“E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.” Ap. 13:11.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
A Besta Que Sobe da Terra
“E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.” Ap. 13:11.
sábado, 16 de abril de 2011
“Nos Últimos Dias Entendereis Isso Claramente”
“Dos profetas de Jerusalém saiu a contaminação sobre toda a terra”. Dos responsáveis da igreja adventista do sétimo dia saiu a contaminação para os membros, e até para o mundo ao redor, pelo mau testemunho daqueles que fazem tão elevada profissão de fé! Ainda assim os líderes buscam tranquilizar os pecadores, com palavras tais como “paz tereis” e “não virá mal sobre vós”, “a igreja parece que cai, mas não cai”, “Deus há-de colocar tudo em ordem”, que são ainda mais abomináveis que as dos políticos mais levianos. Pensam os tais que os juízos de Deus nunca hão-de cair, e que a misericórdia, tolerância, e paciência de Deus não tem limites?!
Quero chamar a vossa atenção para os seguintes versos:
Não há tempo a perder!
daquela do passado. Se é certo que os
seus juízos sobrevieram sobre o professo
povo de Deus no passado, assim há-de ser
hoje.
Ellen White escreveu:
"SAI DELA POVO MEU!"
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A destruição dos ímpios - um acto de amor
O poder e autoridade do governo divino serão empregados para abater a rebelião; contudo, todas as manifestações de justiça retribuidora serão perfeitamente coerentes com o caráter de Deus, como um ser misericordioso, longânimo e benévolo. Os princípios do governo divino estão em perfeita harmonia com os preceitos do Salvador: "Amai vossos inimigos." Deus executa justiça sobre os ímpios, para o bem do Universo, e mesmo daqueles sobre quem Seus juízos são aplicados.
"Consideremos o que a Bíblia ensina ainda concernente aos ímpios e impenitentes, os quais os universalistas colocam no Céu, como anjos santos e felizes.
"A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida." Apoc. 21:6. Esta promessa é apenas para os que têm sede. A pessoa alguma, a não ser os que sentem sua necessidade da água da vida, e a procuram, seja qual for o preço, será ela provida. "Quem vencer herdará todas as coisas; e Eu serei seu Deus, e ele será Meu filho." Apoc. 21:7. Aqui, também, se especificam condições. A fim de herdar todas as coisas, devemos resistir ao pecado e vencê-lo.
O Senhor declara pelo profeta Isaías: "Dizei aos justos que bem lhes irá." "Ai do ímpio! mal lhe irá, porque a recompensa das suas mãos se lhe dará." Isa. 3:10 e 11. "Ainda que o pecador faça mal cem vezes, e os dias se lhe prolonguem, eu sei com certeza que bem sucede aos que temem a Deus, aos que temerem diante dEle. Mas ao ímpio não irá bem." Ecl. 8:12 e 13. E Paulo testifica que o pecador está entesourando para si "ira ... no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus; o qual recompensará cada um segundo suas obras"; "tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que obra o mal". Rom. 2:5, 6 e 9.
"Nenhum fornicário, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus." Efés. 5:5. "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor." Heb. 12:14. "Bem-aventurados aqueles que guardam os Seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães, e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira." Apoc. 22:14 e 15.
Deus deu aos homens uma revelação de Seu caráter, e de Seu método de tratar com o pecado: "Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras, e grande em beneficiência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão, e o pecado; que ao culpado não tem por inocente." Êxo. 34:6 e 7. "Todos os ímpios serão destruídos." "Quanto aos transgressores, serão à uma destruídos e as relíquias dos ímpios todas perecerão." Sal. 145:20; 37:38. O poder e autoridade do governo divino serão empregados para abater a rebelião; contudo, todas as manifestações de justiça retribuidora serão perfeitamente coerentes com o caráter de Deus, como um ser misericordioso, longânimo e benévolo.
Deus não força a vontade ou o juízo de ninguém. Não tem prazer na obediência servil. Deseja que as criaturas de Suas mãos O amem porque Ele é digno de amor. Quer que Lhe obedeçam porque reconhecem inteligentemente Sua sabedoria, justiça e benevolência. E todos os que possuem concepção justa destas qualidades, amá-Lo-ão porque são atraídos para Ele e Lhe admiram os atributos.
Os princípios de bondade, misericórdia e amor, ensinados e exemplificados por Jesus Cristo, são um transunto da vontade e caráter de Deus. Cristo declarou que Ele nada ensinava a não ser o que recebera do Pai. Os princípios do governo divino estão em perfeita harmonia com os preceitos do Salvador: "Amai vossos inimigos." Deus executa justiça sobre os ímpios, para o bem do Universo, e mesmo daqueles sobre quem Seus juízos são aplicados. Ele os faria ditosos, se o pudesse fazer de acordo com as leis de Seu governo e a justiça de Seu caráter. Cerca-os de manifestações de Seu amor, confere-lhes conhecimento de Sua lei, acompanhando-os com o oferecimento de Sua misericórdia; eles, porém, Lhe desprezam o amor, anulam a lei e rejeitam a misericórdia. Ao mesmo tempo em que constantemente recebem Seus dons, desonram o Doador; odeiam a Deus porque sabem que Ele aborrece os seus pecados. O Senhor suporta a sua perversidade; mas virá finalmente a hora decisiva, em que se deve decidir o seu destino. Acorrentará Ele então esses rebeldes a Seu lado? Forçá-los-á a fazerem a Sua vontade?
Os que escolheram a Satanás como chefe, e por seu poder têm sido dirigidos, não estão preparados para comparecer à presença de Deus. O orgulho, o engano, a licenciosidade, a crueldade, fixaram-se em seu caráter. Podem eles entrar no Céu, para morar para sempre com aqueles a quem desprezaram e odiaram na Terra? A verdade nunca será agradável ao mentiroso; a humildade não satisfará o conceito de si mesmo e o orgulho; a pureza não é aceitável ao corrupto; o amor abnegado não parece atrativo ao egoísta. Que fonte de gozo poderia oferecer o Céu para os que se acham totalmente absortos nos interesses terrenos e egoístas?
Poderiam aqueles cuja vida foi empregada em rebelião contra Deus, ser subitamente transportados para o Céu, e testemunhar o estado elevado e santo de perfeição que ali sempre existe, estando toda alma cheia de amor, todo rosto irradiando alegria, ecoando em honra de Deus e do Cordeiro uma arrebatadora música em acordes melodiosos, e fluindo da face dAquele que Se assenta sobre o trono uma incessante torrente de luz sobre os remidos; sim, poderiam aqueles cujo coração está cheio de ódio a Deus, à verdade e santidade, unir-se à multidão celestial e participar de seus cânticos de louvor? Poderiam suportar a glória de Deus e do Cordeiro? Não, absolutamente; anos de graça lhes foram concedidos, a fim de que pudessem formar caráter para o Céu; eles, porém, nunca exercitaram a mente no amor à pureza; nunca aprenderam a linguagem do Céu, e agora é demasiado tarde. Uma vida de rebeldia contra Deus incapacitou-os para o Céu. A pureza, santidade e paz dali lhes seriam uma tortura; a glória de Deus seria um fogo consumidor. Almejariam fugir daquele santo lugar. Receberiam alegremente a destruição, para que pudessem esconder-se da face dAquele que morreu para os remir. O destino dos ímpios se fixa por sua própria escolha. Sua exclusão do Céu é espontânea, da sua parte, e justa e misericordiosa da parte de Deus.
Semelhantes às águas do dilúvio, os fogos do grande dia declaram o veredicto divino, de que os ímpios são incorrigíveis. Não se sentem dispostos a submeter-se à autoridade divina. Sua vontade foi exercitada na revolta; e, ao terminar a vida, é demasiado tarde para fazer voltar o curso de seus pensamentos em direção oposta, tarde demais para volverem da transgressão à obediência, do ódio ao amor.
Poupando a vida do assassino Caim, Deus deu ao mundo um exemplo do resultado que adviria de permitir que o pecador vivesse para continuar o caminho de desenfreada iniqüidade. Pela influência do ensino e exemplo de Caim, multidões de seus descendentes foram levadas ao pecado, até que "a maldade do homem se multiplicara sobre a Terra", e "toda a imaginação dos pensamentos de Seu coração era só má continuamente". "A Terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a Terra de violência." Gên. 6:5 e 11.
Em misericórdia para com o mundo, Deus suprimiu seus ímpios habitantes no tempo de Noé. Em misericórdia, destruiu os corruptos habitantes de Sodoma. Mediante o poder enganador de Satanás, os praticantes da iniqüidade obtêm simpatia e admiração, e estão assim constantemente levando outros à rebeldia. Assim foi ao tempo de Caim e Noé, e ao tempo de Abraão e Ló; assim é em nosso tempo. É em misericórdia para com o Universo que Deus finalmente destruirá os que rejeitam a Sua graça." O Grande Conflito, cap. 33. http://www.ellenwhitebooks.com/?l=1&p=540
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
As pedras estão a clamar contra a “Sodoma” moderna
Os baptistas nos Estados Unidos estão a clamar contra os pecados da nação. Entre cartazes e hinos, e uma discussão aberta à porta do supremo tribunal americano, esta manifestação não é senão um sinal ou aviso de Deus contra os terríveis pecados da homossexualidade e pedofilia, abuso de poder, etc., neste país.
As pedras das quais Jesus mesmo profetizou (Lc. 19:40), estão a clamar contra o pecado:
http://tv2.rtp.pt/noticias/index.php?t=Abuso-de-liberdade-de-expressao-nos-Estados-Unidos.rtp&headline=20&visual=9&article=381145&tm=7
Paradoxalmente, os adventistas do sétimo dia, que poderiam fazer o mesmo de uma forma mais cristã, estão a diminuir a noção de pecado quanto à homossexualidade, tentando fazer arranjos para inserir os homossexuais na igreja, e na sociedade:
NOTA
Acerca da destruição dos ímpios ver http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/10/destruicao-dos-impios-um-acto-de-amor.html
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Já está posto o machado à raiz das árvores
"Toda a árvore, pois que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo". Mat. 3:10. Não por seu nome, mas por seus frutos, é determinado o valor de uma árvore. Se o fruto é sem valor, o nome não pode salvar a árvore da destruição. João Batista declarou aos judeus que sua aceitação diante de Deus era decidida por seu caráter e vida. A profissão de nada valia. Se sua vida e caráter não estivessem em harmonia com a lei de Deus, não eram seu povo. Que lição para o professo povo de Deus de hoje! Estas coisas "estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos". I Co. 10:11
"Os judeus haviam compreendido mal a promessa de Deus, de dispensar para sempre Seu favor a Israel: "Assim diz o Senhor, que dá o Sol para luz do dia, e as ordenanças da Lua e das estrelas para luz da noite, que fende o mar, e faz bramir as suas ondas; o Senhor dos Exércitos é o Seu nome. Se se desviarem essas ordenanças de diante de Mim, diz o Senhor, deixará também a semente de Israel de ser uma nação diante de Mim para sempre. Assim disse o Senhor: Se puderem ser medidos os céus para cima, e sondados os fundamentos da Terra para baixo, também Eu rejeitarei toda a semente de Israel por tudo quanto fizeram, diz o Senhor". Jer. 31:35-37. Os judeus olhavam a sua descendência natural de Abraão, como lhes dando direito a esta promessa. Deixavam de atender, porém, às condições que Deus estipulara. Antes de dar a promessa dissera: "Porei a Minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração, e Eu serei o seu Deus e eles serão o Meu povo. ... Porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais Me lembrarei dos seus pecados". Jer. 31:33 e 34.
A um povo em cujo coração Sua lei está escrita, é assegurado o favor de Deus. São um com Deus. Mas os judeus se haviam dEle separado. Em razão de seus pecados, estavam sofrendo sob Seus juízos. Era essa a causa de estarem escravizados a uma nação pagã. O espírito deles estava obscurecido pela transgressão, e por lhes haver o Senhor em tempos anteriores mostrado tão grande favor, desculpavam seus pecados. Lisonjeavam-se de ser melhores que os outros homens, e merecedores de Suas bênçãos.
Estas coisas "estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos". I Cor. 10:11. Quantas vezes interpretamos mal as bênçãos de Deus, e nos lisonjeamos de ser favorecidos em virtude de alguma bondade que haja em nós! Deus não pode fazer por nós aquilo que almeja. Seus dons, empregamo-los para nos aumentar a satisfação pessoal, e nos endurecer o coração em incredulidade e pecado.
João declarava aos mestres de Israel que seu orgulho, egoísmo e crueldade demonstravam serem eles uma raça de víboras, uma terrível maldição para o povo, em vez de filhos do justo e obediente Abraão. Em vista da luz que haviam recebido de Deus, eram ainda piores que os gentios, a quem se sentiam tão superiores. Haviam-se esquecido da rocha de onde foram cortados, e da caverna do poço de onde foram cavados. Deus não dependia deles para cumprimento de Seu desígnio. Como chamara a Abraão dentre um povo gentio, assim poderia chamar outros a Seu serviço. O coração destes poderia parecer agora tão morto como as pedras do deserto, mas o Espírito de Deus o poderia vivificar para fazer Sua vontade, e receber o cumprimento da promessa.
"E também", disse o profeta, "já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo". Mat. 3:10. Não por seu nome, mas por seus frutos, é determinado o valor de uma árvore. Se o fruto é sem valor, o nome não pode salvar a árvore da destruição. João declarou aos judeus que sua aceitação diante de Deus era decidida por seu caráter e vida. A declaração de nada valia. Se sua vida e caráter não estivessem em harmonia com a lei de Deus, não eram seu povo." O Desejado de Todas as Nações, págs. 78 e 79, (cap. "A voz do deserto").
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Juízos de Deus Sobre as Cidades
Reflexão sobre o cumprimento dos sinais preditos em Lucas 21:25, 26 que demonstram a proximidade da 2ª vinda de Jesus a esta Terra, e acerca dos juízos de Deus que têm caído e continuarão a cair nas cidades, em castigo pelos pecados aí cometidos. Comparação da anarquia do tempo da revolução francesa com a que se vê e verá cada vez mais nas cidades. Apelo para a saída das cidades... antes que seja demasiado tarde!
Para ver o vídeo, clica aqui:http://www.youtube.com/view_play_list?p=64CFFFE4E360A89E
Também disponível o artigo escrito:
http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/01/nao-passara-esta-geracao-ate-que-tudo.html
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Eliú - Um Mensageiro do Senhor
Eliú Repreende Job
"Vendo, pois, Eliú que já não havia resposta na boca daqueles três homens, a sua ira se acendeu. E respondeu Eliú, filho de Baraquel, o buzita, dizendo: (...) Também eu responderei pela minha parte; também eu declararei a minha opinião. Porque estou cheio de palavras; o meu espírito me constrange. Falarei, para que ache alívio; abrirei os meus lábios, e responderei. (...) Que não faça eu acepção de pessoas, nem use de palavras lisonjeiras com o homem! Job 32:5,6,17,18,20,21.
"Assim, na verdade, ó Job, ouve as minhas razões, e dá ouvidos a todas as minhas palavras. (...) Se podes, responde-me, põe em ordem as tuas razões diante de mim, e apresenta-te. (...) Na verdade tu falaste aos meus ouvidos; e eu ouvi a voz das tuas palavras. Dizias: Limpo estou, sem transgressão; puro sou, e não tenho iniquidade. (...) Eis que nisso não tens razão; eu te respondo; porque maior é Deus do que o homem." Job 33:1,5,8, 9,11,12.
Eliú agora, referindo-se a este incidente, disse: "Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso. Em sonho ou em visão noturna, quando cai sono profundo sobre os homens, e adormecem na cama. Então o revela ao ouvido dos homens, e lhes sela a sua instrução, para apartar o homem daquilo que faz, e esconder do homem a soberba. Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada. Também na sua cama é castigado com dores; e com incessante contenda nos seus ossos; De modo que a sua vida abomina até o pão, e a sua alma a comida apetecível. Desaparece a sua carne a olhos vistos, e os seus ossos, que não se viam, agora aparecem. E a sua alma se vai chegando à cova". Job 33:14-22.
"Assim me deram por herança meses de vaidade; e noites de trabalho me prepararam. Deitando-me a dormir, então digo: Quando me levantarei? Mas comprida é a noite, e farto-me de me revolver na cama até à alva. A minha carne se tem vestido de vermes e de torrões de pó; a minha pele está gretada, e se fez abominável. " Jó 7:3-5.
"Ou comer-se-á sem sal o que é insípido? Ou haverá gosto na clara do ovo? A minha alma recusa tocá-las, pois são para mim como comida repugnante." Jó 6:6,7.
"Dizendo eu: Consolar-me-á a minha cama; meu leito aliviará a minha ánsia; Então me espantas com sonhos, e com visões me assombras; Assim a minha alma escolheria antes a estrangulação; e antes a morte do que a vida. A minha vida abomino, pois não viveria para sempre; retira-te de mim; pois vaidade são os meus dias." Jó 7:13-16
"A minha alma tem tédio da minha vida". Jó 10:1.
Continuando a analisar o discurso de Eliú, no cap. 33, podemos entender claramente qual foi o papel de Eliú. Ele foi o intérprete, o mensageiro que declarou a Jó a sua rectidão, ou seja, o seu dever:
"Se com ele, pois, houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão [nalgumas traduções: qual é o seu dever], então terá misericórdia dele, e lhe dirá: Livra-o, para que não desça à cova; já achei resgate."(v. 23, 24)
E, finalmente, temos uma bonita promessa àqueles que aceitam a repreensão do Senhor e se apartam dos seus pecados:
Como veremos mais adiante, esta promessa cumpriu-se na vida de Jó, porque ele aceitou a repreensão e arrependeu-se da sua amargura contra Deus e da sua justiça própria.
Eliú continuou a falar a Jó: "Olhará para os homens, e dirá: Pequei, e perverti o direito, o que de nada me aproveitou. Porém Deus livrou a minha alma de ir para a cova, e a minha vida verá a luz. Eis que tudo isto é obra de Deus, duas e três vezes para com o homem, para desviar a sua alma da perdição, e o iluminar com a luz dos viventes. Escuta, pois, ó Jó, ouve-me; cala-te, e eu falarei. Se tens alguma coisa que dizer, responde-me; fala, porque desejo justificar-te. Se não, escuta-me tu; cala-te, e ensinar-te-ei a sabedoria." (v. 27-33).
O Caminho da Justiça
Eliú, como um verdadeiro mensageiro do Senhor, desejava que Jó fosse justificado, por isso queria ensinar-lhe o caminho da justiça (Mt. 21:32), ou seja, o único meio pelo qual Jó se poderia tornar justo. Para isso teve de lhe mostrar primeiro como ele estava no caminho errado (Mt. 5:20). Jó estava errado na forma como via a Deus e a si próprio. Eliú vai defender a justiça de Deus:
"Jó disse: Sou justo, e Deus tirou o meu direito. Apesar do meu direito sou considerado mentiroso; a minha ferida é incurável, embora eu esteja sem transgressão. (...) Porque disse: De nada aproveita ao homem o comprazer-se em Deus. Portanto vós, homens de entendimento, escutai-me: Longe de Deus esteja o praticar a maldade e do Todo-Poderoso o cometer a perversidade! Porque, segundo a obra do homem, ele lhe paga; e faz a cada um segundo o seu caminho. Também, na verdade, Deus não procede impiamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo. (...) Porventura o que odiasse o direito se firmaria? E tu condenarias aquele que é justo e poderoso? Ou dir-se-á a um rei: Oh! Vil? Ou aos príncipes: Oh! ímpios? Quanto menos àquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obras de suas mãos. (...) Jó falou sem conhecimento; e às suas palavras falta prudência. Pai meu! Provado seja Jó até ao fim, pelas suas respostas próprias de homens malignos. Porque ao seu pecado acrescenta a transgressão; entre nós bate palmas, e multiplica contra Deus as suas palavras." Jó 34:5,6,9-12,17,35-37.
"Espera-me um pouco, e mostrar-te-ei que ainda há razões a favor de Deus. De longe trarei o meu conhecimento; e ao meu Criador atribuirei a justiça. Porque na verdade, as minhas palavras não serão falsas; contigo está um que tem perfeito conhecimento. Eis que Deus é mui grande, contudo a ninguém despreza; grande é em força e sabedoria. Ele não preserva a vida do ímpio, e faz justiça aos aflitos. Do justo não tira os seus olhos; antes estão com os reis no trono; ali os assenta para sempre, e assim são exaltados. (...) Mas tu estás cheio do juízo do ímpio; o juízo e a justiça te sustentam. Porquanto há furor, guarda-te de que não sejas atingido pelo castigo violento, pois nem com resgate algum te livrarias dele." Jó 36:1-3,5-7,18.
"Lembra-te de engrandecer a sua obra, que os homens contemplam. Todos os homens a vêem, e o homem a enxerga de longe. Eis que Deus é grande, e nós não o compreendemos, e o número dos seus anos não se pode esquadrinhar." Jó 36:24,26.
"A isto, ó Jó, inclina os teus ouvidos; pára, e considera as maravilhas de Deus. Porventura sabes tu como Deus as opera... ? Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos? (...) Ao Todo-Poderoso não podemos alcançar; grande é em poder; porém a ninguém oprime em juízo e grandeza de justiça." Jó 37:14-16,23.
O Remanescente Fiel
Enquanto Jó é um símbolo de Laodiceia, pela sua justiça própria, Eliú representa os mensageiros que Deus utiliza hoje para mostrar a Laodiceia o seu pecado e "livrar a sua alma da espada", ou seja livrá-los de serem vomitados. (Ez. 9; Ap. 3:16-19)
Tal como nos dias de Eliú, aqueles que defendem a honra e justiça de Deus, aqueles que chamam o pecado pelo seu nome e "não temem reprovar pecados populares", também hoje são apenas "um entre milhares". Mas eles existem. Pelo fruto se conhece a árvore.
Queres fazer parte deste grupo? Escolhe hoje de que lado vais estar. Pela tua reação ás advertências da Testemunha Fiel (Cristo), na pessoa dos Seus mensageiros, estás a determinar de que lado vais estar!
Precisam-se...
"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."
Ellen White, Educação, pág. 57.
É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.