Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).


"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
)

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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amálgama de Homem e Besta - O QUE ELLEN WHITE QUIS DIZER?

Este artigo examinará a polêmica declaração da Sra. Ellen G. White sobre ter ocorrido no passado "amálgama de homem e besta"* dando origem a raças inferiores tanto de homens quanto de animais, segundo a perspectiva de dois pesquisadores adventistas de renome na área de Biologia, autores de livros e vários artigos sobre Ciência e Religião: Dr. Frank L. Marsh e Dr. Harold W. Clark. Por Gordon Shigley. Para baixar, clica no título.



(*NOTA: Para ler as declarações directamente no livro Spriritual Gifts, vê o subtítulo "A Amálgama de Homens e Animais" na mensagem
http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/11/o-excesso-sexual-no-casamento-e-os.html)

Em 8 de setembro de 1947, quinze dos mais importantes líderes eclesiásticos adventistas do sétimo dia reuniram-se perto da cidade de São Francisco, Califórnia, EUA, para ouvirem dois jovens biólogos adventistas--Dr. Frank L. Marsh e Dr. Harold W. Clark--debater o sentido de duas breves declarações publicadas em meados do séc. XIX pela profetisa de sua igreja, Ellen G. White. Os biólogos (ambos ainda vivos e ativos [N.T.: artigo publicado em junho de 1982]) discutiam se os escritos da Sra. White deixavam implícito que relações sexuais entre homens e animais teriam produzido espécies confusas, contribuíram para deturpar a imagem de Deus no homem e deixaram evidências de sua ação perduradora a serem notadas em certas raças não especificadas de homens.

As implicações raciais explosivas de tais declarações propiciavam um senso de urgência ao debate. A controvérsia girava em torno da insinuação implícita de que os negros descenderiam de união sexual de seres humanos com animais. Teria Deus revelado a Ellen White numa visão que os negros não eram plenamente humanos? Ao longo dos anos, críticos e apologistas de Ellen White postaram-se em batalha em torno desse assunto de elevada carga emocional. Questões menos tangíveis para a igreja assomavam por trás, no horizonte. Como e em que extensão a religião deveria acomodar os dados científicos que contradizem a revelação? Se a inspiração da Sra. White não detém o caráter de infalibilidade, quais eram os seus limites?

James McElhany, presidente da igreja, reuniu o tribunal de "notáveis" ao longo de uma vasta mesa diante de Marsh e Clark, que tomavam assento em frente de prateleiras repletas de publicações da Sra. White, enquanto Milton Kern, presidente dos Depositários das Publicações Ellen G. White, assumia a direção como moderador. Logo após as 9 horas da manhã, Kern iniciou os trabalhos e ofereceu um breve histórico da controvérsia que cercava as declarações sobre a amalgamação.

As declarações da Sra. White primeiro apareceram em Spiritual Gifts, Important Facts of Faith in Connection with the History of Holy Men of Old [Dons espirituais, importantes fatos da fé em conexão com a história de santos homens do passado], uma coleção em quatro volumes primeiramente publicada em 1864. Após descrever uma série de pecados antediluvianos que incluíam os casamentos entre os justos e ímpios, idolatria, poligamia, roubo e assassínio, Ellen White escreveu:

"Mas se há um pecado acima de todo outro que atraiu a destruição da raça pelo dilúvio, foi o aviltante crime de amálgama de homem e besta que deturpou a imagem de Deus e causou confusão por toda parte. Deus propôs-se a destruir aquela raça poderosa e longeva que corrompera os seus caminhos perante Ele." (1)

Sua segunda referência a amálgama veio no capítulo seguinte e tratava de amalgamação entre homem e besta que ocorrera após o dilúvio:

"Cada espécie de animal que Deus criou foi preservada na arca. As espécies confusas que Deus não criara, resultantes da amalgamação, foram destruídas pelo dilúvio. Desde o dilúvio, tem havido amálgama de homem e besta como pode ser visto nas quase infindáveis variedades de espécies animais e em certas raças de homens." (2)

Ambas as declarações aparecem mais tarde em The Spirit of Prophecy, Vol. 1, e em 1870, na reorganização do material, em Spiritual Gifts. Em 1871 surgem novamente em The Great Controversy, Vol. 1, um título alternativo para The Spirit of Prophecy.

Por fim, quase 20 anos depois, ambas as declarações de amálgama não foram incluídas na edição de Patriarcas e Profetas de 1890. Na compilação de 1947, A História da Redenção, os editores das Publicações Ellen G. White removeram as declarações questionáveis e até certas sentenças do contexto próximo que estão em Patriarcas e Profetas.

Kern observou que as declarações tinham despertado controvérsia quase a partir do tempo em que Ellen White as havia feito publicar em 1864. Durante os últimos 20 anos, ele prossegue, vários homens haviam oferecido diferentes interpretações das declarações de Ellen White, e era propósito daquela reunião ouvir os advogados das duas posições mais vastamente difundidas, após o que haveria oportunidade para perguntas e discussão. Ele, a seguir, passou a palavra a Clark.

Clark ergue-se e começa elogiando Marsh por sua contribuição para o estudo da Criação. No que respeitava ao relacionamento deles quanto à teoria da evolução, observou, estavam 100% ombro a ombro e até concordavam substancialmente em muitos aspectos das declarações sobre a amalgamação. Os ansiosos líderes eclesiásticos sentiram-se aliviados ao perceberem que Clark e Marsh eram tão bons amigos, e as declarações introdutórias de Clark ajudaram a desfazer algo da tensão.

Clark a seguir ofereceu um breve sumário do contexto das declarações sobre amálgama, chamando a atenção à sua localização ao final de um capítulo que detalhava crimes cometidos pelos antediluvianos. Era difícil ler as declarações nos seus contextos sem ver uma série de pecados, dentre os quais o últimos deles, aquele tido por "pecado acima de todo outro"--constituía obviamente o clímax. Não seria provável que Ellen White estivesse falando sobre os casamentos mistos, uma vez que já havia descrito esse pecado num parágrafo anterior. Quatro anos depois que as declarações apareceram, Urias Smith, então editor do órgão adventista Advent Review and Sabbath Herald defendeu-as em sua obra Visions of Mrs. E. G. White: A Manifestation of Spiritual Gifts According to the Scriptures (1868) com uma interpretação que não deixava margem para malentendidos, e Tiago White, o marido de Ellen, havia, em suas próprias palavras, "cuidadosamente lido o manuscrito" antes de recomendar o livro de Smith a ampla circulação.

A conclusão quase certa, prosseguiu Clark, é de que Ellen White também se interessara em como Urias Smith a havia defendido e que ela, também, lera a obra. Clark realçou o seu trabalho com o filho de Ellen White, W. C. White, e D. E. Robinson, seu secretário. Nenhum desses homens tinha duvidado de que Ellen White quis dizer o cruzamento de homem e animal com a frase "amálgama de homem e besta". Conquanto houvesse controvérsia sobre as declarações, críticos e apoiadores igualmente haviam aceito essa interpretação. Quão fácil teria sido corrigir seus críticos em 1870 se ela realmente intencionara fazer com que "o aviltante crime de amálgama de homem e besta" significasse os casamentos mistos entre as raças de Sete e Caim. Era prática comum, prosseguiu ele, que Ellen White fizesse mudanças onde suas palavras provocassem uma interpretação errônea, contudo nesse caso ela não fez qualquer tentativa de esclarecimento, não obstante críticos a aceusassem de ensinar que os negros não eram humanos.

Se alguém analisasse a expressão, "um pecado acima de todo outro . . . foi . . . amálgama de homem e besta", continuou Clark, poderia notar que os termos homem e besta situam-se na mesma relação na sentença; são coordenados. O que quer que se aplique a um, aplica-se ao outro, e é impossível fazer do amálgama de besta com besta ou homem com homem o pecado maior do que idolatria, adultério, poligamia, roubo ou assassínio. A história tem revelado que a coabitação com animais era um dos maiores pecados da antigüidade, havendo disso abundante evidência. Ademais, antropólogos descobriram crânios de semelhança humana em muitas partes do mundo que revelavam afinidades simiescas peculiares. Autoridades competentes haviam descrito características de tribos viventes na África e Malásia de natureza distintamente simiesca. Conquanto não houvesse evidência positiva de que homem e animais pudessem hoje cruzar, havia, não obstante, muitos fatos a indicar que um tal cruzamento poderia ter tido lugar no passado. Ademais, as ordens de Deus para Israel especificamente proibindo a coabitação de homem e besta indicavam que a humanidade estava praticando esse aviltante crime. Dizer que a amalgamação entre homem e besta nunca ocorrera no passado porque não ocorre hoje, destacou Clark, é tomar a mesma posição do uniformismo que desorientou os geólogos. Houve, de fato, somente um fato objetivo que não podia ser explicado: a falta de autêntico registro de um tal cruzamento. Esse fato único não justifica a conclusão de que "um pecado acima de todo outro" cometido pelos antediluvianos fossem os casamentos inter-raciais ou casamento entre crentes e descrentes. Tal interpretação faria violência à linguagem que Ellen White realmente utilizou. Ao contrário, duas conclusões ficavam claras: Ellen White sabia o que quis dizer, e ela claramente intencionou que seus leitores interpretassem o "aviltante crime" como ato sexual incluindo o cruzamento de homem e besta.

Eram agora 9:45 da manhã e Kern convocou Marsh. Ele começou com algumas poucas palavras de louvor a Clark, e observou serem bons amigos que meramente mantinham uma diferença profissional de opinião sobre declarações que sempre haviam sido pouco claras em seu real sentido. Daí, chamou a atenção à definição de amálgama de J. R. Bartlett no Dictionary of Americanisms de 1859. Nos Estados Unidos a palavra "amalgamar" era universalmente aplicada à mistura das raças branca e negra, destacou, e somente desde o início do século XX a palavra "hibridização" tinha se tornado um substituto perfeitamente satisfatório. Mas ao tempo em que Ellen White escreveu as declarações sobre amálgama, "o amálgama de homem" traria à mente do leitor comum uma fusão de duas raças, nesse caso a ímpia raça de Caim e os descendentes de Sete, tementes a Deus. Nem a linguagem das declarações por si próprias, as Escrituras, as descobertas da ciência, nem quaisquer outras declarações dos escritos da Sra. White tornavam obrigatória a conclusão de que o homem cruzara com besta. Suponha-se, sugeriu ele, que na primeira declaração Ellen White tivesse dado o sentido de que o homem havia cruzado com besta. Como poderiam ambos os resultados declarados ocorrer? É verdade que a imagem de Deus poderia ser deturpada, mas causaria isso confusão por toda parte? O homem podia, afinal de contas, coabitar com não mais do que umas poucas formas, e coabitação era sinônimo de hibridização. As Escrituras tornam claro, prosseguiu, que o principal pecado que tornou o dilúvio necessário foi a promiscuidade dos "filhos de Deus" e "filhas dos homens". Ademais, se o Espírito Santo realmente tivesse dito a Ellen White que o homem cruzara com besta, ela não teria eliminado as declarações sobre amálgama de Patriarcas e Profetas.

Marsh agora introduziu o testemunho da ciência. Um dos princípios mais bem demonstrados em Biologia, observou ele, era que as diferentes espécies de animais do Gênesis não cruzam entre si, nem mesmo ao ponto de produzir híbridos estéreis. Não havia razão, seja a partir de dados modernos ou do registro fóssil, para supor que essa não fosse uma lei que remonta à Criação. Se o amálgama das espécies do Gênesis fora o principal pecado a causar destruição de formas terrestres necessárias, deveríamos poder encontrar essas formas amalgamadas como fósseis. Quanto à suposta defesa de Urias Smith das declarações sobre a amalgamação e a reimpressão inalterada de ambas as declarações dois anos depois, isso dificilmente provaria que Ellen White quis dizer que homem e besta haviam cruzado. Ela não fizera qualquer declaração com respeito à defesa de Smith. Além disso, conquanto fosse difícil explicar como homem podia cruzar com besta, dificilmente seria necessário explicar como poderia haver amálgama de seres humanos entre si. Marsh volveu-se na direção da prateleira com livros da Sra. White que rodeavam o salão de conferências, alcançou um exemplar de Fundamentals of Christian Education, e leu na base da página 499: "O inimigo regozijava em seu êxito de deturpar a imagem divina na mente das pessoas . . . Mediante casamentos com idólatras e constante associação com eles. . ." Marsh realçou a sua posição: "Ellen White disse que o amálgama deturpava a imagem de Deus. Aqui declara que os casamentos mistos apagaram a imagem divina".

Finalmente, Marsh destacou o sensível tema da raça. Aos que insistiam em que evidência de amálgama de homem e besta podia ser vista em "certas raças de homens", restava a impossível tarefa de apontar as raças parte humanas e parte bestiais. A conclusão pareceria óbvia: o amálgama de homem deturpava a imagem de Deus; o amálgama de raças dentro das espécies criadas de animais produzia espécies confusas. Não devemos macular o inestimável dom de Deus aos adventistas encontrando insinuações de caráter racial nas declarações e admoestações da Sra. White, concluiu ele. (3)

Bem antes de Marsh e Clark serem ativos, as declarações de Ellen White haviam despertado discussão tão logo apareceram impressas. A controvérsia, então, havia girado em torno da questão de negros serem o resultado da hibridização de humanos com bestas. Em The Visions of Mrs. E. G. White, uma apologia para o dom de profecia de Ellen White, Urias Smith respondeu a 52 objeções que críticos suscitavam a respeito de Ellen White. Sob a "Objeção 39: A Raça Negra Não é Humana" ele argumentou que Ellen White havia feito a segunda declaração de amalgamação "no propósito de ilustrar a profunda corrupção e criminalidade a que a raça humana caíra, mesmo uns poucos anos após o dilúvio,"(4) e não ensinar que negros não fossem humanos:

"Houve amálgama; e o efeito é ainda visível em "certas raças de homens". . . . Os que fazem exceção de animais sobre os quais os efeitos desta obra são visíveis são chamados pela visão de "homens". Agora, sempre temos suposto que quem quer que haja sido chamado de homem deve ser considerado um ser humano." (5)

Não obstante, que as raças atuais incluíam descendentes de homens que chegaram à existência em resultado de cruzamentos homem-animal estava além de discussão, argumentava Smith, citando "casos tais como os bosquímanos da África, algumas tribos de hotentotes, e talvez os índios cavadores em nosso próprio país, etc." Ademais, reivindicava ele, naturalistas achavam impossível "dizer exatamente onde o humano termina e o animalesco começa. Podemos supor que isso assim foi ordenado por Deus no princípio? Antes, não tem o pecado maculado as fronteiras desses dois reinos?" (6) Conquanto Ellen White não tivesse especificado que raças ela desejava que seus leitores considerassem como evidência parcial do "aviltante crime", a enumeração por Smith de raças específicas tendia a sustentar o ponto de vista de que Ellen White não esperaria que alguém tivesse dificuldade em identificar as "certas raças de homens". Ao Urias Smith defender as declarações de amalgamação de Ellen White, ele claramente refletia a idéia popular de seu tempo de que cruzamentos entre homens e animais haviam criado uma terra-de-ninguém entre humanos e animais, habitada por gorilas, chipanzés, selvagens bosquímanos da África, patagônios e hotentotes.
As posições de Urias Smith eram compatíveis com estudantes da "Escola Americana" de antropologia, que estava alcançando o seu pico de influência nos Estados Unidos em meados do século XIX. Esses antropologistas alegavam que espécies poderiam cruzar-se para produzir formas intermediárias de descendentes. (7) Argumentavam que a mera observação demonstrava que raças de homens eram capazes de cruzar-se ainda que constituindo-se espécies separadas que Deus tencionara deverem permanecer separadas. Smauel George Morton, fundador da paleontologia invertebrada na América e autor do controverso Crania Americana (1839), sugeria que uma vez que desenhos de tumbas egípcias, conhecidas como tendo pelo menos 3.000 anos de idade, revelavam as raças em todo detalhe tão distintas então como agora, não fazia sentido presumir que causas naturais tivessem produzido as raças no que poderia ser "no máximo mil anos" desde o dilúvio. (8) O mais provável é que Deus tivesse criado as raças a partir dos três filhos de Noé, ou talvez junto à Torre de Babel. Reconhecendo que a hibridização seria o campo de batalha sobre que venceriam ou perderiam o seu caso, proponentes da "Escola Americana" atacaram a validade da infertilidade como um teste para espécies. Em, 1847 Morton publicou uma dissertação no prestigioso American Journal of Science que alegava que híbridos existiram dentre uma impressionante variedade de organismos, incluindo o cervo e o porco selvagem, o touro e a ovelha, ovelhas e cervos, bem como muitos outros cruzamentos entre diferentes espécies de peixes, aves e insetos. (9)
Tiago White leu o livro de Smith e o recomendou entusiasticamente com a seguinte nota na Review and Herald de 25 de agosto de 1868:

"A Associação acaba de publicar um panfleto intitulado "The Visions of Mrs. E. G. White, A Manifestation of Spiritual Gifts According to the Scriptures" [As Visões da Sra. E. G. White, uma manifestação dos dons espirituais segundo as Escrituras]. É escrito pelo redator da Review. Enquanto lia cuidadosamente o manuscrito, senti-me muito grato a Deus por nosso povo poder ter essa apta defesa daqueles pontos de vista tão amados e entesourados, enquanto outros os desprezam e a eles se opõem. Este livro está destinado a ter ampla circulação." -- Tiago White. (10)

Tiago e Ellen White levaram 2.000 exemplares do livro de Smith com eles para reuniões campais naquele ano. (11)
A despeito da defesa de Smith das declarações de Ellen White, a controvérsia nunca foi totalmente superada. Mesmo quando Ellen White eliminou as declarações de seu novo livro, Patriarcas e Profetas (1890), as velhas declarações permaneceram um tópico de muito debate.

Quarenta anos depois do aparecimento de Patriarcas e Profetas, cientistas haviam começado a lançar uma longa sombra sobre a interpretação tradicional de Urias Smith. Não poderia mais ser alegado, como Urias Smith havia feito uma vez, que "ninguém" negava a possibilidade de cruzamentos de homem com animal. As declarações de amalgamação tornaram-se um tópico popular de debate entre adventistas interessados em ciência natural e revelação.
Na edição de The Ministry de abril de 1931, George McCready Price, o mais destacado oponente da evolução na igreja, propôs que se realizasse uma ligeira alteração na linguagem das declarações de Ellen White--o acréscimo de uma simples palavra entre colchetes--que poderia reconciliá-las com a ciência e remover toda dificuldade associada à controvérsia.

"Sem tentar lidar com todas as interessantes declarações nesta passagem, posso permitir-me dizer algumas palavras sobre a última parte, que julgo ser a porção mais tendente a incompreensões. Permitam-me reescrever uma palavra entre colchetes, e penso que a suposta dificuldade desaparecerá quase por encanto. "Desde o dilúvio, tem havido amálgama de homem e [de] besta, como pode ser visto em quase infinitas variedades de espécies de animais, e em certas raças de homens." (12)
Price estava propondo duas amalgamações independentes--uma para raças de homens e outra para união de várias espécies animais.
Sua solução despertou uma tempestade de oposição. Um dos primeiros a reagir no mesmo ano foi D. E. Robinson, por muitos anos secretário pessoal de Ellen White. Numa dissertação intitulada "Amalgamation Versus Evolution", Robinson declarou que a inserção da palavra "de" por Price na declaração de Ellen White violentava o "sentido óbvio" pretendido pela própria autora (13). Argumentou ainda que as declarações de amálgama ajudavam a resolver alguns dos problemas no conflito entre ciência e religião, tais como "de que forma tal variedade de animais . . . poderia ter sido produzida no breve período permitido pela cronologia bíblica . . ." (14) e o problema de anatomia comparativa:

"A declaração da Sra. White, se aceita, resolverá problemas relacionados com a semelhança física bem próxima entre homem e alguns dos símios, havendo entre estes e os macacos de rabo diferença estrutural maior do que entre eles e o homem. Qualquer um que observar o chipanzé, o gorila, ou o orangotango não acharia difícil crer que procederam de algum ancestral comum com a raça humana." (15)
Exatamente que raças de homem realmente revelaram indícios de ancestral animal, Robinson admitiu, era impossível determinar: a Sra. White não havia especificado as "certas raças de homens".
O envolvimento de Harold Clark com o problema dos pontos de vista de Ellen White sobre amalgamação começaram quando seus estudantes de Biologia no Pacific Union College lhe perguntavam repetidamente sobre tais declarações. Após consultar os pastores W. C. White e Dores Robinson, sendo o último secretário da Sra. White e um primo da primeira esposa de Clark, este sentiu-se obrigado a propiciar pelo menos uma explicação razoável para as enigmáticas declarações. (16) Em 1940 ele completou Genes and Genesis, onde sustentava a interpretação oficial e sugeria possíveis cruzamentos no reino animal. Mesmo que seus exemplos se demonstrassem errôneos, Clark sentia que o princípio básico subjacente às declarações de Ellen White eram válidos.
No ano seguinte, o livro foi tão altamente reputado pela denominação que chegou a ser escolhido para o curso de leitura ministerial. Mas na primavera do mesmo ano, Frank L. Marsh, então recém-formado pela Universidade de Nebraska com um título doutoral, observou que os cientistas não foram capazes de encontrar um único exemplar de híbrido entre homem e besta. Talvez fosse melhor, sugeria ele, aceitar a versão de Price, afinal de contas, quanto ao "amálgama de homem e (de) besta".
Antes do final de 1941 Marsh completou o seu próprio Fundamental Biology, um texto mimeografado de 128 páginas que destacava a falta de evidência científica para a crença na possibilidade de diversos organismos se cruzarem (17). Ellen White, argumentava Marsh em dois capítulos dedicados à questão da amalgamação, não dissera que homem havia cruzado com besta. Se espécies confusas resultaram da amalgamação, estas se limitavam a híbridos entre animais intimamente relacionados da mesma espécie do Gênesis. Se Ellen White dissera ter havido união de homem e besta, ela, referia Marsh, "estaria em conflito com todas as leis da Genética" (18). Numa troca de cartas com Marsh em 1941, Clark argumentava que o que poderia ocorrer agora não era um guia seguro para determinar o que poderia ter ocorrido no passado e advertia Marsh quanto ao perigo de cair no erro uniformista que desorientara os geólogos. (19)
Em 1º de março de 1942 Marsh e Clark completaram dissertações defendendo suas posições alternativas e atacando os pontos de vista contrários. O escrito de Clark, "Amalgamation: An Analysis of the Problem of Amalgamation" [Amalgamação: Uma análise do problema da amalgamação] ressaltava que a expressão proposta por Marsh--amálgama de homem (com homem) e besta (com besta)--deixava "besta com besta" numa situação impossível. "A fim de conseguir qualquer sentido disso devemos subentender que foi um pecado que uma espécie de animal cruzasse com outra". (20)
Em sua dissertação, "Analysis of the Amalgamation Statements" [Análise das declarações sobre amalgamação], Marsh argumentava que os cruzamentos entre as diferentes espécies, inclusive o homem e os macacos antropóides, eram contrários a todas as leis da Genética. Para evitar que ficasse implícito que os casamentos inter-raciais hoje ainda constituem um "crime aviltante", Marsh escreveu que, conquanto Ellen White tivesse chamado a amalgamação antes do dilúvio um "crime aviltante", a amalgamação após o dilúvio pode não ter sido um pecado em absoluto. (21)
Evidência adicional de que "o aviltante crime de amálgama de homem e besta" não se refere à fusão de homem e besta foi descoberta, dizia Marsh, "na remoção das declarações sobre amalgamação da história bela e cuidadosamente reescrita em Patriarcas e Profetas, um relato que contrastava nitidamente com o escrito anterior, preparado "um tanto livremente". (22) Com este argumento Marsh introduzia uma das questões mais curiosas surgidas da controvérsia sobre a amalgamação: o estilo literário de Spiritual Gifts é tão pobre que uma compreensão correta das declarações sobre amalgamação se torna muito difícil. Somente Patriarcas e Profetas indica claramente o que Ellen White quis dizer por "um pecado acima de todo outro", ou seja, os casamentos mistos entre os justos e os ímpios, sustentava ele. (23)
Embora fossem simpáticos ao desejo de Marsh em conciliar as declarações sobre amalgamação com a ciência, Robinson e Clark, ainda concordavam em que Ellen White decerto intencionara que seus leitores imaginassem um crime sexual, e que o amálgama de homem e besta após o dilúvio representasse a mesma atividade prevalecente antes do dilúvio; obviamente sendo de igual maneira um "crime aviltante". Ademais, parecia-lhes algo irônico ter a amalgamação "contrafazendo em parte a degeneração de milênios de atividade satânica" quando fora a amalgamação que supostamente produzira a degeneração em primeiro lugar.
Marsh permaneceu inabalável. Em Evolution, Creation and Science, concluído em 1944, ele argumentava que tendo sido "a óbvia intenção do Criador manter as espécies separadas", Deus deve ter criado cada tipo com protoplasmas "fisiologicamente incompatíveis" com o de uma espécie diferente. (24)
Clark logo respondeu a Marsh, visando à sua interpretação de que a amalgamação significara cruzamentos somente entre variedades da mesma espécie do Gênesis: "Presumindo que a hibridização referida em Spiritual Gifts era entre raças ecológicas, teríamos a palavra da Inspiração declarando num lugar que grupos normalmente férteis eram permissíveis dentro da espécie, mas asseverando noutra declaração que os produtos de tais raças tinham negada a entrada na arca [de Noé] por serem confusas, resultantes de processos que Deus não aprova”. (25)
Pelo fim de 1946, contudo, o contínuo progresso da Genética, o evidente choque entre Ciência e Revelação, e a necessidade de abordar as implicações raciais do ponto de vista tradicional das declarações de amalgamação combinaram-se para fazer com que a interpretação de Marsh parecesse mais e mais atraente. No verão de 1947, pouco antes do confronto na Califórnia, Marsh reuniu-se privadamente com o presidente da Associação Geral, McElhany, e vários outros líderes denominacionais em Washington D.C., que participariam da reunião de setembro. Viera a convite deles e passou uma noite inteira detalhando o seu parecer e advertindo quanto aos perigos associados com outras interpretações, tanto no campo da ciência quanto no das relações raciais. Em retrospecto, Marsh pode ter ido à Califórnia já como o vencedor.

Na Califórnia, dia 8 de setembro de 1947, ambos os homens haviam completado suas apresentações às 10:15 da manhã; Kern solicitou perguntas e discussões sobre a questão. Clark recebeu a maior parte das perguntas, e segundo prosseguia a sessão tornava-se evidente que a maioria dos líderes, não obstante o que pudessem julgar ser as intenções originais de Ellen White, claramente favoreciam a posição que poderia acomodar a Ciência e desativar os problemas de caráter racial associados com as declarações de amalgamação. Marsh oferecia exatamente tal solução. Se a sua interpretação parecia um pouco forçada mesmo para alguns de seus defensores, não obstante era possível e razoavelmente defensável. Após um intervalo para almoço, a discussão foi reencetada com cerca de um terço do grupo ausentando-se, somente para ser interrompida às 3 da tarde sem um voto tomado. Ao final da reunião Kern e Marsh discutiram como as perguntas tinham sido encaminhadas e concluíram que se um voto houvesse sido tomado, teria por resultado, na pior das hipóteses, 12 a 3 em favor de Marsh.
Os oficiais da igreja não encorajaram Marsh nem Clark a escreverem sumários de seus pontos de vista. Todavia, quando Marsh retornou ao Union College ele julgou que um sumário seria útil para os seus estudantes. Em 16 de novembro de 1947 completou uma dissertação de 11 páginas, "The Amalgamation Statements", e remeteu-o a Clark sugerindo que ele, também, escrevesse uma dissertação sumariando brevemente os seus argumentos. Em 1º de março de 1948, Clark completou o seu "Amalgamation: A Study of Perplexing Statements Made by Mrs. E. G. White" [Amalgamação: Um estudo de declarações desconcertantes da Sra. E. G. White]. Incluía uma refutação ponto por ponto da última dissertação de Marsh. Sobre a sugestão de Marsh de que híbridos somente poderiam resultar do cruzamento da mesma "espécie" de animais, por exemplo, Clark novamente desejava saber por que tal atividade se constituiria um "crime aviltante".

"Quando duas criaturas cruzam entre si, de maneira nenhuma produzem uma espécie corrompida ou confusa. Elas simplesmente dão origem a uma nova variedade dentro da mesma espécie. Tais cruzamentos parecem ser processo perfeitamente natural e bem ordenado." (26)
Tampouco podia Clark crer que o "amálgama de homem e besta" após o dilúvio não se tratasse da mesma atividade de antes do dilúvio, ou que em qualquer medida tivesse decaído em pecaminosidade. Em vista de que a dissertação de Clark respondia a argumentos particulares de Marsh em dissertações passadas, Marsh decidiu redigir apenas um documento mais: "A Discussion of Harold W. Clark's Paper 'Amalgamation', Published March 1, 1948" [Uma discussão da dissertação 'amalgamação' de Harold W. Clark, publicada em 1º de março de 1948].
A real batalha estava terminada, contudo, e estas eram basicamente escaramuças de pós-guerra. Os pontos de vista de Marsh prevaleceram. Em 1951, quando F. D. Nichol estava preparando a sua obra Ellen G. White and Her Critics, ele solicitou todas as dissertações de Marsh sobre amalgamação. Marsh lhos enviou e Nichol baseou-se grandemente nelas para o seu capítulo quanto às declarações sobre amalgamação. (27) Os Depositários White tornaram disponível em 1968 uma cópia do capítulo de Nichol, sob o título, "Ellen G. White Statements Regarding Conditions at the Time of the Flood--by F. D. Nichol [As declarações de Ellen G. White concernentes a condições do tempo do Dilúvio--por F. D. Nichol]. Este ainda é o material remetido àqueles que solicitam uma declaração oficial sobre Ellen G. White e a questão da amalgamação.
Por anos a comunidade adventista presumiu que a Sra. White cria que parte da queda do homem envolveu união sexual de homem com animal e defendia seus pontos de vista como científicos. Após 1947 a posição prevalecente mudou e prosseguiu assim por 35 anos. Incapaz de conciliar a mais óbvia leitura das declarações de Ellen White com a ciência, e com um compromisso para com a igualdade genética entre as raças, a Igreja aceitou a engenhosa interpretação de Marsh sobre o que Ellen White quisera dizer. Pode ser que a presente geração de adventistas concorde com as gerações anteriores de adventistas em que--pelo menos numa ocasião--Ellen White realmente creu que amálgama de homem com besta teve lugar, mas não aceitará essa posição como cientificamente abalizada hoje.

NOTAS E REFERÊNCIAS

1. Ellen G. White, Spiritual Gifts, Important Facts of Faith in Connection with the History of Holy Men of Old (Battle Creek: Seventh-day Adventist Publishing Association, 1864), III, p. 64.
2. Ibid., p. 75.
3. Os acontecimentos dessa reunião foram reconstituídos a partir de relatos dados ao autor por Harold W. Clark e Frank L. Marsh e a partir de dissertações escritas antes e imediatamente após a reunião de 1947. Posteriormente remeti uma cópia de minha descrição tanto para Clark como para Marsh para comentário e revisão adicionais.
4. Uriah Smith, The Visions of Mrs. E. G. White: A Manifestation of Spiritual Gifts According to the Scriptures (Battle Creek: Seventh-day Adventist Publishing Association, 1868), p. 103.
5. Ibid.
6. Ibid.: "Alguém negará a declaração geral contida na citação acima dada? Ninguém. Se alguém o fizesse poderia ser facilmente silenciado por uma referência a tais casos como os selvagens bosquímanos da África, algumas tribos de hotentotes, e talvez os índios cavadores [? - Digger] de nosso próprio país, etc. Ademais, os naturalistas afirmam que a linha de demarcação entre o humano e raças animais é perdida em confusão. É impossível, como afirmam, dizer exatamente onde o humano termina e o animalesco começa. Podemos supor que isto foi assim determinado por Deus no princípio? Antes, não maculou o pecado os limites desses dois reinos?" Ibid.
7. Para um detalhado relato do surgimento da "Escola Americana" de antropologia, ver William Stanton, The Leopard's Spots: Scientific Attitudes Toward Race in America, 1815-1859 (Chicago: The University of Chicago Press, 1960).
8. Samuel George Morton, Crania Americana; or A Comparative View of the Skulls of Various Aboriginal Nations of North and South America, to which is Prefixed on Essay on the Vaireties of the Human Species (Philadelphia, 1839), pp. 1-3. Ver William Scranton, Leopard's Spots, pp. 24-44.
9. Samuel Morton, "Hybridity in Animals, considered in reference to the question of the Unity of the Human Species", American Journal of Science, 1847, 3 (segunda série): 39-50, 203-212; também citado em William Stanton, op. cit., pp. 114-115. Quando Morton morreu em 1851 estava no auge de sua influência, proclamado como um dos maiores cientistas da América. "Um dos mais brilhantes ornamentos de nossa era e país", elogiava o Daily Tribune, de Nova Iorque, de 20 de maio de 1851, acrescentando que "provavelmente nenhum cientista na América desfrutasse reputação mais elevada entre eruditos por todo o mundo, do que o Dr. Morton". Citado em William Stanton, Leopard's Spots, p. 144.
10. James White, "New and Important Work", Advent Review and Sabbath Herald, XXXII, (25 de agosto de 1868), p. 160. Ao comentar sobre a nota de James White Harold Clark disse: "Este trabalho foi cuidadosamente examinado por James White com a quase certa suposição de que a Sra. White também o teria lido atenciosamente". Harold Clark, "Amalgamation: A Study in Perplexing Statements Made by Mrs. E. G. White", (1o de março de 1948), p. 2. Conquanto Clark questionasse a aplicação de Smith a raças específicas, "é, porém, evidente que ele [Urias Smith] corretamente entendeu o que a Sra. White quis dizer, pois em 1870, quando as declarações foram reimpressas, nenhuma mudança da linguagem foi realizada. Mudanças foram realizadas em outras publicações onde uma errônea interpretação havia sido atribuída às suas palavras". Ibid.
11. Esta informação aparece como uma nota manuscrita na base de uma cópia do escrito de Urias Smith "Objeção 39: A Raça Negra Não é Humana", propiciada por Frank Marsh. Sendo que James White havia sugerido em sua nota da Review que o livro de Smith destinava-se a "circulação bem ampla", pode ser que ele levou essas cópias para venda nas várias reuniões campais daquele ano.
12. George McCready Price, "The Problem of Hybridization". The Ministry (31 de abril de 1931), p. 13
13. D. E. Robinson, "Amalgamation Versus Evolution", s.d., mas escrito pouco após abril de 1931, p. 1.
14. Ibid., p.2.
15. Ibid., p.3.
16. Informação numa carta de Harold W. Clark ao autor (14 de junho de 1979). Tanto Robinson quanto W. C. White definitivamente criam que Ellen White quis dizer amálgama de homem com besta.
17. Informação numa carta ao autor vinda de Marsh (8 de fevereiro de 1979).
19. Harold W. Clark para Frank L. Marsh, 10 de abril de 1941 (cortesia de Frank L. Marsh).
20. Informação de Harold W. Clark (14 de junho de 1979) numa carta ao autor. Ver também Harold W. Clark, "Amalgamation", 1o de março de 1942. Francis D. Nichol, um apologista da igreja que mais tarde defendeu a posição de Marsh em seu Ellen G. White and Her Critics, realmente aceitava esta estranha sugestão. Os animais seriam capazes de "crime aviltante" e "pecado", argumentava Nichol, por estarem violando a lei natural. F. D. Nichol, Ellen G. White and Her Critics (Washington, D.C.: The Review and Herald Publishing Association, 1951), p. 317.
21. Frank L. Marsh, "Analysis of the Amalgamation Statements", (dissertação não publicada, 1o de março de 1942), p. 5.
22. Por exemplo, ver Frank L. Marsh, "The Amalgamation Statements" (dissertação não publicada, 16 de novembro de 1947), pp. 4, 5. Este argumento tem prosseguido até o presente e é refletido em Ellen G. White de F. D. Nichol. Marsh apresentou o mesmo argumento numa sessão de perguntas e respostas seguindo-se à apresentação sobre "Ciência e Religião" na Universidade Andrews, verão de 1976, para o Workshop sobre Ellen G. White. (Da transcrição da fita com gravação da sessão, feita pelo autor).
23. Ver Marsh, "Amalgamation Within Genesis Kinds", 11 de junho de 1942, pp. 1-4, e "The Amalgamation Statements" (manuscrito não publicado, 16 de novembro de 1947), p. 6. Também a partir de informações numa carta de Frank L. Marsh (26 de março de 1979) ao autor. A não ser pela ausência das declarações sobre amalgamação, as mudanças nos vários relatos são triviais. Comparar Spiritual Gifts, III, pp. 61-74, com The Spirit of Prophecy, I, pp. 67-78, e Patriarcas e Profetas, pp. 90-107. Uma leitura paralela de Spiritual Gifts, The Spirit of Prophecy, e Patriarcas e Profetas, contudo, mostra uma notável semelhança. Uma pessoa pode, de fato, facilmente seguir o fluxo de idéias parágrafo por parágrafo, sentença após sentença, observando onde Ellen White acrescentou material novo, até ao ponto da última palavra antes do parágrafo que começa cada declaração de amalgamação e incluindo-as. A melhoria em estilo literário em Patriarcas e Profetas parece consistir mais na remoção das declarações sobre amalgamação do que em alterações substanciais de linguagem ou novo arranjo de idéias, e fica aquém da tansformação que Marsh deixa implícito quando escreveu: "O escritor treinado vê quase com horror a falta de unidade, coerência e ênfase no texto de 1864. Contudo, . . . nessa descrição [Patriarcas e Profetas] a unidade, coerência e ênfase de seu escrito estão tão acima de repreensão para não deixar dúvida sobre o que constituía o principal. . ."
24. Ver Frank L. Marsh, Evolution, Creation and Science (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Assn., 1944), p. 140. Marsh pediu que o anúncio deste livro como seleção para o Curso de Leitura Ministerial--que vinha na página de título da primeira edição--fosse removido porque "parecia despertar preconceito da parte de alguns evolucionistas (tal como Dobshonsky)". De uma carta de Marsh para o autor, de 26 de março de 1979. A Review and Herald omitiu o anúncio a partir da segunda impressão.
25. Harold W. Clark, "Hybridization in Relation to Genesis Kinds" (Angwin, Calif.: 1o de maio de 1945), p. 2. Leon Caviness, um professor de línguas bíblicas do Pacific Union College, tentou estabelecer um acordo em sua breve dissertação, "The Meaning of the Amalgamation Statements" [O sentido das declarações de amalgamação]. Aqueles que realmente desejavam descobrir o que Ellen White originalmente tencionara dizer com suas declarações não deviam passar por alto o fato de que ela reimprimiu as mesmas expressões, sem alteração, seis anos depois da controvérsia inicial e dois anos depois da defesa de Urias Smith. Caviness não descartou a possibilidade de cruzamentos entre homens e animais, mas julgava que o híbrido, caso pudesse ser produzido, não conduziria à introdução de uma nova espécie intermediária entre homem e macaco. Cada cruzamento representaria um evento simples, e o descendente seria incapaz de cruzamento posterior. Caviness resolveu o problema racial associado às declarações da Sra. White postulando produtos não mais trazidos à existência e um processo não mais funcional, pelo menos entre homem e besta, mas sua tentativa de harmonização não satisfez a nenhum dos lados. L. L. Caviness, "The Meaning of the Amalgamation Statements", s.d., pp. 1-2.
No mesmo mês em que o ensaio de Clark apareceu, Marsh respondeu com "The Basic Unit of Creation", um estudo que empregava a infertilidade como teste para definir as espécies do Gênesis. O argumento resultante parecia circular. Um ano depois ele completou Studies in Creationism, um texto mimeografado usado durante 1946 e 1947 como uma referência para suas classes no Seminário Teológico Adventista do Sétimo Dia, em Washington D.C. Marsh dedicou vinte e cinco páginas à questão da amalgamação, novamente declarando a maior parte de seus argumentos anteriores. A Review and Herald Publishing Association publicou uma versão grandemente revista de Studies in Creationism em 1950 que realçava a impossibilidade de que as espécies do Gênesis cruzassem, mas omitia completamente qualquer discussão do próprio problema da amalgamação.
26. Harold W. Clark, "Amalgamation, A revision of a paper issued March 1, 1942", (Angwin, Calif.: 1948).
27. Informação numa carta ao autor procedente de Marsh (10 de janeiro de 1979). estudava pós-graduação na Universidade de Wiscosin, E.U.A.

Obs.: Traduzido de Spectrum, Junho de 1982. O autor, Gordon Shigley, redigiu este artigo enquanto estudava pós-graduação na Universidade de Wisconsin, E.U.A. Retirado de: http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:jzBivBzzQCUJ:www.adventistas.com/outubro/04-Amalgama.doc+am%C3%A1lgama+entre+homens+e+animais&cd=3&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A Abominação da Desolação – O Sinal de Fuga das Cidades

Tendo em consideração estes factos (ver :http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/08/adoracao-ao-solentre-o-professo-povo-de.html ) e o que a Palavra de Deus nos diz sobre este assunto, podemos estar certos de que a lei dominical se aproxima a passos gigantescos, e de que cada filho e filha de Deus que ainda reside nas cidades deveria estar se retirando para o campo com suas famílias, enquanto ainda tem oportunidade para isso.
“A hora temida viria súbita e celeremente. E o Salvador advertiu a Seus seguidores: "Quando pois virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, atenda), então os que estiverem na Judéia fujam para os montes." Mat. 24:15 e 16; Luc. 21:20. Quando os símbolos idolátricos dos romanos fossem erguidos em terra santa, a qual ia um pouco além dos muros da cidade, então os seguidores de Cristo deveriam achar segurança na fuga. Quando fosse visto o sinal de aviso, os que desejavam escapar não deveriam demorar-se. Por toda a terra da Judéia, bem como em Jerusalém mesmo, o sinal para a fuga deveria ser imediatamente obedecido. Aquele que acaso estivesse no telhado, não deveria descer à casa, mesmo para salvar os tesouros mais valiosos. Os que estivessem trabalhando nos campos ou nos vinhedos, não deveriam tomar tempo para voltar a fim de apanhar a roupa exterior, posta de lado enquanto estavam a labutar no calor do dia. Não deveriam hesitar um instante, para que não fossem apanhados pela destruição geral.” O Grande Conflito, pág. 26
“Não vem muito distante o tempo em que, como os antigos discípulos, seremos forçados a buscar refúgio em lugares desolados e solitários. Como o cerco de Jerusalém pelos exércitos romanos era o sinal de fuga para os cristãos judeus, assim o arrogar-se nossa nação [Estados Unidos] o poder, no decreto que torna obrigatório o dia de repouso papal será uma advertência para nós. Será então tempo de deixar as grandes cidades, passo preparatório ao sair das menores para lares retirados em lugares solitários entre as montanhas.” Testemunhos Selectos, Vol. 2, pág. 166, (1885).
“Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à lei de Deus, a nação americana se divorciará por completo dos princípios da justiça. Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adoptar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo. Como a aproximação dos exércitos romanos foi um sinal para os discípulos da iminente destruição de Jerusalém, assim essa apostasia será para nós um sinal de que o limite da paciência de Deus está atingido, que as nações encheram a medida de sua iniquidade, e o anjo da graça está a ponto de dobrar as asas e partir desta Terra para não mais tornar.” Testemunhos Selectos, Vol. 2, pág. 150,151, (1885).
Pouco tempo depois de a serva do Senhor ter falado estas palavras, o decreto dominical estava iminente, pois em vários lugares nos Estados Unidos chegou a haver uma imposição da lei dominical (Ver Eventos Finais, cap. 9). Curiosamente em 1888 foi criada a “The Lord’s Day Alliance” com vista a defender a honra do Domingo, que promoveu a imposição da lei dominical.( Ver: http://www.ldausa.org/; http://www.ldausa.org/LDA_about.html). Entretanto, um adventista, A. T. Jones, foi diante do congresso americano, opondo-se ao decreto dominical. A sua defesa foi de tal ordem que conseguiu impedir a aprovação do mesmo.


Lei Dominical – séc. XIX
“Em 1888, o Senador Blaire apresentou uma proposta de lei ao Congresso dos Estados Unidos visando estabelecer a observância do primeiro dia da semana como um dia destinado a adoração religiosa e repouso. O Pr.Jones, uns dos líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, se apresentou diante do Congresso dos Estados Unidos. Deram-lhe uma hora para apresentar seu caso diante do Congresso. Ele pediu um tempo para se preparar e concederam-lhe 24 horas. No dia seguinte sua apresentação não durou uma hora como haviam dito; ele esteve falando e respondendo perguntas por quatro horas diante do Congresso da nação americana. Graças à defesa erudita e incrível apresentada pelo Pr.Jones, a proposta de lei foi recusada pelo Congresso (Sua defesa diante do Congresso Norte-Americano bem como todas as perguntas que lhe fizeram os congressistas e as respostas que ele deu, foram publicadas no livro “Folhas de Outono” publicado pela Casa Publicadora do Texas).

O Senador Blaire voltou a apresentar uma proposta de lei no ano de 1889. Só que desta vez não apresentou uma lei dominical, visto que já havia sido recusada. Propôs uma emenda à Constituição dos Estados Unidos, requerendo que nas escolas públicas se ensinasse religião cristã protestante e a orar. Seu propósito era de cristianizar as escolas públicas dos Estados Unidos. Outra vez o Pr.Jones se apresentou diante do Congresso. Ele argumentou que a Constituição dos Estados Unidos declarava que nunca o Governo ou o Estado e as escolas públicas que pertencem ao estado, poderiam estabelecer leis de caráter religioso, porque o estado e a igreja estavam separados. Tão hábil foi a defesa do Pr.Jones, que mais uma vez a proposta de se emendar a Constituição foi recusada.”
Ver: http://www.arquivoxiasd.com/les40406.htm
“Houve um relevante acontecimento nacional que encheu o período de 1888 de surpreendente significado. Os adventistas sempre haviam acreditado que de forma virtualmente simultânea com o derramamento do Espírito Santo na chuva serôdia, viria a lei dominical nacional prefigurada na profecia da marca da besta. Em dois séculos de história nacional, o Congresso americano nunca havia estado tão perto de aprovar uma lei dominical nacional como esteve durante o auge da justificação pela fé em 1888. “Em 1888, o senador H.W. Blair de New Hampshire apresentou um documento dominical ao Congresso dos Estados Unidos, fortalecendo o domingo em todos os territórios federais como ‘dia de adoração’. E também uma emenda educacional-religiosa à Constituição (Seventh-Day Adventist Encyclopedia, edição revisada, p. 1437). Imediatamente antes da sessão da Assembleia Geral de 1888 em Minneapolis, E. White escreveu:
“Vemos que estão sendo feitos esforços para restringir nossas liberdades religiosas. A questão do domingo está assumindo grandes proporções. Apressa-se no Congresso uma emenda à Constituição, e se prosperar, a opressão não tardará” (Review and Herald, 8 de Dezembro de 1888).
A.T. Jones mal havia terminado suas obrigações na sessão da Conferência Geral de 1888, quando foi chamado para Washington, D.C. para fazer uma apresentação diante do Comité de Educação e Trabalho do Senado dos Estados Unidos, no dia 13 de Dezembro de 1888 (“A Lei Dominical Nacional, Discussão de A.T. Jones”. Oakland, Califórnia, American Sentinel, 1890). O êxito de Jones ao se opor ao documento de Blair deram, naturalmente, mais destaque às apresentações sobre a justificação pela fé.” Ver: http://www.adventistas.com/info/livros/introd1888_cap2.htm

Os Dois Cercos
Na destruição de Jerusalém houve dois cercos, o primeiro em 66 d.c., e o segundo no ano 70 d.c. Da primeira vez, os exércitos foram comandados pelo general Céstio, que entretanto se retirou. Desta forma os cristãos tiveram opurtunidade de sair, tal e qual Jesus havia ordenado. Da segunda vez, veio Tito, o qual cercou e tomou a cidade de Jerusalém (Ver “Grande Conflito”, cap. 1). À semelhança do que se passou em Jerusalém, em 1888 houve o primeiro cerco ao povo de Deus por meio da lei dominical, o qual se retirou, dando assim oportunidade ao povo de Deus para se retirar para o campo, deixando as cidades e a corrupção, e buscar o Espírito Santo a fim de dar o alto clamor ao mundo, em preparação para a vinda do Senhor. Mas as coisas foram bem diferentes!

“Se cada membro de igreja fosse inteiramente imbuído do espírito de sacrifício; … Tivesse sido o propósito de Deus em dar ao mundo a mensagem de misericórdia executado por Seu povo, e Cristo já poderia ter vindo à Terra e os santos já teriam recebido as boas-vindas na cidade de Deus.” Testemunhos Para a Igreja, vol. 6, pág. 450.

Ellen White esperava o regresso de Jesus em seu tempo:“Foi-me mostrado o grupo de pessoas presentes à Assembleia. Disse o anjo: “Alguns, alimento para os vermes, alguns submetidos às sete últimas pragas, alguns estarão vivos e permanecerão sobre a Terra para serem transladados por ocasião da vinda de Jesus.”
O tempo é curto, por isso devemos trabalhar com diligência e redobrada energia. Nossos filhos talvez nunca ingressem na faculdade.
Na realidade não é prudente ter filhos agora. O tempo é curto, os perigos dos últimos dias estão sobre nós, e as criancinhas, em grande parte, serão levadas antes disso.
Nesse século do mundo, quando as cenas da história terrestre em breve hão-de terminar e estamos prestes a entrar no tempo de angústia tal como nunca houve, quanto menor o número de casamentos realizados tanto melhor para todos, homens e mulheres.
Chegará a hora; não está muito distante, e alguns de nós que agora cremos estarão vivos sobre a Terra e verão confirmar-se a predição, e ouvirão a voz do arcanjo e a trombeta de Deus ecoar de montanhas, de planícies e do mar às partes mais longínquas da Terra.
O tempo de prova está exactamente diante de nós, pois o alto clamor do terceiro anjo já começou na revelação da justiça de Cristo, o Redentor que perdoa os pecados.” Eventos Finais, Cap. “Quando Sucederão Estas Coisas”, pág. 33.


De Volta Ao Deserto

Todas as coisas profetizadas deveriam acontecer, mas como poderia o professo povo de Deus terminar a obra, acrescentando ainda à sua pregação a mensagem do 3º anjo, isto é, a mensagem da justificação pela fé, se em 1888, a igreja adventista do sétimo dia, de uma maneira geral, rejeitou esta mesma mensagem?!“[Os irmãos oponentes] foram movidos durante a assembleia [de Mineápolis] por outro espírito, e não sabiam que Deus havia enviado esses jovens para levarem uma mensagem especial a eles, a qual trataram com ridículo e desprezo, não reconhecendo que as inteligências celestes estavam olhando para eles… Eu sei que naquele tempo o Espírito de Deus foi insultado." (Carta S24, 1892).
"Voltastes as costas, não a face, ao Senhor... O Espírito de Deus está partindo de muitos dentre o Seu povo. Muitos avançam por veredas escuras e secretas, e alguns desses nunca regressarão... Eles não só recusaram aceitar a mensagem, mas odiaram a luz... Estão votando ao desprezo o Seu Espírito Santo." (TM 89-91; 1895).
"Todo o universo celestial testemunhou o tratamento descaridoso de Jesus Cristo, representado pelo Espírito Santo. Tivesse Cristo estado perante eles, teriam-No tratado de modo semelhante àquele em que os judeus trataram a Cristo." (Special Testimonies [Testemunhos especiais], Série A., nº 6, p. 20).
"As cenas que tiveram lugar naquela assembleia [de Mineápolis] fizeram o Deus do céu envergonhar-Se em chamar aqueles que tomaram parte nelas de Seus irmãos. Tudo isso o Vigilante celeste anotou, e foi escrito no livro das lembranças de Deus." (Special Testimony to the Review and Herald Office [Testemunho especial ao es­critório da Review and Herald], 1896, pp. 16, 17).
Continuamos no deserto deste mundo devido à rejeição de uma mensagem. A rejeição do testemunho de Jones e Waggoner. À semelhança do povo hebreu que rejeitou o testemunho de Josué e Caleb, e consequentemente vagueou no deserto durante quarenta anos, assim continuamos nós a vaguear, esperando a vinda de Jesus e a entrada na Canaã celestial. Depois desses quarenta anos sofridos, finalmente o povo de Israel, liderado por Josué, tipo de Jesus (o seu nome, assim como o de Jesus, significam salvador; ver: http://yerushalaim1967.blogspot.com/2009/02/o-significado-do-nome-yeshua.html), pôde entrar nessa terra que manava “leite e mel”. Desta vez seremos liderados pelo próprio Salvador Jesus, a uma terra maravilhosa: “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam!” 1 Cor. 2:9. Mas quanto tempo ainda teremos de vaguear neste deserto? Por quanto tempo mais o professo povo de Deus continuará em apostasia e rebeldia, apegado à idolatria e ao mundo?

 
Lei Dominical – Nos Nossos Dias
A lei dominical está sendo preparada pela calada, nos bastidores, nas trevas e no silêncio.
“A Igreja e o Estado estão agora fazendo preparativos para um futuro conflito. Como outrora os romanistas, os protestantes estão agindo dissimuladamente para exaltar o domingo. Por todo o país a igreja papal está elevando seus gigantescos e maciços edifícios em cujos recessos se hão de repetir as cenas de perseguição de outros tempos.” Testemunhos Selectos, vol II pág. 149.
Várias coligações e organizações cristãs, sobretudo a nível dos Estados Unidos, estão trabalhando arduamente neste sentido, e de forma alguma é coincidência o facto de o logótipo da campanha de Obama consistir em um sol com três listas vermelhas (que correspondem à chama trina). A própria visita de Ratzinguer à casa branca nos Estados Unidos, em 2008, não foi por acaso. Isso foi claramente o cumprimento da profecia relativamente ao estender das mãos sobre o abismo de que falou a serva do Senhor e o veremos de uma forma ainda mais acentuada. Mais do que nunca, espiritismo, protestantismo e catolicismo estão unidos no propósito de implementar uma lei dominical! http://spedeus.blogspot.com/2009/02/movimento-para-recuperar-domingo-como.html
http://www.tencommandmentsday.com/;
http://www.christianchurchestogether.org/;
http://www.cc.org/node;http://www.ldausa.org/;
http://en.wikipedia.org/wiki/Catholic_Campaign_for_America;
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=5891
http://www.herecomesthescience.com/2008/02/06/the-genius-of-the-obama-campaign-logo/ http://images.quickblogcast.com/23662-22547/BUSH_BOWS.jpg

“Assim como Ele preveniu Seus discípulos quanto à destruição de Jerusalém, dando-lhes um sinal da ruína que se aproximava para que pudessem escapar, também advertiu o mundo quanto ao dia da destruição final, e lhes deu sinais de sua aproximação para que todos os que queiram, possam fugir da ira vindoura.” O Grande Conflito, págs. 37, 38.
Jerusalém é um verdadeiro símbolo do mundo e ao mesmo tempo da igreja de Deus no tempo do fim. Os “exércitos” e o ruído dos “carros” de Roma, preparando-se para o segundo cerco, já se podem escutar à distância. Os seus espiões e os seus símbolos já se introduziram não só no mundo inteiro mas, mais grave ainda, também no nosso meio, e “o abominável da desolação” já foi colocado em “lugar santo” (Sobre este assunto ver mais em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2010/02/abominacao-da-desolacao-esta-em.html).
Como já mencionámos antes, a bandeira de Satanás já foi colocada na igreja. (Ver:http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/08/logotipos-e-bandeira.html)Mas esse símbolo não só é a bandeira de Satanás como também é o símbolo do sol.
Ver: http://www.ciencia-cultura.com/Astronomia/solI.html
Temos agora uma clara evidência de que o decreto dominical se aproxima. É tempo de, à semelhança dos cristãos no passado, fugirmos das cidades, e nos fixarmos no campo. Não devemos adiar, mas à semelhança daqueles, atendermos com urgência aos sinais que já nos foram dados para que deixemos as cidades e todos os seus vícios.

Saiam das Cidades, o Mais Depressa Possível!
Temos de compreender que aquilo que Ellen White falou sobre a lei dominical teria sucedido no seu tempo, não fosse a obstinação da igreja. Passados mais de cem anos, aquilo que ela falou tem um sentido ainda mais amplo, pois as condições nas cidades hoje são muito piores que no seu tempo. Não devemos esperar pelo último instante para sairmos das cidades, à semelhança de Ló e sua família, não suceda que, pelo apego às coisas mundanas, sejamos transformados em “estátuas de sal”, como foi o caso da mulher de Ló.

A lei dominical será a última oportunidade para sairmos das cidades. Mas aqueles que guardarem esta decisão para o último momento, possivelmente, sairão sem os seus bens ou pelo menos terão que o fazer de uma forma apressada como aconteceu com Ló. Como disse Jesus, aquele que estivesse no campo, no telhado, ou noutro lugar qualquer, não deveria voltar a buscar nada, nem mesmo a roupa, mas deveria preparar-se para fugir imediatamente se queria salvar a sua vida. Devemos fugir para o monte, para que possamos ter uma melhor comunhão com Deus, estar mais isolados da corrupção e perversidade que existem nas cidades onde, de uma forma especial, cairão os juízos de Deus.

“Como os israelitas conservaram os filhos dentro de casa durante o tempo em que os juízos de Deus estavam na terra do Egito, assim devemos nós, nesse tempo de perigo, conservar nossos filhos separados e diferentes do mundo.” Orientação da Criança, pág. 304.

“Devemos fazer todo o possível para pormos a nós mesmos e a nossos filhos em posição onde não vejamos a iniqüidade que é praticada no mundo. Devemos guardar cuidadosamente nossa capacidade de ver e de ouvir, para que essas coisas más não entrem em nossa mente.” O Lar Adventista, págs. 403, 404.

Em 2004, no Tsunami que ocorreu na Ásia, pudemos ver um claro cumprimento da profecia de Lucas 21: 25. Deus está advertindo o mundo e a igreja, por meio desta e de outras calamidades, para que despertem e se apercebam claramente que o fim está às portas. Em breve veremos muitas calamidades do género ocorrerem no mundo inteiro, especialmente nas grandes cidades.
“Durante anos me foi ministrada revelação especial acerca do nosso dever de não centralizar a nossa obra nas cidades. O bulício e confusão que enchem essas cidades, as condições que nelas criam as uniões trabalhistas e as greves, tornar-se-ão grande desvantagem para nossa obra.” Testemunhos Para a Igreja, Vol. I, pág. 84.
Então, tendo em conta estes e outros conselhos, dados pela serva do Senhor há tantos anos atrás (quando as cidades eram bem diferentes daquilo que são hoje em dia), porque é que a nossa obra continua a ser centralizada nas cidades? Será assim tão difícil de compreender, ou acham-se nossos líderes mais sábios que a mensageira do Senhor?! E da mesma forma, porque é que a maioria dos membros de igreja continua a viver nas cidades, arriscando-se assim a perder a vida eterna? Que atracção pelo céu podem sentir aqueles que agora teimam em viver nas cidades? Temo que, se os juízos de Deus que caíram em Sodoma e Gomorra, caíssem hoje nas cidades ímpias, haveria muitos adventistas do sétimo dia transformados em estátuas de sal!
“Os sindicatos e confederações do mundo são uma armadilha. Conservai-vos fora, e longe deles, irmãos. Nada tenhais a ver com eles. Por causa dessas uniões e confederações, logo será muito difícil nossas instituições levarem avante seu trabalho nas cidades. ... Educai nosso povo a sair das cidades para o campo, onde possam obter um pequeno pedaço de terra, e fazer um lar para si e para seus filhos. ...
“Dentro em breve haverá tal luta e confusão nas cidades, que os que as quiserem abandonar não o poderão fazer.” Mensagens Escolhidas, Vol. II pág. 142.
“O grupo dominical está fortalecendo as suas falsas pretensões, e isso significará opressão aos que decidem observar o sábado do Senhor. ... Devemos ter o cuidado de não nos colocarmos no lugar em que se torne difícil a nós e nossos filhos guardarmos o sábado.” Vida no Campo, págs. 22 e 23.
“Saí das cidades o mais depressa possível, e comprai um pequeno trato de terra, onde possais ter um jardim, em que vossos filhos possam ver as flores crescerem e delas aprenderem lições de simplicidade e pureza.
Para fora das cidades, é minha mensagem neste tempo. Estai certos de que o apelo é para que o nosso povo fixe residência a quilómetros de distância das grandes cidades. Uma olhadela a São Francisco, do modo como é hoje, falaria a vossa inteligência, mostrando-vos a necessidade de sair das cidades.” Eventos Finais, pág. 95
“Deve-se fazer o trabalho nas cidades partindo dos postos avançados. Disse o mensageiro de Deus: "Não serão advertidas as cidades? Sim; não por o povo de Deus nelas morar, mas por visitá-las, para adverti-las do que está para sobrevir à Terra." Idem, pág. 96.
“Como guardadores dos mandamentos de Deus, temos de deixar as cidades. Como fez Enoque, devemos trabalhar nas cidades mas não morar nelas.Quando a iniquidade predomina numa nação, sempre deve ser ouvida uma voz de advertência e orientação, como a voz de Ló se fez ouvir em Sodoma. Contudo, Ló poderia ter preservado de muitos males a família, se não houvesse estabelecido seu lar naquela pecaminosa e contaminada cidade. Tudo quanto Ló e a família fizeram em Sodoma, poderiam ter feito, mesmo se tivessem residido num lugar a certa distância da cidade. Enoque andou com Deus, e, a despeito disso, não viveu no meio de qualquer cidade corrompida com todas as espécies de violência e iniqüidade, como Ló em Sodoma.” Vida no campo, págs. 44,45.
“Outra vez dizemos: Saí das cidades." Não considereis uma grande privação, terdes de ir para as colinas e montanhas, mas buscai esse retiro, onde podereis estar sozinhos com Deus, para aprender Sua vontade e Seu caminho. ...
Insisto com nosso povo para tornar o trabalho de sua vida procurar a espiritualidade. Cristo está à porta. Por este motivo é que digo ao nosso povo: "Não considereis uma privação serdes convidados a abandonar as cidades e mudar-vos para zonas rurais. Aí, ricas bênçãos aguardam aos que delas se quiserem apoderar. Contemplando as cenas da Natureza, as obras do Criador, estudando as obras das mãos de Deus, imperceptivelmente sereis transformados à mesma imagem." Idem, pág. 97.
“Quando é retirada a mão de Deus que restringe, o destruidor começa sua obra. Então ocorrerão as maiores calamidades em nossas cidades. (…) O fim está perto, e cada cidade será transtornada de todos os modos. Haverá confusão em todas as cidades. Tudo que puder ser abalado há de ser abalado, e não sabemos o que virá em seguida. Os juízos serão de acordo com a iniquidade das pessoas e a luz da verdade que elas tiveram. (…)
Quem dera que o povo de Deus tivesse uma idéia da impendente destruição de milhares de cidades, agora quase dominadas pela idolatria! (…)
Está próximo o tempo em que grandes cidades serão destruídas, e todos devem ser advertidos destes juízos vindouros.” Idem, pág. 111.
“Mesmo nas cidades em que os juízos de Deus têm caído em conseqüência dessa transgressão, não há sinais de arrependimento. Os bares ainda estão abertos e muitas tentações são mantidas diante do povo.” Idem, pág. 114.
“Tenho ordem de declarar a mensagem, dizendo que as cidades onde reina a transgressão, extremamente pecadoras, serão destruídas por terremotos, pelo fogo e por dilúvio.
Todas as advertências de Cristo acerca dos eventos que ocorrerão perto do fim da história terrestre estão agora se cumprindo em nossas grandes cidades. Deus está permitindo que estas coisas sejam trazidas à luz para que as possa ler até quem passa correndo.” Idem, pág. 115.
Por favor, não continuemos a ignorar os sinais! Houve um homem que, por sete anos advertiu Jerusalém, subindo e descendo suas ruas, declarando a tragédia iminente. Ele é mencionado no livro “O Grande Conflito” no cap. 1. Ele foi preso e açoitado, mas ele não reclamou, ele apenas respondia, “Ai! Ai, de Jerusalém” “Ai! Ai dos habitantes dela”. Ele foi morto durante o cerco que ele mesmo profetizou. Talvez o Senhor te esteja enviando hoje a última advertência. Que vais fazer? Continuar a rejeitar os sinais de alerta como fez a maioria dos habitantes de Jerusalém, ou, com urgência, irás abandonar as cidades, e retirar-te para o monte, antes que seja tarde demais?!


(Continua em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/nao-consentir-com-o-pecado.html )

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A Operação do Erro

Esta miserável condição em que se encontra a igreja adventista do sétimo dia (ver artigos anteriores), não é senão o resultado da operação do erro, entre o povo de Deus, por meio dos mundanos “do Egipto” e de seus agentes infiltrados, os jesuítas! Ver:http://video.google.com/videoplay?docid=-1989845884558078659


Seria bom dar-se uma explicação do facto de haver tantos símbolos e imagens relacionados com os jesuítas e maçonaria, espalhados aqui e ali na nossa literatura, desde o mais simples folheto até aos livros, passando pelas diversas revistas da igreja!

"O grande enganador tem muitos agentes prontos para apresentar toda e qualquer espécie de erro, a fim de enredar as almas: heresias preparadas para se adaptarem aos vários gostos e capacidades dos que ele deseja arruinar. É plano seu levar para a igreja elementos insinceros, não regenerados, que acoroçoarão a dúvida e a incredulidade, estorvando a todos os que desejem ver a obra de Deus progredir, e com ela queiram avançar. Muitos que não têm fé verdadeira em Deus ou em Sua Palavra, concordam com certos princípios da verdade e passam por cristãos; e assim estão aptos para introduzir seus erros como doutrinas das Escrituras." O Grande Conflito, cap. Os Ardis de Satanás, pág. 525.

Infelizmente, maçons e jesuítas encontram-se inscritos como membros nas igrejas adventistas do sétimo dia, sendo alguns deles pastores, outros anciãos, etc. Existem muitas famílias, espalhadas pelas igrejas, cuja missão secreta é somente causar conflitos, confusão e afastar da igreja membros sinceros que são zelosos pela verdade! Não se iludam pois muitos deles são pessoas de influência, contra os quais ninguém se ousa levantar.

Como podemos identificá-los? Jesus responde: "Pelos seus frutos os conhecereis." Mt. 7:20. Desta forma, seguindo o conselho de Jesus, podemos apercebermo-nos de quem são estas pessoas e acautelar-nos com elas.
A serva do Senhor descreve uma visão que teve de uma reunião entre Satanás e seus anjos, onde o inimigo revela o seu estratagema de enganar os adventistas do sétimo dia através desses falsos irmãos - seus agentes - que se introduzem nas igrejas:

"Diz o grande enganador: “(...)Por meio daqueles que têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder, podemos ganhar muitos que de outra maneira nos causariam grande mal. Os mais amantes do prazer do que amantes de Deus, serão os nossos mais eficientes auxiliares. Os que pertencem a essa classe, forem mais aptos e inteligentes, servirão de chamariz para atrair outros para as nossas ciladas. Muitos não lhe temerão a influência, porque professam a mesma fé. Levá-lo-emos então a concluir que as reivindicações de Cristo são menos estritas do que uma vez creram, e que pela conformação com o mundo exercerão maior influência sobre os mundanos. Assim se separarão de Cristo; então não terão forças para resistir ao nosso poder, e dentro de pouco tempo estarão prontos para ridicularizar o seu antigo zelo e devoção.
(...) Enquanto não for dado e grande golpe decisivo [lei dominical, ver pág. 473], devem nossos esforços contra os observadores dos mandamentos ser incansáveis. Devemos estar presentes em todos os seus ajuntamentos.”

(...) Terei no terreno, como meus agentes, homens que mantenham falsas doutrinas misturadas com justamente suficiente verdade para enganar almas. Também terei presentes pessoas incrédulas, que expressarão dúvidas quanto às mensagens de advertência do Senhor à Sua igreja. Lesse o povo e cresse essas admoestações, e pouca esperança poderíamos ter de vencê-los. Mas se pudermos desviar-lhes a atenção dessas advertências, permanecerão ignorando nosso poder e sagacidade, e finalmente os ganharemos para as nossas fileiras.” Testemunhos para Ministros, pág. 474, 475. (Também se encontra no livro Vida e Ensinos, cap. 29)

Para ler mais desse capítulo, ver:
http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/as-ciladas-de-satanas.html

Reparem nas referidas características dessas pessoas a quem Satanás utiliza para “ganhar muitos” adventistas para as suas “fileiras”:

  • “têm uma forma de piedade, mas não lhe conhecem o poder”, (transformação do carácter - ver Ro 1:16);
  • são “mais amantes do prazer do que amantes de Deus”;
  • “professam a mesma fé”, (são adventistas do sétimo dia);
  • mantêm “falsas doutrinas misturadas com justamente suficiente verdade para enganar almas”, (“à lei e ao testemunho!...” - Is. 8:20);
  • são “incrédulas” e “expressarão dúvidas quanto às mensagens de advertência do Senhor à Sua igreja” (os testemunhos do espírito de profecia).
Sejamos cuidadosos para não sermos enganados. Essas pessoas podem ter uma ou várias destas características. Estejamos atentos.
Porque razão o livro “Ensinos da Natureza” – em vez de ensinos de Cristo, ou “Parábolas de Jesus”, uma vez que é desse livro que se trata – tem não só um título baseado no panteísmo, como também ilustrações relativas a esta filosofia, e ainda simbologia da nova era e maçonaria?! Ver:http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/livro-ensinos-da-natureza-da.html. Porque razão é que esse mesmo livro foi retirado de circulação sem a devida explicação à igreja, e mais grave ainda, como foi possível ter-se chegado a autorizar a publicação do mesmo?!
Porque é que o símbolo da publicadora Atlântico era composto por duas asas de águia, e uma tocha de onde saía uma chama tripla?! Ver:http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/08/logotipos-e-bandeira.html
Da mesma forma, porque é que o símbolo da publicadora SerVir tem uma esfera com as mesmas três chamas, como também o actual logótipo da igreja?!
Ver:http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/08/logotipos-e-bandeira.html http://www.pservir.pt/loja/product_reviews_info.php?products_id=199&reviews_id=5&osCsid=rjheyfzvvfqpll
http://downlogo.files.wordpress.com/2008/06/igreja_adventista.jpg
Já agora seria bom dar-se uma explicação para o facto de “SerVir” ter uma letra maiúscula no meio. E porque será que substituíram os três anjos – representando as três mensagens angélicas – pela chama tripla?

Qual o significado da chama tripla ou a chamada chama eterna? Segundo as teorias da nova era, filosofias orientais e dos illuminati, significa o conhecimento e o sol, uma referência ao fogo sagrado de Deus, à trindade do Seu poder, existentes em cada um de nós, tornando-nos seres divinos. O que é isto? Paganismo, panteísmo, humanismo, nova era, satanismo, adoração ao sol…
http://reikiuniversal.org/chamas.html; http://nananenemquevemonibiru.blogspot.com/2009/07/simbolos-e-mensagens-subliminares-dos.html

Infelizmente, a influência dos jesuítas e maçons chegou ao coração da nossa igreja. Mas além destes símbolos dos quais acabei de falar, existem muitos outros semelhantes no nosso meio adventista. Ai! Ai! Ai!…

Seguidamente mostro exemplos claros de como o símbolo da chama eterna ou tripla alcançou o mundo inteiro, demonstrando claramente, como por meio dos jesuítas e maçons infiltrados em toda a parte, o papa espera ter de novo o mundo inteiro submisso às suas ordens:

http://images.google.com/images?hl=pt-PT&q=chama+trina&sa=N&start=0&ndsp=20 http://pertoesta.com.br/parceiros/iasdemfoco.jpg
http://www.lactacores.pt/
http://www.apcmc.pt/newsletter/newsletter_n143/imagens/Logo%20Vulcano-assinatura.jpg
http://www.wju.edu/academics/mol/faculty.asp
http://celo100.blogspot.com/
http://www.deq.ca/livres/bible_car.html
http://flammarion.files.wordpress.com/2009/06/logo-santander.jpg
http://public.elmhurst.edu/foreignlang/1291147.html#caltvedt http://images.google.com/images?q=logotipo%20adidas
http://shopadidas.files.wordpress.com/2009/06/adidas-obama-envy.jpg http://www.herecomesthescience.com/2008/02/06/the-genius-of-the-obama-campaign-logo/
http://www.presidenciarepublica.cv/conteudos/a_republica/simbolos_nacionais/ http://estudosemensagens.blogspot.com/2008/08/estudos-bblicos-para-redes-clulas-e.html
http://www.w3-d.com/logotipos-logomarcas/logotipo-clinica-odontologica-g.gif http://danlynch.org/blog/wp-content/uploads/2009/02/dell_logo.jpg http://www.vieiradecastro.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=874530&tipoCategoriaId=6
(continua em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/transgressao-do-segundo-mandamento.html )

domingo, 30 de agosto de 2009

A Bandeira de Satanás/ Logótipos com Chama Tripla

Muitos se surpreendem quando se lhes diz que a bandeira ou estandarte de Satanás foi implantada no meio da igreja. Não sou eu que o digo, é a serva do Senhor: “Satanás exulta ao ter sucesso em controlar a mente de tantos falsos cristãos. Ele os enganou, paralisou suas sensibilidades e implantou sua infernal bandeira exactamente no meio deles. Tão enganados estão que não reconhecem.” Testemunhos para a igreja, vol. II, cap. “Apelo à igreja”, pág. 440.

Lembram-se deste livro que foi lançado o ano passado, na chamada semana de extenção missionária?

Reparem que há um ponto no meio de duas letras "o". Uma circunferência com um ponto no meio. O que é que isto significa? Surpreendam-se: este é o símbolo da bandeira de Satanás! Ver:http://portalcot.com/reporter/nova-era-parte-ii-simbolos/
http://images.google.pt/images?hl=pt-PT&source=hp&q=BANDEIRA%20DE%20LUCIFER%20&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi
http://gremioestreladalva.blogspot.com/
http://photos1.blogger.com/blogger/5525/3295/400/Logo.0.jpg

Este símbolo aparece em vários lugares no mundo. Por exemplo, nos supermercados Continente (ver:http://imagensdemarca.sapo.pt/fotos/produtos/th_continente_grande_1203619358.jpg), Arte Franca (ver:http://www.artefranca.pt/ ), mg bags (ver:http://www.torreshopping.pt/fotos/editor2/PICT1193.jpg ) e, lamentavelmente, também na igreja. Por exemplo, no logotipo da Granovita (Ver:http://www.boynevalley.com/graphics/general/granovita_logo.jpg)
e no da Expo-saúde (ver:http://www.exposaude.org/).



É também o sinal de fim de pista (J.A. Portugal).
Os desbravadores conhecem-no bem!




A imagem ao lado foi tirada da caderneta dos tições.


O facto de este símbolo estar no final de uma pista, significa claramente que por detrás de toda a simbologia de pista e dos TDCS está o ocultismo de uma forma bem disfarçada.

No Brasil utiliza-se o mesmo sinal de pista que já referi, mas para simbolizar “volte ao ponto de reunião”.
Ver:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQpLcxQ35D8m0I_7eG8ZGLZ1vzQWBFKEN8_3DVGYn0KJZIX1lBFP4LRjFOEYPKZ7twKTLYIjqngslPWLkQ9IMJDnp9srNlfPAro3s9eArrOG8TBwfjfJDD8xSgPIuqKozb_gf7ZMuFoBCI/s400/sinais-de-pista-sentinelas.jphgAHu8/R2RZ8EeSR8g/s400/sinais-de-pista-sentinelas.jphg

Também a insígnia de ciclismo apresenta um círculo com um ponto no meio:
Supostamente representa a roda de uma biciclete, mas então porque não colocaram a biciclete inteira?!



Mas isto não é de estranhar pois Baden-Powell era um maçon.
http://www.baependi.com.br/materias/maconaria.htm;
http://a-partir-pedra.blogspot.com/2007/03/baden-powell-e-maonaria.html. As igrejas cristãs adoptaram os seus ensinos como algo maravilhoso mas, na realidade, são de inspiração satânica. Nós, adventistas do sétimo dia, temos que admitir que tais coisas não têm nem a aprovação da Bíblia, nem do Espírito de Profecia.

E que dizer do antigo logotipo da publicadora Atlântico? Era composto por duas asas de águia ou algo parecido, e uma tocha de onde saía uma chama tripla.

Sabem o que representa a chama tripla ou a chamada chama eterna?

Segundo as teorias da nova era, filosofias orientais e dos illuminati, significa o conhecimento e o sol, uma referência ao fogo sagrado de Deus, à trindade do Seu poder,existentes em cada um de nós, tornando-nos seres divinos. Isto é, uma clara referência à doutrina pagã da trindade a qual se introduziu entre o professo povo de Deus. O que é isto? Panteísmo, humanismo, nova era, satanismo, adoração ao sol, idolatria…(ver:http://reikiuniversal.org/chamas.html; http://nananenemquevemonibiru.blogspot.com/2009/07/simbolos-e-mensagens-subliminares-dos.htmlsubliminares-dos.html )

Mas se pensam que o actual logotipo da publicadora, que agora se chama SerVir, está melhor que o antigo, enganam-se. Este tem uma esfera com a mesma chama trina:




A chama tripla, ou trina, encontra-se por todo o lado.Até num pacote de leite! (http://www.lactacores.pt/)
Reparem nas semelhanças:

Com certeza que não são as mensagens dos três anjos!





A chama trina aparece também no logotipo da igreja que todos conhecem...

(se não vejam em http://www.adventistas.org.pt/ )

Reparem nas semelhanças desse logotipo com esta imagem:

(imagem tirada de: http://images.google.com/images?hl=pt-PT&q=chama+trina&sa=N&start=0&ndsp=20 )










Em tamanho grande:http://curarte.files.wordpress.com/2009/02/trina13.jpg.)


Outros exemplos:



Imagem tirada de uma T-shirt comemorativa dos 50 anos da Escola Nun'Álvares, em Castelo Branco.

Reparem nos pormenores do zero. Esfera com três chamas.





TV-cabo:


novamente as três chamas, na letra "v".




Infelizmente, a influência dos jesuítas e maçons chegou ao coração da IASD. Mas além destes símbolos dos quais acabei de falar, existem muitos outros semelhantes no nosso meio adventista. Ai! Ai! Ai! (para mais detalhes, ver artigo:http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/operacao-do-erro.html)

Mas os símbolos não são o pior, mas sim as teorias representadas por eles, as quais estão infiltradas no meio da igreja. Que estes exemplos sirvam para nos despertar e abrir os olhos para outras coisas semelhantes e até mais graves. Ou quererão continuar a ser tão ingénuos que prefiram acreditar numa mera coincidência?!

O que é que a presença de toda esta simbologia dentro da professa igreja de Deus significa para nós, hoje? Constitui uma clara evidência de que o momento de deixar a igreja adventista do sétimo dia, a qual se tornou Babilónia, chegou, e de que o decreto dominical se aproxima.

"Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda; Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes" Mat. 24:15, 16.

É tempo de fugirmos das cidades, e nos fixarmos no campo. Não deveremos esperar pelo último instante, mas à semelhança daqueles, atendermos com urgência aos sinais que já nos foram dados para que deixemos as cidades e todos os seus vícios.

É tempo de, à semelhança dos cristãos no passado, nos retirarmos dos lugares de culto contaminados pelo pecado, e de nos reunirmos em pequenos grupos para adorar ao Senhor Jeová.


A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


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"Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.







Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.