Se esta obra é de homens, se desfará, mas, se é do Altíssimo, não podereis desfazê-la. (Actos 5:38,39).


"Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo o que ela revela. Não pode ter nenhuma transigência com o erro. Ser vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e a ilusão satânica." O Desejado de Todas as Nações, (cap. O Sermão da Montanha) pág. 257.

Lê o artigo: "Novas Verdades", (http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2011/02/novas-verdades.html
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Então Deus Pode Fazer do Homem uma Nova Criatura

A condição dos guias judaicos do tempo de Cristo, prefigura a condição de muitos das igrejas dos nossos dias. Quem são os instrumentos que Deus escolhe para comunicar a verdade ao mundo. A renúncia do eu, condição essencial para  ser transformado por Deus numa nova criatura e possuir o carácter de Cristo.


"Jesus disse uma parábola: "Ninguém tira um pedaço de um vestido novo para o coser em vestido velho, pois que romperá o novo e o remendo não condiz com o velho." Luc. 5:36. A mensagem do Batista não devia ser entremeada com a tradição e a superstição. Uma tentativa de misturar as pretensões dos fariseus com a devoção de João, só tornaria mais evidente a rotura em ambas.

Nem podiam os princípios do ensino de Cristo ser unidos com as formas do farisaísmo. Cristo não cobriria a rotura feita pelos ensinos de João. Tornaria mais distinta a separação ente o velho e o novo. Jesus ilustrou posteriormente este fato, dizendo: "Ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte o vinho novo romperá os odres, e entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão." Luc. 5:37. Os odres de couro usados como vasos para guardar o vinho novo, ficavam depois de algum tempo secos e quebradiços, fazendo-se então imprestáveis para tornar a servir ao mesmo fim. Por meio dessa ilustração familiar, Jesus apresentou a condição dos guias judaicos. Sacerdotes, escribas e principais se haviam fixado numa rotina de cerimônias e tradições. Contraíra-se-lhes o coração como os odres de couro a que Ele os comparara. Ao passo que se satisfaziam com uma religião legal, era-lhes impossível tornar-se depositários das vivas verdades do Céu. Julgavam a própria justiça toda suficiente, e não desejavam que um novo elemento fosse introduzido em sua religião. Não aceitavam a boa vontade de Deus para com os homens como qualquer coisa à parte deles próprios. Relacionavam-na com méritos que possuíam por causa de suas boas obras. A fé que opera por amor e purifica a alma, não podia encontrar união com a religião dos fariseus, feita de cerimônias e injunções de homens. O esforço de ligar os ensinos de Jesus com a religião estabelecida, seria em vão. A verdade vital de Deus, qual vinho em fermentação, estragaria os velhos, apodrecidos odres das tradições farisaicas.

Os fariseus julgavam-se demasiado sábios para necessitar instruções, demasiado justos para precisar salvação, muito altamente honrados para carecer da honra que de Cristo vem. O Salvador deles Se desviou em busca de outros que recebessem a mensagem do Céu. Nos ignorantes pescadores, no publicano na alfândega, na mulher de Samaria, no povo comum que O escutava de boa vontade, encontrou Ele Seus novos odres para o vinho novo. Os instrumentos a serem usados na obra evangélica, são as almas que recebem com alegria a luz a elas enviada por Deus. São esses Seus instrumentos para a comunicação do conhecimento da verdade ao mundo. Se, mediante a graça de Cristo, Seu povo se torna odres novos, Ele os encherá de vinho novo.

O ensino de Cristo, conquanto representado pelo vinho novo, não era uma nova doutrina, mas a revelação daquilo que fora ensinado desde o princípio. Mas para os fariseus a verdade perdera sua original significação e beleza. Para eles, os ensinos de Cristo eram, a quase todos os respeitos, novos; e não eram reconhecidos nem confessados.

Jesus mostrou o poder dos falsos ensinos para destruir a capacidade de apreciar e desejar a verdade. "Ninguém", disse Ele, "tendo bebido o velho quer logo o novo, porque diz: Melhor é o velho." Luc. 5:39. Toda a verdade dada ao mundo por meio de patriarcas e profetas, resplandeceu com nova beleza nas palavras de Cristo. Mas os escribas e fariseus não tinham nenhum desejo quanto ao precioso vinho novo. Enquanto não se esvaziassem das velhas tradições, costumes e práticas, não tinham, na mente e no coração, lugar para os ensinos de Cristo. Apegavam-se às formas mortas, e desviavam-se da verdade viva e do poder de Deus.

Foi isso que se demonstrou a ruína dos judeus, e será a de muitas almas em nossos próprios dias. Há milhares a cometer o mesmo erro dos fariseus a quem Cristo reprovou no banquete de Mateus. Em lugar de abandonar certa idéia nutrida, ou rejeitar algum ídolo de opinião, muitos recusam a verdade descida do Pai da luz. Confiam em si mesmos, e dependem da própria sabedoria, e não compreendem sua pobreza espiritual. Insistem em ser salvos por alguma maneira em que realizem alguma obra importante. Quando vêem que não há nenhum modo de introduzirem o eu na obra, rejeitam a salvação provida.

Uma religião legal nunca poderá conduzir almas a Cristo; pois é destituída de amor e de Cristo. Jejuar ou orar quando imbuídos de um espírito de justificação própria, é uma abominação aos olhos de Deus. A solene assembléia para o culto, a rotina das cerimônias religiosas, a humilhação externa, o sacrifício imposto, mostram que o que pratica essas coisas se considera justo, e com títulos ao Céu, mas tudo é engano. Nossas próprias obras jamais poderão comprar a salvação.

Como foi nos dias de Cristo, assim se dá agora; os fariseus não conhecem sua necessidade espiritual. A eles se dirige a mensagem: "como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego e nu; aconselho-te que de Mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestidos brancos para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez." Apoc. 3:17 e 18. Fé e amor são o ouro provado no fogo. Mas no caso de muitos se obscureceu o brilho do ouro, e perdeu-se o tesouro precioso. A justiça de Cristo é para eles um vestido sem uso, uma fonte intata. A esses é dito: "Tenho, porém, contra ti que deixaste a tua primeira caridade. Lembra-te pois de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti verei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres." Apoc. 2:4 e 5.

"Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus." Sal. 51:17. O homem se deve esvaziar do próprio eu, antes de ser, no mais amplo sentido, um crente em Jesus. Quando se renuncia ao eu, então o Senhor pode tornar o homem uma nova criatura. Novos odres podem conter o vinho novo. O amor de Cristo há de animar o crente de uma vida nova. Naquele que contempla o autor e consumador de nossa fé, o caráter de Cristo se há de manifestar." O Desejado de Todas as Nações, págs. 226-228.

É inútil procurar o auxílio divino para vencer este ou aquele mau hábito, se não estivermos dispostos a abandonar esse pecado acariciado, se não estivermos prontos a esvaziar-nos de nós mesmos, a desistir de tudo isso por amor a Cristo.
Se o fizermos, estaremos a enganar-nos a nós próprios! Pois Ele só poderá ajudar-nos quando nos entregarmos completamente.

Ver: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/03/entrega-total.html

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ALARME aos adventistas do sétimo dia

Perguntai Pelas Veredas Antigas

“Tardai, e maravilhai-vos, folgai, e clamai; bêbados estão, mas não de vinho, andam titubeando, mas não de bebida forte. Porque o Senhor derramou sobre vós um espírito de profundo sono, e fechou os vossos olhos, vendou os profetas, e os vossos principais videntes. Por isso toda a visão vos é como as palavras de um livro selado que se dá ao que sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não posso, porque está selado. Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Lê isto, peço-te; e ele dirá: Não sei ler. Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído”. Is. 29:9-13.
“Os profetas que houve antes de mim [Jeremias ] e antes de ti [Hananias], desde a antiguidade, profetizaram contra muitas terras, e contra grandes reinos, acerca de guerra, e de mal, e de peste. O profeta que profetizar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, será conhecido como aquele a quem o Senhor na verdade enviou.” Jr. 28:8,9.
Até quando iremos continuar a ignorar o verdadeiro estado de coisas entre o professo povo de Deus? Tudo quanto foi escrito na Palavra de Deus, constitui um claro aviso para a igreja no tempo presente, pois se os erros do passado não fossem uma possibilidade hoje, que utilidade teria?
“A obra de Deus na Terra apresenta, século após século, uma surpreendente semelhança, em todas as grandes reformas ou movimentos religiosos. Os princípios envolvidos no trato de Deus com os homens são sempre os mesmos. Os movimentos importantes do presente têm seu paralelo nos do passado, e a experiência da igreja nos séculos antigos encerra lições de grande valor para o nosso tempo.” O Grande Conflito, pág. 343.
Pois é! O problema é que o orgulho dos adventistas do sétimo dia (Apo. 3:17) é muito grande! Reconhecer que o estado de coisas no presente, entre o povo de Deus, é semelhante ou pior que no tempo de Isaías, Jeremias, etc., é duro. De repreensões e castigo, de “guerra, e de mal, e de peste”, não queremos falar nem ouvir falar.
Isaías dirigiu-se ao povo de Deus no seu tempo, apelando a que deixassem as suas actividades a fim de reflectir no que estava a acontecer, a que ficassem atónitos, a que clamassem, pelo estado de coisas no seu meio. Este mesmo apelo continua a ser feito pela Palavra de Deus ao Seu povo, nos nossos dias. Estará a igreja disposta a atender ao apelo?
A advertência à igreja adventista do sétimo dia é clara, “bêbados estão”, estão profundamente adormecidos, de olhos fechados, e mais grave ainda, os seus profetas estão vendados. Quem eram os profetas vendados no tempo de Isaías? Eram falsos profetas que, por se recusarem a aceitar as duras mensagens de Deus feitas pelos Seus verdadeiros profetas – neste caso, Isaías – profetizavam coisas agradáveis, enganando o povo. Quem é o “Isaías” dos nossos dias? E quem são, hoje, na igreja adventista, os “profetas vendados”? Na verdade, a missão de Isaías, ou de qualquer outro profeta, não foi nada fácil, visto que os próprios dirigentes do povo de Deus e o povo em geral estavam contra ele, preferindo dar ouvidos às mensagens agradáveis dos falsos profetas. Assim é hoje!
“Nos juízos proferidos contra Israel, os que rejeitam as reprovações e advertências do Santo Espírito de Deus podem ler sua própria condenação.
Há nesta geração muitos que estão trilhando o mesmo caminho dos incrédulos judeus. Testemunharam as manifestações do poder de Deus; o Espírito Santo lhes falou ao coração; apegam-se, porém, a sua incredulidade e resistência. Deus lhes envia advertências e repreensões, mas não querem confessar seus erros, e rejeitam-Lhe a mensagem e o mensageiro. Os próprios meios que Ele emprega para sua restauração, tornam-se para eles em pedra de tropeço.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 587.
“Aos que recusam os preciosos raios da luz que haviam de iluminar as trevas, os mistérios da Palavra de Deus permanecerão para sempre mistérios. Deles é oculta a verdade. Caminham cegamente, e ignoram a ruína que se acha perante eles.” Idem, pág. 588.
A mensageira do Senhor tem sido deveras rejeitada, na medida em que as advertências de Deus por ela transmitidas continuam a ser desatendidas. Assim como no tempo de Isaías as suas mensagens se tornaram como um “livro selado”, pela obstinação do povo e pelo seu coração cauterizado, tornando-se-lhes estas obscuras ao entendimento, da mesma forma, os escritos da irmã White, na actualidade, estão “selados” para a grande maioria do povo de Deus.
Então, e quem são os falsos profetas da actualidade, entre o povo de Deus? São aqueles que continuam a transmitir ao povo de Deus uma mensagem de paz quando Deus não mandou falar de paz. São aqueles que continuam a embalar a igreja, em vez de a despertar para a trágica realidade das coisas. Isaías ainda vai mais longe: “até o sacerdote e o profeta erram por causa da bebida forte; são absorvidos pelo vinho; desencaminham-se por causa da bebida forte; andam errados na visão e tropeçam no juízo. Porque todas as suas mesas estão cheias de vómitos e imundícia, e não há lugar limpo.” (Is. 28:7, 8).
Em termos claros, quem são estes sacerdotes e profetas vendados na actualidade? São todos os líderes, pastores, anciãos e responsáveis pelo povo de Deus que, pela dureza e mundanidade dos seus corações, teimam em desobedecer e rejeitar como tal as advertências do Senhor, permanecendo assim cegos e cegando o povo. E infelizmente, todos aqueles que procuram alertá-los, acabam por sofrer o mesmo tipo de perseguição que os profetas sofreram no passado.
“Os profetas de Deus eram aborrecidos pelo apóstata Israel, porque por intermédio deles se revelavam seus pecados ocultos. Acabe considerava Elias inimigo, porque o profeta era fiel em repreender as secretas iniquidades do rei. Assim hoje o servo de Cristo, o reprovador do pecado, encontra desdém e repulsas.” O Desejado de Todas as Nações, pág. 587.

Quem é que os embebedou?

Se os membros da igreja adventista, ou a sua maioria, “bêbados estão, mas não de vinho”, então o que é que os embebedou?! A Bíblia responde:
“(…) Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.” “E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilónia, a mãe das prostituições e abominações da terra.” Apo. 17:1,2,5.
Babilónia, o falso sistema religioso, é representado aqui por uma grande prostituta. Ao longo do tempo, esta nação pagã sempre perseguiu o povo de Deus; todas as nações subsequentes (Medo-pérsia, Grécia, Roma imperial) demonstraram possuir o mesmo espírito babilónico – os seus reis se deixaram corromper pelo paganismo dela. De uma forma mais camuflada, mas não menos intensa, Roma papal – a igreja católica romana – não só se corrompeu como tem embebedado os que habitam sobre a terra com o vinho da sua prostituição, isto é suas falsas doutrinas.
Na actualidade, esta é a falsa religião por excelência, a mãe das prostituições e abominações da terra. É prostituta pois se apartou de Deus, da verdade, e fez alianças políticas com os reis da terra. Esta é a mãe das prostitutas (como dizem algumas versões da Bíblia), ou seja, a mãe das igrejas protestantes, as quais também apostataram. Na verdade, por detrás das vestes de cristianismo esconde-se uma religião pagã, a adoração ao sol e demais astros, a qual existe, pelo menos, desde os dias da construção da torre de Babel, mas com outros nomes.
O povo de Israel no passado, sendo o povo escolhido de Deus, deixou-se embebedar pelo vinho de Babilónia, deixando-se corromper várias vezes pelo seu paganismo. Da mesma forma, a igreja adventista do sétimo dia, como povo peculiar de Deus na actualidade, professando uma fé pura, deixou-se também embebedar, na medida em que, de uma forma permissiva, se deixou corromper pouco a pouco, por muitas ideias falsas e corruptas, oriundas do paganismo.

O inimigo é astuto e infelizmente, até os próprios lemas da sociedade corromperam a igreja. Há alguns anos atrás as pessoas diziam, “que mal é que tem? toda a gente faz isso!”, hoje em dia diz-se “só um bocadinho não faz mal!”, e assim, gradualmente, a igreja tem assimilado o erro. Não em suas doutrinas fundamentais baseadas na Bíblia, mas na prática religiosa do dia-a-dia. No púlpito, nos livros, revistas e trimensários, em certos programas da igreja, nas músicas, no vestuário, na alimentação, etc., a igreja está-se convertendo ao mundo.
Falar deste tipo de coisas não é fácil, muito menos gratificante. O povo está tão habituado às coisas cómodas e fáceis, à diplomacia doentia, ao “teatro” das igrejas, às palmadinhas nas costas, a darem graxa aos líderes e receberem a sua aprovação, que ir contra esta ordem (a)normal de coisas significa ser olhado como um herege, um verdadeiro perturbador da paz.
Na verdade “paz, paz”, é o que o povo gosta de escutar, ou então que “…as coisas estão mal, mas não se preocupem, Deus porá tudo em ordem”. Faz lembrar as falsas promessas dos políticos na actualidade.
Sejamos sóbrios, pois friamente, não é isto que está a acontecer. Deus vai pôr tudo em ordem, sim, mas Ele espera de cada um de nós que façamos o que estiver ao nosso alcance para restabelecer a verdade, mesmo que sejamos desprezados ou expulsos da nossa própria igreja. Se somos sinceros, ficaremos verdadeiramente preocupados com aquilo que está a acontecer, não poderemos de modo algum ficar insensíveis ao presente estado de coisas.
“E disse-lhe [ao homem vestido de linho, que tinha o tinteiro de escrivão à sua cintura. V. 3] o SENHOR: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela.” Ez 9:4
“Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e achareis descanso para as vossas almas; mas eles dizem: Não andaremos nele. Também pus atalaias sobre vós, dizendo: Estai atentos ao som da trombeta; mas dizem: Não escutaremos.” Jer. 6:16, 17.

(continua em: http://1assimdizosenhor.blogspot.com/2009/09/comentario-revista-adventista-de.html )

domingo, 17 de maio de 2009

O ESTANDARTE DE SATANÁS FOI COLOCADO NA IASD

“Satanás exulta ao ter sucesso em controlar a mente de tantos falsos cristãos. Ele os enganou, paralisou suas sensibilidades e implantou sua infernal bandeira exactamente no meio deles. Tão enganados estão que não reconhecem. O povo não erigiu imagens de escultura, todavia, seu pecado não é menor à vista de Deus. Eles adoram Mamon e os ganhos mundanos. Alguns sacrificarão a consciência para alcançar seus objectivos. O professo povo de Deus é egoísta e preocupado consigo mesmo. Ele amam as coisas deste mundo, compactuam com as obras das trevas e têm prazer na injustiça. Não amam a Deus nem ao seu próximo. São idólatras e piores, muito piores à vista de Deus, do que os pagãos adoradores de imagens, que não conhecem melhor caminho.” Testemunhos para a igreja, vol. II, cap. “Apelo à igreja”, pág. 440, 441.

Infelizmente “o abominável da desolação” (Mat 24:15), de que falou o profeta Daniel, tem sido colocado em lugar santo, isto é, na igreja. Simbologia e filosofias da nova era, panteísmo, adoração ao sol, espiritismo e ocultismo podem ser encontradas na nossa literatura. Ou não repararam já no novo envelope dos dízimos contendo uma imagem de adoração ao sol (Ez 8: 16; Job 31:26-28)? Se vos disserem que é adoração a Deus, tende cuidado, não acabe a igreja por introduzir tal coisa em seus cultos!


Que dizer da música em nossas congregações? Ritmos mundanos, letras negando a nossa fé… (exemplos disso, tirados do Hinário Adventista: hino n°19 – “Ao coro dos arcanjos”. A Bíblia só mensiona um arcanjo que é Miguel – o próprio Cristo; hino n° 85 – “Lindo és meu Mestre”, diz na 3ª estrofe: “Lua brilhante! Sol, tão resplendente! Quão divinal é vossa luz!”. Isto é uma blasfémia! O sol e a lua não são divinos! E, infelizmente estes não são os únicos hinos incorrectos.)


Que dizer da irreverência nos lugares de culto, das diversões mundanas introduzidas em nossos ajuntamentos – as chamadas reuniões sociais, dos acampamentos de jovens, cujo principal objectivo não é procurar o conhecimento de Deus mas uns dos outros? Qual tem sido a influência desses costumes? Aumentaram eles a espiritualidade de alguém?


E com que autoridade foram os ensinos e invenções de Baden Powell, fundador do escotismo, introduzidos no nosso meio, através dos clubes de TDCS? Não precisamos de ensinamentos maçónicos, mas da Palavra de Deus! Os nossos jovens e crianças não precisam de ser entretidos, mas sim de ser ensinados a trabalhar para o Mestre Jesus!


Em nossas instituições, escolas e publicadoras, nas lições da escola sabatina, no manual de igreja, etc., têm-se introduzido as opiniões e tradições humanas acima da Palavra de Deus. A maioria dos pastores, em vez de chamarem o pecado pelo seu nome, têm agido como animadores sociais dentro da igreja, entretendo os membros, embalando-os com mensagens suaves e agradáveis que tendem a hipnotizá-los, adormecê-los, entorpecendo-lhes assim as faculdades espirituais. “Paz e segurança é o grito de homens que nunca mais erguerão a voz como trombeta para mostrar ao povo de Deus suas transgressões, e à casa de Jacob os seus pecados. Esses cães mudos, que não querem ladrar, são aqueles que sentirão a justa vingança de um Deus ofendido.” Testemunhos Selectos, vol II, pág. 66.


E como têm sido utilizados os dízimos e as ofertas? Estão a ser depositados na tesouraria de Deus ou na de Satanás? “Existem no mundo apenas dois lugares em que podemos depositar os nossos recursos – na tesouraria de Deus ou na de Satanás. Tudo aquilo que não é devotado ao serviço de Cristo, conta para o lado de Satanás e destina-se a fortalecer a sua causa.” Testemunhos Para a Igreja, vol. 6, pág. 448. Cabe-nos a nós verificar a sua boa utilização, pois afinal de contas, está a igreja a fazer a obra de Deus ou de Satanás?

“Como há ais sobre aqueles que pregam a verdade enquanto não são santificados no coração e na vida, há também ais para os que recebem e mantêm os não santificados na posição em que não podem ocupar.” Testemunhos Para a Igreja, vol. II, pág. 552.


FILOSOFIAS HUMANISTAS NA IASD


Tanto oralmente como por escrito, fala-se muito na confiança em nós próprios, realçam-se demasiado as nossas capacidades, quando a nossa confiança deve estar em Deus, e as nossas capacidades provém d’Ele. Só Ele nos capacita para qualquer tarefa a nós confiada. D’Ele vem a vida, a saúde, a inteligência… Portanto, “aquele que se gloria glorie-se no Senhor”, “ninguém se glorie nos homens” I Cor. 1:31; 3:21.


No próprio trabalho missionário tem-se vindo cada vez mais a dar ênfase ao trabalho humanitário, em detrimento da mensagem de Deus, e no meio de tantas boas obras, onde está Deus? O homem passa a ser o centro, sendo ao mesmo tempo o beneficiado e aquele que beneficia. Em consequência a igreja tem perdido o sentido de missão, acabando por ser influênciada e pressionada pelos movimentos ecuménicos, temendo ser acusada de proselitismo.

A ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas o Filho do Altíssimo vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio. Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor, modos de que nada sabemos. Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra do Altíssimo o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés. (DTN, pág. 273).


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"Conquanto Yahuh possa ser justo, e contudo justifique o pecador pelos méritos de Seu Filho, nenhum homem pode trajar-se com os vestidos da justiça de Yahushua, enquanto praticar pecados conhecidos ou negligenciar deveres conhecidos. O Altíssimo requer a completa entrega do coração, antes que a justificação tenha lugar; e a fim de o homem reter a justificação, deve haver contínua obediência, mediante fé viva e ativa que opera por amor e purifica a alma." - Review and Herald, 4 de novembro de 1890.







Os profetas e os apóstolos não aperfeiçoaram o carácter cristão por um milagre. Eles usaram os meios que YAHUH colocou ao seu alcance, e todos os que empreenderem um esforço semelhante assegurarão um resultado semelhante. (Spirit of Prophecy, vol. IV, cap. 22, pág. 305).


Precisam-se...

"A maior necessidade do mundo é a de homens - homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus."


Ellen White, Educação, pág. 57.




É intuito do Pai Celeste preservar entre os homens, mediante a observância do sábado, o conhecimento de Si mesmo. Seu desejo é que o sábado nos aponte a Ele como o único Soberano verdadeiro, e pelo conhecimento dEle possamos ter vida e paz. Ellen G. White, 3 TS, 16 (1900), Eventos Finais, 68.