempo resolveram separar-se dos adoradores de Deus. Portanto viajaram para a planície de Sinear, nas margens do rio Eufrates. Eram atraídos pela beleza do local e fertilidade do solo; e nesta planície decidiram-se a fazer sua morada. (…)
Passando assim os avisos de um para o outro, foi confundida a língua, de modo que se pedia material de que não havia necessidade, e as instruções transmitidas  eram muitas vezes o contrário das que tinham sido dadas. (…)
Até aquele tempo todos os homens falavam a mesma língua; agora, aqueles que compreendiam a fala uns dos outros, uniram-se em grupos; alguns foram para um lado, outros para outro. "O Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a Terra." Gên. 11:8. (…)
Noé, o fiel pregoeiro da justiça, viveu trezentos e cinqüenta anos depois do dilúvio, e Sem quinhentos anos; e assim seus descendentes tiveram oportunidade de familiarizar-se com os mandos de Deus e a história de Seu trato para com os pais. Estavam, porém, indispostos a ouvir estas verdades, que lhes desagradavam; não tinham o desejo de conservar a Deus em seu conhecimento; e pela confusão das línguas ficaram em grande medida excluídos do intercâmbio com aqueles que lhes poderiam proporcionar luz.” Patriarcas e Profetas, págs. 118-120.
Fica bem claro que até à torre de Babel todos falavam a mesma língua. Depois, aqueles que a quiseram construir, perderam a língua original, que era de tal maneira diferente das que falavam agora, que tiveram de se separar em grupos, conforme se podiam entender, por toda a terra. Dentre estes grupos não havia um só que tenha conservado a língua original e por isso já nem mesmo aos que tinham ficado nas montanhas eles podiam entender. Enquanto podiam ouvir o testemunho da verdade, não aproveitaram a oportunidade, e agora era tarde de mais.
Por outro lado, a providência de Deus o determinou, para que não houvesse comunhão entre os fiéis e demais grupos dos infiéis, e viessem assim a ser contaminados por estes últimos.
Infelizmente, até mesmo os descendentes de Noé que permaneceram nas montanhas, sobretudo da linhagem de Sem e Jafé, acabaram por abandonar o culto ao Criador, descendo, e misturando-se com os povos do vale e da planície.
A língua original permaneceu entre uns poucos fiéis, especialmente da linhagem de Sem, entre os quais veio a surgir Abrão (Gén. 11: 10-27). Melquisedeque, a quem Abrão deu os dízimos, era Sem, que ainda era vivo, e que por direito e dever de primogenitura, como o mais velho da família, era sacerdote do Altíssimo (Gén. 14:18-20):
“A dedicação do primogênito teve sua origem nos primitivos tempos. Deus prometera dar o Primogênito do Céu para salvar os pecadores. Este dom devia ser reconhecido em todas as famílias pela consagração do primogênito. Devia ser consagrado ao sacerdócio, como representante de Cristo entre os homens.”O Desejado de Todas as Nações, pág. 51, par. 4, cap. 5.
“Foi Cristo que falou através de Melquisedeque, o sacerdote do Deus altíssimo. Melquisedeque não era Cristo, mas era a voz de Deus no mundo, representante do Pai. E através de todas as gerações do passado, Cristo falou; Cristo dirigiu Seu povo, e tem sido a luz do mundo.” Mensagens Escolhidas, vol. I, pág. 409.
Tanto Isaque como Jacó, muito provavelmente, ainda tiveram o privilégio de conhecer Sem (Gén. 21: 5; 25: 26), visto que ele esteve vivo até Jacó e Esaú terem 50 anos de idade. É interessante notar que, por essa altura, Isaque foi reconhecido por Abimeleque, como o sacerdote de Deus:
“Que não nos faças mal, como nós te não temos tocado, e como te fizemos somente bem, e te deixamos ir em paz. Agora tu és o bendito do SENHOR.” Gén. 26: 29.
Ora, a língua de Abrão e de seus descendentes era o Hebreu antigo! Portanto, esta era a língua que Adão e Eva falavam, e na qual as verdades foram transmitidas durante tantos séculos, até ao tempo de Jesus.
Éber ou Héber conforme a tradução utilizada, foi o 3º descendente da linhagem de Sem. Foi durante a sua vida que Deus confundiu as línguas na torre de Babel (Gn. 10:25, 32; 11:8). Daí que a língua de Héber, a original, passou a ser distinguida das outras como o hebreu.
Se pensarmos que o plano de nosso Pai ao encher a Terra (Gén. 1: 28), era preencher as vagas deixadas pelos anjos caídos, então podemos nos perguntar, será o hebreu, em sua forma mais primitiva, a língua dos anjos (I Cor. 13:1)?!
Um dia iremos saber!
“O Pai consultou Seu Filho com respeito à imediata execução de Seu propósito de fazer o homem para habitar a Terra. Colocaria o homem sob prova a fim de testar sua lealdade, antes que ele pudesse ser posto eternamente fora de perigo. Se ele suportasse o teste com o qual Deus considerava conveniente prová-lo, seria finalmente igual aos anjos. Teria o favor de Deus podendo conversar com os anjos, e estes, com ele.” História da Redenção, pág. 19 (Redimidos, pág. 17).
“O Céu triunfará, porque as vagas deixadas pela queda de Satanás e seu exército serão preenchidas pelos remidos do Senhor.” Ellen White, The Upward Look, February, Chapter 47, page 61, p. 7.
Gostaria ainda de fazer um breve comentário a um verso que apresentei anteriormente e que pode gerar confusão:
“Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.” Gén. 11: 7.
Este é um daqueles textos ao qual os trinitários gostam de aferrar-se, mas em vão!
Podemos facilmente compreender que as palavras “desçamos e confundamos” têm uma conexão directa com as palavras “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” em Gén. 1:26. Os verbos encontram-se na 1ª pessoa do plural, modo imperativo. Quem é o sujeito em ambos os textos?
“O SENHOR me possuiu no princípio de seus caminhos, desde então, e antes de suas obras. (…)
Então eu estava com ele, e era seu arquitecto; era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo;” Prov. 8: 22, 30.
“Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.” Heb. 1: 1, 2.
“Pai e Filho empenharam-Se na grandiosa, poderosa obra que tinham planejado - a criação do mundo.
Depois que a Terra foi criada, com sua vida animal, o Pai e o Filho levaram a cabo Seu propósito, planejado antes da queda de Satanás, de fazer o homem à Sua própria imagem. Eles tinham operado juntos na criação da Terra e de cada ser vivente sobre ela. E agora, disse Deus a Seu Filho: "Façamos o homem à Nossa imagem." Gên. 1:26.” História da Redenção, pags. 20, 21.
Sem dúvidas o sujeito é Deus, falando para Seu Filho Jesus!
É interessante entender que não foi Deus que desceu à torre de Babel, mas os anjos. Bem pode ser que Deus se tenha referido também aos anjos quando disse “desçamos e confundamos”:
“Anjos foram enviados para reduzir a nada o propósito dos edificadores.” Patriarcas e Profetas, pág. 119.
A 1ª pessoa do plural, modo imperativo, refere-se a pelo menos duas pessoas. No entanto, é bastante comum que uma pessoa de autoridade utilize esta fórmula para dar ordens aos seus subordinados. O próprio Cristo se sujeita ao Pai (I Cor. 15: 27,28; Mt. 7:8,9).
Perante tudo isto torna-se anti-bíblico, ridículo e inconsistente que três pessoas falassem em coro “desçamos e confundamos”!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Na Presença de Jesus

Podemos nós experimentar verdadeiramente a presença de Jesus ao nosso lado? Se Ele está a interceder por nós no Santuário Celestial, como é que isso ocorre? Deixará porventura o Senhor o Lugar Santíssimo para vir à Terra?! Como poderia Ele estar ao lado de cada um de nós ao mesmo tempo?! Muitas vezes me perguntei, como poderia Cristo ter aparecido a Paulo, se Ele se achava no lugar Santo do Santuário Celestial?! (Clica no título para ler o artigo completo)



Vamos analisar alguns versos de Actos dos Apóstolos que creio trazerem luz sobre este assunto:

"Mas ele, estando cheio do Espírito Santo, fixando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus; E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus.”;

“E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para o lado do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta. (…)
E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho.”;
“E, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu.
E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?
E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. (…)
E havia em Damasco um certo discípulo chamado Ananias; e disse-lhe o Senhor em visão: Ananias! E ele respondeu: Eis-me aqui, Senhor.”;

“E foi-lhe dirigida uma voz: Levanta-te, Pedro, mata e come.
Mas Pedro disse: De modo nenhum, Senhor, porque nunca comi coisa alguma comum e imunda. (…)
E, pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o Espírito: Eis que três homens te buscam. (…)
E eles disseram: Cornélio, o centurião, homem justo e temente a Deus, e que tem bom testemunho de toda a nação dos judeus, foi avisado por um santo anjo para que te chamasse a sua casa, e ouvisse as tuas palavras. (…)
E eis que diante de mim se apresentou um homem com vestes resplandecentes, e disse: Cornélio, a tua oração foi ouvida, e as tuas esmolas estão em memória diante de Deus.”;

“E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias. (…)
E, saindo, o seguia. E não sabia que era real o que estava sendo feito pelo anjo, mas cuidava que via alguma visão. (…)
E Pedro, tornando a si, disse: Agora sei verdadeiramente que o Senhor enviou o seu anjo, e me livrou da mão de Herodes, e de tudo o que o povo dos judeus esperava. (…)
E disseram-lhe: Estás fora de ti. Mas ela afirmava que assim era. E diziam: É o seu anjo. (…)
E acenando-lhes ele com a mão para que se calassem, contou-lhes como o Senhor o tirara da prisão…”;

“E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia.
E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito [de Jesus, como está no original] não lho permitiu.”;

“E disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales”.
At. 7: 55, 56; 8: 26, 29, 39; 9: 3, 4, 5, 10; 10: 13, 14, 19, 22, 31; 12: 7, 9, 11, 15, 17; 16: 6, 7; 18: 9.
Começamos por ler que Estêvão em visão, “viu a glória de Deus, e Jesus, que estava à direita de Deus”, ou seja, em Seu ministério no santuário celestial. Entretanto “o anjo do Senhor falou a Filipe”. Que anjo é este?! E ainda no mesmo relato lemos que “o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe”. Que diferença existe entre “o anjo do Senhor” e “o Espírito do Senhor”? Serão personagens diferentes? Não faria sentido! O mesmo que falou é o mesmo que arrebatou. Se pensarmos que os anjos são “espíritos ministradores”, a expressão “o anjo do Senhor”, poderia ser facilmente substituída por “o Espírito do Senhor”, ou seja, o anjo ou mensageiro que Deus enviou como Seu representante num determinado momento, para uma missão específica. Teria sido Gabriel ou referir-se-á simplesmente ao anjo de Filipe?
Devemos compreender que a expressão “o Espírito do Senhor”, não se refere a um anjo em específico, mas à autoridade e poder de Deus concedidos aos anjos em geral a fim de nos ministrarem todas as bênçãos celestiais. Se bem que em determinados contextos a expressão “o anjo do Senhor” se refira a Jesus e também a Gabriel, pode também referir-se ao nosso anjo da guarda (Sl. 34:7; Ler em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/03/o-anjo-da-sua-presenca.html).
Entretanto, a visão que Paulo teve quando ia para Damasco traz mais esclarecimento. Ele ouviu “uma voz” e “subitamente o cercou um resplendor de luz do céu”. Tudo indica a presença de um ser celestial. A frase “E disse o Senhor: Eu sou Jesus” será por si mesma uma demonstração da presença física de Jesus?! A expressão que aparece posteriormente “e disse-lhe o Senhor em visão” referindo-se a Ananias, demonstra que não. Tanto este, como Estevão e Paulo, contemplaram e/ou ouviram Jesus Cristo em visão. Isto remete-nos mais uma vez ao ministério dos anjos.
Seguidamente lemos sobre a experiência de Pedro e Cornélio. Semelhantemente, enquanto Pedro descansava naquele terraço à beira-mar, “foi-lhe dirigida uma voz”. Sem haver referência a de quem seria a voz, ele respondeu utilizando a expressão “Senhor”. Certamente que foi um anjo a falar com Pedro, mas Ele dirigiu-se a Cristo. É interessante pensarmos que em nossas experiências pessoais, sempre que os anjos nos falam ou nos impressionam, não nos dirigimos a eles mas a Deus e Cristo. A frase “pensando Pedro naquela visão, disse-lhe o Espírito: Eis que três homens te buscam” vem confirmar o que já dissemos anteriormente. É muito interessante pensarmos que no caso de Pedro é referido primeiramente “o Senhor” e depois “o Espírito”, e no caso de Cornélio diz-se que “foi avisado por um santo anjo”. Mais uma vez se confirma que Cristo fala connosco por meio dos anjos, ou, dito de outra forma, os anjos transmitem-nos ou comunicam-nos o Espírito de Cristo, Sua Palavra e vida, poder e vontade.  
Também neste caso, como no caso em que Pedro foi preso, é referida a glória que acompanhava a presença dos anjos: “diante de mim se apresentou um homem com vestes resplandecentes” e “sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão”.
Enquanto Pedro refere que “o Senhor enviou o seu anjo”, os irmãos que oravam por Pedro, incrédulos, escutaram o testemunho de Rode e “diziam: É o seu anjo”. Se bem que as expressões anteriores sugiram a presença do anjo Gabriel não encontrei nenhuma indicação nesse sentido.
No entanto, Pedro ao testemunhar “contou-lhes como o Senhor o tirara da prisão”, pois foi por Sua ordem e autoridade que ele fora liberto.
É ainda notável o facto ocorrido com Paulo e Silas, que “foram impedidos pelo Espírito Santo” e logo de seguida “o Espírito [de Jesus, como está no original] não lho permitiu”.
Estas expressões, mais que aos anjos, que são espíritos ministradores, referem-se ao Espírito de Deus e Cristo, do qual os anjos participam constantemente.
Existe uma variedade de termos que se aplicam directamente ao ministério dos anjos. No entanto, outros fazem referência a esse ministério indirectamente, já que remetem a acção para Deus ou Cristo, como é o caso de “o Espírito de Deus” ou “o Espírito de Jesus”. Temos de compreender que a acção dos anjos depende de Deus e Seu Filho, e não o contrário. Estas expressões denotam ainda uma acção conjunta e uma relação bastante estreita entre Pai e Filho, e os anjos. Assim como nós podemos ser um mesmo espírito com Cristo, os anjos também o são, pois também eles estão ligados à Videira Verdadeira que é Cristo:
“Cristo tornou-Se uma mesma carne connosco, a fim de nos podermos tornar um espírito com Ele.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 388. 
Mais uma vez se regista uma visão de Paulo: “E disse o Senhor em visão a Paulo”. Tal e qual frisei inicialmente, não existem indicações, nem faria sentido que Jesus se retirasse do Céu à Terra para aparecer diante de um ser humano, interrompendo Seu ministério celestial em favor de tantos outros, mas sim que tal se dê por meio dos anjos.
Seguidamente apresento algumas frases de Ellen White onde ela apresenta algumas considerações acerca deste tema, e que demonstram bem o que eu apresentei anteriormente:
“O anjo apareceu a Cornélio quando este se achava em oração. Ouvindo o centurião alguém a ele dirigir-se pelo nome, ficou atemorizado; todavia compreendeu que o mensageiro viera de Deus, e disse: "Que é, Senhor?" Atos 10:4. (…)
O anjo, depois de sua entrevista com Cornélio, foi a Pedro em Jope. (…)
Um mensageiro das cortes celestes foi enviado ao oficial romano e a Pedro, para que Cornélio pudesse ser posto em contato com quem poderia guiá-lo a maior luz. (…)
O mesmo anjo que viera dos palácios reais para libertar a Pedro, fora o mensageiro da ira e juízo a Herodes. (…)
A experiência de Filipe, incumbido por um anjo do Céu de ir ao lugar onde encontrou alguém que procurava a verdade; a experiência de Cornélio, visitado por um anjo com a mensagem de Deus; de Pedro na prisão e condenado à morte conduzido por um anjo à liberdade - tudo mostra a intimidade da ligação entre o Céu e a Terra.
Para o obreiro de Deus, o relato destas visitas de anjos deve trazer força e coragem. Hoje, tão verdadeiramente como nos dias dos apóstolos, mensageiros celestiais estão a passar por todo o comprimento e largura da Terra, procurando consolar os tristes, proteger os impenitentes, ganhar o coração dos homens para Cristo. Não os podemos ver pessoalmente; não obstante estão conosco, guiando-nos, dirigindo-nos, protegendo-nos.
O Céu se aproxima da Terra por meio daquela mística escada cuja base está firmemente plantada na Terra, enquanto seu último degrau atinge o trono do Ser infinito. Anjos estão constantemente subindo e descendo por esta escada de fulgurante brilho, levando as orações dos necessitados e angustiados ao Pai, no alto, e trazendo bênção e esperança, coragem e auxílio aos filhos dos homens. Esses anjos de luz criam uma atmosfera celestial em redor da alma, erguendo-nos para o invisível e eterno. Não lhes podemos contemplar as formas com nossa vista natural; somente pela visão espiritual podemos distinguir os seres celestiais. Somente o ouvido espiritual pode ouvir a harmonia de vozes celestiais. 

    "O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra." Sal. 34:7. Deus encarrega Seus anjos de salvar Seus escolhidos da calamidade, de guardá-los da "peste que anda na escuridão", e da "mortandade que assola ao meio-dia". Sal. 91:6. Repetidas vezes têm anjos falado com homens, do mesmo modo como um homem fala com seu amigo, e os têm levado para lugares livres de perigo. Uma e outra vez têm as encorajadoras palavras dos anjos renovado o ânimo prostrado dos fiéis, desviando-lhes o espírito das coisas da Terra, levando-os a contemplar pela fé as vestes brancas, as coroas, as palmas da vitória que os vencedores receberão junto ao grande trono branco. 

    É obra dos anjos estarem unidos aos que são provados, aos sofredores e tentados. Trabalham incansavelmente a favor daqueles por quem Cristo morreu. Quando os pecadores são levados a entregar-se ao Salvador, os anjos levam as novas ao Céu, e há grande regozijo entre as hostes celestiais.  (…)

Todos os anjos celestiais estão ao serviço do humilde e crente povo de Deus…. (…)

Precisamos conhecer melhor do que conhecemos a missão dos anjos. Convém lembrar que cada verdadeiro filho de Deus tem a cooperação dos seres celestiais. Exércitos invisíveis, de luz e poder, auxiliam os mansos e humildes que crêem nas promessas de Deus e as reclamam. Querubins, serafins e anjos magníficos em poder, estão à destra de Deus, sendo "todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão-de herdar a salvação". Heb. 1:14.” Actos dos Apóstolos, pág. 134, 135, 139, 140, 152-154.

Depois dos versos, bem como das frases que analisamos, acerca dos anjos, podemos compreender melhor determinadas citações de Ellen White como estas que se seguem:

“Embaraçado pela humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente, portanto foi totalmente para seu benefício [dos discípulos] que Ele deveria deixá-los, ir para Seu Pai, e enviar o Espírito Santo para ser Seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despido da personalidade da humanidade e independente dela. Ele Se representaria como presente em todos os lugares pelo Seu Espírito Santo, como o Onipresente. “Mas o Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, (embora não seja visto por vós),  [Essa frase foi adicionada por Ellen White.] ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” [João 14:26]. “Mas eu vos digo a verdade; convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei” [João 16:7].” Manuscript Releases, vol. 14, pág. 23, par. 3.

Devemos compreender que o Consolador é Cristo, por meio de Seus anjos. Convêm lembrar o que já lemos anteriormente:

“Hoje, tão verdadeiramente como nos dias dos apóstolos, mensageiros celestiais estão a passar por todo o comprimento e largura da Terra, procurando consolar os tristes, proteger os impenitentes, ganhar o coração dos homens para Cristo.”

A frase acrescentada por Ellen White é muito semelhante a uma frase dela que já vimos anteriormente:

“Não lhes podemos contemplar as formas com nossa vista natural; somente pela visão espiritual podemos distinguir os seres celestiais. Somente o ouvido espiritual pode ouvir a harmonia de vozes celestiais.”

Torna-se assim clara a relação entre o ministério dos anjos e o derramamento do Espírito Santo. São eles que o efectuam!

A seguinte frase relata uma experiência espiritual de Ellen White muito interessante:

“Quando o Senhor acha conveniente dar uma visão, sou levada à presença de Jesus e dos anjos. (…)

 Sexta-feira, 20 de Março, levantei-me cedo, por volta das três e meia da madrugada. Enquanto escrevia sobre o décimo quinto capítulo de João, de repente me sobreveio maravilhosa paz. O quarto todo parecia estar repleto da atmosfera do Céu. Parecia haver no quarto uma santa e sagrada presença. Depus a pena e fiquei em atitude de expectativa, para ver o que o Espírito iria dizer-me. Não vi pessoa alguma. Não ouvi nenhuma voz audível, mas um Observador celestial parecia estar bem perto de mim; percebi que me encontrava na presença de Jesus.

É-me impossível explicar ou descrever a doce paz e luz que parecia estar em meu quarto. Circundava-me uma santa e sagrada atmosfera, e foram apresentadas a meu espírito e entendimento questões de intenso interesse e importância. Uma linha de procedimento foi exposta diante de mim, como se a Presença invisível estivesse falando comigo. O assunto sobre o qual eu estava escrevendo parecia ter-se desvanecido em minha mente, e outro assunto abriu-se distintamente diante de mim. Parecia haver um grande temor sobre mim à medida que as questões eram gravadas em minha mente. Manuscrito 12c, 1896.” Mensagens Escolhidas, vol. 3, pág. 35, 36.

Podemos agora compreender que Ellen White, sentiu a atmosfera celestial, a própria presença de Cristo por meio dos anjos, bem como qualquer um de nós a pode sentir. Invisivelmente, na generalidade dos casos, eles actuam nos nossos corações impressionando-nos a fazer a vontade de Cristo, e revelando-nos os mistérios de Deus.
Poderia testemunhar de imensas experiências em que vi o poder de Deus actuar na minha vida por meio dos anjos. Há alguns dias (1/05/2011), quando acordei, cerca das 4:00 da madrugada, acordei porque o meu anjo me despertou por meio de um sonho. Mas primeiramente quero partilhar um sonho que tive no mês passado.

Sonhei que apareci num lugar luxuoso e bem iluminado, onde se encontrava o presidente da união portuguesa dos adventistas do sétimo dia (Eduardo Teixeira), confortavelmente instalado. Quando ele me viu aterrorizou-se e meteu as mãos na cabeça, e começaram a chegar diversas figuras de responsabilidade tanto da união como da casa publicadora. Repreendi a apostasia desta igreja, e clamei bem alto que era tempo de abandonar as fileiras da igreja adventista do sétimo dia: “Sai Dela Povo Meu!”. Ao sair daquele lugar era de noite e apenas um punhado de pessoas parecia incomodar-se com os pecados da igreja.

Entendi que, para aquela igreja e dirigentes que têm tido tão grandes privilégios e tanta luz, fez-se noite. Os membros precisam de ser repreendidos e despertados para a situação existente de grande apostasia. Mas a queda desta igreja foi fatal e a mensagem a dar é: “Sai Dela Povo Meu!”.

Semelhantemente, ontem sonhei que me dirigia para um edifício caiado de branco. Enquanto subia os degraus com minha esposa e filhos, outros iam subindo também, e percebi que um determinado “pastor” adventista me ultrapassou, temendo a minha presença e buscando prevenir de alguma maneira os que estavam dentro do edifício. Tinha aspecto de enganador e falso, mas estava vestido de branco. Ao entrar pelos altos portões daquele edifício percebi que era uma igreja adventista, mas de arquitectura semelhante a uma igreja católica. Fiquei chocado ao contemplar a irreverência naquele lugar. Vi diversas mesas cheias de manjares, e o momento de culto era um banquete, onde os membros regaladamente comiam que nem uns glutões. Avancei indignadamente, até que alguém ao pé de mim, de tão embriagado que estava, deixou cair uma terrina de molho para o chão, que era de carpete. Ao entrar, sentia-me nervoso, sem saber bem o que dizer, mas naquele momento minha voz ecou no edifício e clamei em alta voz, repreendendo os pecados daquela igreja. Por último clamei: “Sai Dela Povo Meu!”. Não houve uma só pessoa que tenha ousado expulsar-me ou impedir-me de falar, antes um silêncio fúnebre se instalou na sala. Olhei para a minha esposa e ela chorava pela apostasia prevalecente. Finalmente saí com a minha família que também se encontrava naquele lugar, sem saber bem para onde, mas sabendo que era esse o caminho a percorrer…

De facto, a igreja adventista é um sepulcro caiado, tornou-se uma igreja idólatra. Este sonho reflecte ao pormenor a nossa experiência na igreja adventista do sétimo dia. Aquele “pastor” que me ultrapassou tentando prevenir os que estavam dentro do edifício é um verdadeiro jesuíta que ao aperceber-se do meu trabalho se adiantou fazendo-se de interessado, a fim de informar os dirigentes. Um após o outro, Deus me tem revelado esses malvados jesuítas, com os quais habita a palavra mentirosa. Em sonho os rostos desses homens me foram mostrados como verdadeiros enganadores. No poder de Cristo não temo enfrentar nenhum deles!

A ordem é “Sai Dela Povo Meu!”.

Pode parecer que ficaremos à deriva, mas os anjos de Cristo nos dirigirão pela vereda da verdade, se estivermos dispostos a isso.

Quero terminar partilhando uma frase sobre Enoque. Esta é uma das personagens bíblicas que melhor representa a experiência que o filhos de Deus devem ter com Deus e sobretudo a última geração e, dentre estes, os 144000 que não provarão a morte:

“Deus conversava com Enoque através dos seus anjos, e deu-lhe instrução divina.” Spiritual Gifts, vol. 3, pág. 54.

Temos nós tido esta experiência, ou porventura nosso hábitos afastam os mensageiros celestes, ao ponto de ficarmos sem instrução divina?!

A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


Btn_blue_122x44
"Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.







Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.